O Vento nos Salgueiros

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The Wind in the Willows
O Vento nos Salgueiros
Autor (es) Kenneth Grahame
Idioma inglês
País Inglaterra
Género Literatura infantojuvenil
Lançamento 1908
Páginas 206
Edição portuguesa
Tradução Alexandra Tavares
Editora Europa-América
Lançamento 1997
ISBN 972-1-04258-7
Edição brasileira
Tradução Ivan Angelo
Editora Editora Moderna
Lançamento 1998
ISBN 851-6-02106-8

O Vento nos Salgueiros (no original The Wind in the Willows) é um clássico da literatura infantil, escrita em 1908 por Kenneth Grahame. A história se foca em quatro personagens antropomorfos em uma Inglaterra bucólica, e estão presentes valores como misticismo, aventura, moral e camaradagem.

O livro foi escrito em forma de cartas para seu filho e depois de reunidas fizeram a fortuna de Grahame, permitindo que ele se aposentasse do seu emprego de secretário do Banco da Inglaterra. O livro tornou-se conhecido através do famoso roteirista A.A. Milne, que amou o livro e o adaptou para o teatro na peça Toad of Toad Hall.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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A história começa na primavera, com o tempo agradável e uma simpática Toupeira se cansa da limpeza em sua toca, saindo para tomar ar. Acaba chegando ao rio, que nunca tinha visto. Lá ela encontra o Rato (que equivaleria ao Rato de Água Arvicola amphibius ou A. terrestris) que passa os dias junto ao rio. O Rato leva a Toupeira para um passeio em seu barco. Os dois se entendem muito bem e passam muitos dias juntos, o Rato ensinando à Toupeira sobre o rio.

Algum tempo depois, no verão, o Rato e a Toupeira visitam o Sapo no Salão do Sapo. Ele é rico, jovial e amigável, mas egoísta e obsessivo por coisas que depois ele abandona. Tendo abandonado o hobby dos Barcos, ele passou a se dedicar às Carroças. Numa viagem de carroça com a Toupeira e com o Rato, um carro passa e assusta o cavalo, e a carroça é destruída. O Sapo então se apaixona pelos Carros.

A Toupeira então quis conhecer o Texugo, que vive no Bosque Selvagem, mas o Rato sabe que ele não aprecia visitas, já que é anti-social. Num dia de inverno a Toupeira entra no bosque, tentando encontrar o Texugo, e lá ela se perde. O Rato sai à sua procura, e a encontra quando já nevava. Por acaso acabam encontrando a casa do Texugo, que os acolhe. Ele fica então sabendo que o Sr. Sapo já batera seis carros e já fora hospitalizado três vezes, e estava gastando sua fortuna com multas. Eles decidem fazer algo pelo Sapo, já que ele era amigo deles. O Texugo tenta conversar com o Sapo, mas sem sucesso, e por isso os três forçam o Sapo em prisão domiciliar, guardado por eles, até que ele mude de idéia. Fingindo estar doente, o Sapo foge e rouba um carro. É preso, sob sentença de vinte anos de reclusão.

O Rato então visita seu velho amigo, a Lontra, e descobre que o filho dele, Portly, desapareceu. O Rato e a Toupeira vão procurá-lo. O Deus Pan então os ajuda a localizar o filhote num dos mais famosos capítulos, The Piper at the Gates of Dawn, que rendeu o nome do álbum do Pink Floyd. Pan remove deles a memória de seu encontro, "a fim de que as lembranças horríveis não permaneçam e cresçam, sombreando a alegria e o prazer".

Na prisão, o Sapo ganha a simpatia da filha do carcereiro que o ajuda a escapar. Para isso o Sapo teve de fantasiar-se de lavadeira. Dribla os policiais que o perseguiam com a ajuda de um maquinista de trem. Ele rouba um cavalo de uma mulher e vende para um viajante cigano. Para um carro, que coincidentemente é o que ele havia roubado antes de ir preso. Mas o dono não o reconhece já que está disfarçado, e dá uma carona. O Sapo pergunta se pode dirigir, o que ocasiona um acidente, e foge, chegando à casa do Rato.

O Sapo descobre pelo Rato que sua casa, O Salão do Sapo, foi tomada por Arminhos, Mustelas e Furões, e o Sapo então se dá conta de quão bons foram seus amigos ao tentarem proteger a casa. Os quatro então conseguem entrar na casa por uma via secreta e conseguem expulsar os invasores. O Sapo se redime de seus erros compensando todos os que ele havia prejudicado, e os quatro amigos passam a viver suas vidas bem felizes.

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