Perseguição aos Rohingya no Mianmar em 2016–2017

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A perseguição aos Rohingya no Myanmar em 2016-17 refere-se à repressão militar em andamento pelas forças armadas e pela polícia de Mianmar contra os muçulmanos rohingya no Estado de Rakhine, na região noroeste do país.

A repressão militar contra o povo rohingya atraiu críticas de vários lugares, incluindo as Nações Unidas,[1] o grupo de direitos humanos Amnistia Internacional, o Departamento de Estado dos EUA[2] e o governo da Malásia. A chefe de governo, de facto, Aung San Suu Kyi foi particularmente criticada por sua inatividade e silêncio sobre a questão e por fazer pouco para evitar abusos militares.[3] Os rohingyas são povos muçulmanos pelos quais foram descritos pelos Estados Unidos com um dos mais perseguidos do mundo. São cerca de 5% dos 60 milhões de habitantes que vivem em Myanmar. De acordo com o site do jornal da BBC, no país em que o rohingya habita, Mianmar que é a antiga Birmânia, eles so podem viajar ou se casar com a permissão das autoridades e, além disso, eles não possuem o direito de possuir alguma terra ou propriedade.[4]

Referências

  1. «Nobel Peace Prize winner accused of overlooking 'ethnic cleansing' in her own country». The Independent (em inglês). 9 de dezembro de 2016 
  2. Holmes, Oliver; agencies (24 de novembro de 2016). «Myanmar seeking ethnic cleansing, says UN official as Rohingya flee persecution». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077 
  3. «UN calls on Suu Kyi to visit crisis-hit Rakhine». The Daily Star (em inglês). 9 de dezembro de 2016 
  4. «Rohingyas: o povo muçulmano que o mundo esqueceu». BBC. 12 maio 2015. Consultado em 10 julho 2017