Pains

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Município de Pains
"Capital Nacional Do Calcário"
Bandeira de Pains
Brasão de Pains
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 1 de janeiro
Fundação 31 de dezembro de 1943 (73 anos)
Gentílico painense
Prefeito(a) Marco Aurélio Rabelo Gomes (PV)
(2017–2020)
Localização
Localização de Pains
Localização de Pains em Minas Gerais
Pains está localizado em: Brasil
Pains
Localização de Pains no Brasil
20° 22' 15" S 45° 39' 39" O20° 22' 15" S 45° 39' 39" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Oeste de Minas IBGE/2008 [1]
Microrregião Formiga IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Formiga, Arcos, Pimenta, Piumhi, Doresópolis, Iguatama e Córrego Fundo
Distância até a capital 217 km
Características geográficas
Área 418,043 km² [2]
População 8 014 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 19,17 hab./km²
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,783 elevado PNUD/2000 [4]
PIB R$ 140 670,212 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 16 706,68 IBGE/2008[5]
Página oficial

Pains é um município brasileiro do estado de Minas Gerais que tem como base de sua economia a extração de calcário. Sua população é de 8.014 habitantes.

História[editar | editar código-fonte]

A história de Pains remonta aos anos de 1721-1725, quando Bartolomeu Bueno da Silva descobre os “fortunados mananciais” do Rio Vermelho, à altura das nascentes do Rio Araguaia, Goiás. Nesta época começou a marcha de mineiros e paulistas para o Oeste, passando por território na província de Minas que mais tarde seriam povoados, entre eles: Pains.

Em 1767 o governo assinou 20 cartas de sesmarias para a província de Minas. Entre os sesmeiros, parentes de Inácio Corrêa Pamplona vieram estabelecer-se nas matas do Rio São Francisco, como seu filho Padre Inácio Pamplona Corte Real, Bernardina Corrêa Pamplona (doadora do patrimônio de Iguatama) João José Corrêa Pamplona e outros que deram origem à família Paim Pamplona. Do costume de se falar: “vamos à fazenda dos Paim”, originou-se o nome do município.

Em 1830, na vizinhança dos Paim Pamplona, o Capitão Manoel Gonçalves de Melo, com sua família, também adquiriu uma fazenda, a da Cachoeira. Tempos depois o Capitão doou um terreno no centro da mata de Pains para construção de uma igreja em honra à Nossa Senhora do Carmo. Esta doação juntou-se a outra, anteriormente feita por Manuel Antonio de Araújo (na fazenda dos Araújos, nasceu Ana Jacinta de São José, a famosa Dona Bêja) perfazendo quatro alqueires para a base de um povoado, ao redor da referida igreja. Em 1854 a igreja de Nossa Senhora do Carmo, hoje igreja do Rosário, ficou pronta.

Emancipação[editar | editar código-fonte]

No início da década de 1940 começou um movimento para a emancipação de Pains. Pessoas como Juca Goulart, Dr. Sócrates, Juca Maneca, Arlindo de Mello e outros foram importantes para a emancipação. Importantíssima foi Maria Goulart que residia em Belo Horizonte e tinha ótimo acesso ao meio político da capital mineira. Foi ela quem trouxe para Pains um fotógrafo de origem alemã para fazer um álbum fotográfico para o processo de emancipação. Em 31 de dezembro de 1943, pelo decreto-lei número 1.058, foi obtida a emancipação política, com a elevação de Pains à categoria de município, desmembrando-se do município de Formiga, no qual incluía-se o Distrito de Pimenta, hoje também emancipado

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]