The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert
The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert
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| No Brasil | Priscilla, a Rainha do Deserto |
1994 • cor • 103 min | |
| Gênero | comédia dramática musical |
| Direção | Stephan Elliott |
| Produção | Michael Hamlyn Al Clark |
| Roteiro | Stephan Elliott |
| Elenco | Terence Stamp Hugo Weaving Guy Pearce Bill Hunter |
| Música | Guy Gross |
| Cinematografia | Brian J. Breheny |
| Edição | Sue Blainey |
| Companhias produtoras | PolyGram Filmed Entertainment Specific Films |
| Distribuição | Gramercy Pictures |
| Lançamento |
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| Idiomas | inglês filipino |
| Orçamento | A$ 1 884 200 (US$ 2 milhões) |
| Receita | US$ 29 679 915 |
The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert (bra: Priscilla, a Rainha do Deserto[1]) é um filme australiano de comédia dramática e musical, de 1994, escrito e dirigido por Stephan Elliott. A trama acompanha duas drag queens (interpretadas por Hugo Weaving e Guy Pearce) e uma mulher transgênero (Terence Stamp) em uma viagem pelo interior da Austrália em um ônibus turístico chamado Priscilla, encontrando diversos grupos e indivíduos ao longo do caminho. O filme foi baseado na vida de três drag queens reais — Cindy Pastel, Strykermyer e Lady Bump — que inicialmente interpretariam a si mesmas, mas foram posteriormente substituídas por atores considerados "de sucesso comercial" pelo estúdio.
The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert estreou no Festival de Cannes de 1994, na seção Un Certain Regard. Após seu lançamento em grande escala, tornou-se um sucesso mundial inesperado e sua representação positiva de indivíduos LGBT ajudou a introduzir temas queer ao público em geral. Recebeu críticas predominantemente positivas e ganhou o prêmio de Melhor Figurino na 67ª edição do Oscar. O filme é um dos únicos três filmes ambientados na contemporaneidade a ganhar o prêmio de Melhor Figurino. Tornou-se um clássico cult tanto na Austrália quanto no exterior. O filme serviu de base para um musical, Priscilla, Queen of the Desert, que estreou em 2006 em Sydney. Uma sequência, Priscilla, Queen of the Desert 2, está atualmente em produção.
Premissa
[editar | editar código]Anthony "Tick" Belrose, usando o pseudônimo de Mitzi Del Bra, é uma drag queen de Sydney que aceita uma oferta para se apresentar no Lasseters Hotel Casino Resort, administrado por sua ex-esposa Marion, em Alice Springs, no remoto centro da Austrália. Depois de convencer seus amigos e colegas artistas, Bernadette Bassenger, uma mulher transgênero que recentemente perdeu um ente querido, e Adam Whitely, uma drag queen mais jovem, extravagante e desagradável, que usa o nome artístico Felicia Jollygoodfellow, a se juntarem a ele, os três partem para uma temporada de quatro semanas no cassino em um grande ônibus de turismo, que Adam batiza de "Priscilla, Rainha do Deserto".
O trio segue viagem por terras remotas na fronteira com o Deserto de Simpson, encontrando diversos personagens. Logo no início, Tick revela que Marion é, na verdade, sua esposa, pois eles nunca se divorciaram, e que estão indo até lá para lhe fazer um favor. Eles param em Broken Hill, onde são alvo de abusos e violência homofóbica e transfóbica, incluindo o vandalismo do ônibus com pichações homofóbicas e transfóbicas. Depois de saírem da rodovia principal para economizar tempo, o ônibus quebra no meio do deserto. Adam passa o dia inteiro repintando o ônibus de lavanda para cobrir as pichações. Após um casal homofóbico aparecer e os abandonar, um grupo de indígenas australianos amigáveis, com quem eles se apresentam em um corroboree, os ajuda a levar Priscilla até Bob, um mecânico de meia-idade, em uma pequena cidade do interior. Bob fica encantado em ver artistas drag em sua pequena cidade e acaba se juntando a eles para o restante da jornada, depois que sua esposa filipina, Cynthia, o deixa.
