Social justice warrior

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Social Justice Warrior ou SJW (em português: guerreiro da justiça social) é um termo pejorativo utilizado para se referir a pessoas, instituições ou mesmo ações que têm como base visões socialmente progressistas, como a defesa dos direitos humanos, feminismo, ambientalismo, secularismo, movimento LGBT (diversidade sexual), movimento negro, entre outros. Os utilizadores do termo acusam os "SJW" de apenas se preocuparem com causas progressistas em busca de um sentido de superioridade moral e validação, bem como uma desculpa para agir condescendentemente.

Popularização[editar | editar código-fonte]

Popularizado durante a controvérsia de Gamergate[1], o termo atualmente é voltado principalmente a quaisquer ativistas relacionados à justiça social, causa esta que dá origem ao termo. O uso deste é visto por críticos como uma provocação por parte de setores conservadores da sociedade, sendo comumente utilizado para invalidar e desmerecer qualquer questionamento ao status quo em termos de gênero e raça.

Cultura Popular[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2014, o conceito foi incorporado em um jogo intitulado Social Justice Warriors. Desenvolvido pela Creative Nonadecimal, o jogo envolve debater online contra trolls da Internet que fazem comentários racistas e provocativos.

A atriz Caitlin Barlow descreveu seu personagem na série de televisão Teachers, como uma guerreira da justiça social. No remake Netflix de One Day at a Time, a atriz Isabella Gomez retratou Elena, uma personagem que se autoidentifica como guerreira da justiça social como forma de ressignificar a conotação negativa que o termo possui.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]