Perseguição aos Rohingya no Mianmar em 2016-17

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Gnome globe current event.svg
Este artigo ou seção é sobre um evento atual. A informação apresentada pode mudar rapidamente.
Editado pela última vez em 10 de fevereiro de 2017.

A perseguição aos Rohingya no Mianmar em 2016-17 refere-se à repressão militar em andamento pelas forças armadas e pela polícia de Mianmar contra os muçulmanos rohingya no Estado de Rakhine, na região noroeste do país.

A repressão militar contra o povo rohingya atraiu críticas de vários lugares, incluindo as Nações Unidas,[1] o grupo de direitos humanos Amnistia Internacional, o Departamento de Estado dos EUA[2] e o governo da Malásia. A chefe de governo, de facto, Aung San Suu Kyi foi particularmente criticada por sua inatividade e silêncio sobre a questão e por fazer pouco para evitar abusos militares.[3]

Referências

  1. (9 de dezembro de 2016) "Nobel Peace Prize winner accused of overlooking 'ethnic cleansing' in her own country" (em en-GB). The Independent.
  2. Holmes, Oliver. (24 de novembro de 2016). "Myanmar seeking ethnic cleansing, says UN official as Rohingya flee persecution" (em en-GB). The Guardian. ISSN 0261-3077.
  3. (9 de dezembro de 2016) "UN calls on Suu Kyi to visit crisis-hit Rakhine" (em en). The Daily Star.