Radiotelescópio de Arecibo

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Radiotelescópio de Arecibo
Arecibo radio telescope observatory Puerto Rico - panoramio (11).jpg

Imagem do Radiotelescópio de Arecibo

Informações gerais
Origem do nome
Arecibo (Porto Rico), William E. Gordon (en)Visualizar e editar dados no Wikidata
Administrador
SRI International, Universities Space Research Association (en), Metropolitan University (en), Fundação Nacional da CiênciaVisualizar e editar dados no Wikidata
Tipo de telescópio
Radiotelescópio, Spherical reflector (d), gregoriano (en), observatório astronômico (d)Visualizar e editar dados no Wikidata
Período de construção
- Visualizar e editar dados no Wikidata
Abertura
Website
Dados técnicos
Diâmetro
305 m, 221 mVisualizar e editar dados no Wikidata
Diâmetro secundário
27 mVisualizar e editar dados no Wikidata
Distância focal
132,6 mVisualizar e editar dados no Wikidata
Comprimento de onda
3 - 1 mVisualizar e editar dados no Wikidata
Base da montagem
Área de alcance
73 000 m2Visualizar e editar dados no Wikidata
Geografia
Altitude
497 mVisualizar e editar dados no Wikidata
Endereço
Coordenadas

O Radiotelescópio de Arecibo foi o maior radiotelescópio fixo do mundo, e localiza-se em Arecibo, Porto Rico.

Sua antena parabólica tem 305 metros de diâmetro e foi construída originalmente em 1963, na cratera de um vulcão extinto, para estudar a ionosfera terrestre. É operado pela Universidade Metropolitana in Puerto RIco, dos Estados Unidos, e é atualmente a principal ferramenta na busca de vida extraterrestre, através do projecto SETI@home.

Para esses estudos, um radar poderoso é ligado e a resposta da ionosfera é medida. Uma grande antena é necessária porque somente uma pequena fração da energia do radar é espalhada de volta e retorna à antena para ser medida.

Atualmente, somente um terço do tempo do telescópio é utilizado para estudos ionosféricos; outro terço é dedicado às galáxias e o terço restante está reservado para a astronomia dos pulsares.

O radiotelescópio de Arecibo é claramente o preferido quando se trata de observar novos pulsares, pois seu tamanho torna as buscas mais sensíveis e permite que os astrônomos descubram pulsares ainda não detectados, com intensidade muito tênue para serem avistados com telescópios menores.

O tamanho do telescópio, entretanto, também tem suas desvantagens. Por exemplo, a antena é muito grande para ser orientada em diversas posições e deve permanecer fixa sobre o solo.

Como resultado, podemos visualizar somente a área do céu localizada diretamente sobre ele, sempre ao longo do caminho da rotação terrestre. Esse fato faz com que Arecibo acesse uma porcentagem relativamente pequena do céu. Em comparação, a maior parte dos outros telescópios pode observar de 75% a 90% do céu.

Em 2016, a China concluiu a construção do maior radiotelescópio do mundo com cerca de 500 metros de diâmetro, ultrapassando os 305 metros do anterior Radiotelescópio de Arecibo.[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]