Octávio Florisbal

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Octávio Florisbal
Nome completo Octávio Frioli Florisbal
Nascimento 20 de maio de 1940 (78 anos)
São Paulo (SP)
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Josephina Frioli Florisbal
Pai: Elegardo Florisbal
Cônjuge Helena Florisbal
Ocupação Diretor de TV
Principais trabalhos Direção Geral da TV Globo

Octávio Florisbal (São Paulo, 20 de maio de 1940) foi diretor-geral da Rede Globo de setembro de 2002 até 31 de dezembro de 2012 e, atualmente, é membro do conselho de gestão do Grupo Globo.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho do avicultor Elegardo Florisbal e da dona de casa Josephina Frioli Florisbal, mudou-se para o Rio de Janeiro, sozinho, aos 15 anos, para estudar no Colégio Pedro II e, depois, no Colégio Naval, em Angra dos Reis.[2]

Inicio[editar | editar código-fonte]

Começou a trabalhar em 1961, como auxiliar administrativo, em uma das principais agências de publicidade da época, a J. Walter Thompson, cuja filial brasileira era presidida por seu tio, Renato Castelo Branco, também vice-presidente da corporação americana. Formou-se em Comunicação e Marketing na Escola Superior de Propaganda, em São Paulo, e participou de diversos cursos de especialização, em Nova York.

Já como diretor de Planejamento de Mídia, foi contratado pela Norton Publicidade, para estruturar o departamento da agência. Lá conheceu a publicitária Helena de Almeida, com quem se casou e viveu por 30 anos. Em 1972, foi contratado por outra grande agência de São Paulo, a Lintas Internacional, onde permaneceu durante 10 anos. Na Lintas, que tinha a conta da Gessy Lever, uma das principais promotoras de novelas e shows da época, tomou contato com a produção de programas de televisão e rádio.

Ainda no início dos anos 1970, foi um dos fundadores e o primeiro presidente do Grupo de Mídia de São Paulo, entidade que contribuiu significativamente para o desenvolvimento das pesquisas de audiência e de mídia no Brasil.[1]

Rede Globo[editar | editar código-fonte]

Começou a trabalhar na TV Globo, em 1982, contratado para estruturar o departamento de marketing da emissora. Entre os principais objetivos, estava a criação de um canal de comunicação permanente entre a área comercial e as áreas de programação, criação, produção e jornalismo. Pretendia-se também estabelecer uma relação mais técnica entre a TV Globo, as agências e os anunciantes. Foi diretor da Central Globo de Marketing por oito anos, até ser nomeado Superintendente Comercial. Uma das marcas da sua gestão foi a política de profissionalização no modelo de comercialização dos espaços publicitários.

Em setembro de 2002, assumiu interinamente o cargo de diretor-geral da TV Globo, logo após o afastamento, por motivos de saúde, da executiva Marluce Dias da Silva. Durante dois anos, acumulou a função com os atributos de Superintendente Comercial. Foi efetivado no cargo de diretor-geral da TV Globo em outubro de 2004.[1]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2009, recebeu o título de "Personalidade do Ano", referente a 2008, concedido pela Associação Brasileira de Propaganda (ABP). Segundo a Associação, foi destaque “por sua dedicação, consistente inovação e competência com que trabalha para o desenvolvimento e defesa dos interesses de todo o trade de comunicação, à frente do maior e mais importante conglomerado de comunicação do país”.[1]

Transição[editar | editar código-fonte]

Em comunicado oficial à imprensa, o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, anunciou que Florisbal deixaria o cargo que ocupava na Rede Globo, passando a integrar o Conselho de Administração das Organizações Globo, que seria reformulado e teria seus membros indicados pela assembleia dos acionistas. Ainda no mesmo momento Ali Kamel, passou a ocupar o cargo de Schroder na Direção Geral de Jornalismo e Esportes. Kamel indicou para seu lugar, na Central Globo de Jornalismo, Silvia Faria.

[3]

Carlos Henrique Schroder assumiu a diretoria geral da TV Globo a partir de 1º de janeiro de 2013.[3]

Referências


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