Continuando sua jornada, eles param para reparos na remota cidade mineradora de opala de Coober Pedy, onde Adam é atacado por uma gangue homofóbica. Bob e Bernadette o salvam. Bernadette conforta o abalado Adam, permitindo que eles cheguem a um entendimento. Conforme se aproximam de Alice Springs, os outros aceitam o segredo do casamento de Tick e resolvem suas diferenças.
Ao chegar ao hotel, descobre-se que Tick e Marion também têm um filho de oito anos, Benji, a quem Tick não vê há muitos anos. Tick está nervoso por expor o filho à sua profissão de drag queen e ansioso por revelar sua homossexualidade . Ele fica surpreso ao descobrir que Benji já sabe e o apoia totalmente. Enquanto Benji brinca com Adam, ele revela que Marion já teve um relacionamento lésbico. Quando o contrato deles termina, Tick, Adam e o grupo fazem uma viagem de acampamento no interior da Austrália. Marion insiste que Benji volte para Sydney com eles para que Tick possa conhecê-lo melhor. Tick e Benji estão conversando à beira do rio e Tick, hesitante, pergunta a Benji o que ele faz da vida, ao que Benji responde: "Minha mãe diz que você é o melhor na área."
Bernadette decide ficar no resort com Bob, que começará a trabalhar no hotel depois que os dois se tornarem próximos. Antes de se separarem, os três viajantes realizam um antigo sonho de Adam: escalar o Kings Canyon (Watarrka) vestidos de drag queen.
O filme termina com Tick e Adam se apresentando no mesmo clube mostrado nos créditos iniciais, com a plateia (incluindo Benji operando o refletor) torcendo e incentivando-os. Em uma cena pós-créditos, é revelado que o boneco preso a uma pipa, solta anteriormente no filme, viajou até o Tibete e pousou em um templo , onde um monge o recupera.[2]
Elenco e personagens
[editar | editar código]- Terence Stamp como Bernadette Bassenger
- Hugo Weaving como Anthony "Tick" Belrose / Mitzi Del Bra
- Guy Pearce como Adam Whitely / Felicia Jollygoodfellow
- Bill Hunter como Robert "Bob" Spart
- Sarah Chadwick como Marion Barber
- Mark Holmes como Benjamin "Benji" Barber
- Julia Cortez como Cynthia
- Alan Dargin como Alan
- Ken Radley como Frank
- Daniel Kellie como Bernadette (jovem)
- Leighton Picken como Adam (jovem)
- Margaret Pomeranz (não creditada) como a mãe de Adam.
- Stephan Elliott (não creditado) como porteiro
Produção
[editar | editar código]Desenvolvimento
[editar | editar código]O filme foi baseado na vida de três drag queens que se apresentavam como Cindy Pastel (Ritchie Finger), Strykermeyer (Mark Fitzhugh) e Lady Bump (Stuart Garske). A intenção original era que as três interpretassem a si mesmas, mas isso foi descartado quando o filme atraiu um grande orçamento, pois decidiram que eram necessários atores "com boa reputação". Isso acabou levando à escalação de três homens heterossexuais sem experiência em drag, e, como escreveu o jornal The Age, "as pessoas em cujas vidas o mega sucesso foi baseado foram ignoradas". As três drag queens originais foram retratadas no documentário de 1995, Ladies Please.[3]
Priscilla, Queen of the Desert foi concebido (principalmente por frustração) pelo cineasta Stephan Elliott enquanto ele aguardava uma resposta de Phil Collins sobre sua participação no filme Frauds. Elliott, em um esforço para se distrair, escreveu um roteiro em apenas 10 dias, mas que na época lhe pareceu "complicado" de realizar. Rebel Penfold-Russell, Andrena Finlay e Stuart Quin (os cofundadores da produtora Latent Image) apresentaram Priscilla a vários financiadores no Festival de Cannes de 1991, sem sucesso; no entanto, antes de Cannes, eles levaram o projeto a Sarah Radclyffe, da Working Title,[4] que apresentou o conceito do filme à PolyGram com Graeme Mason, que sugeriu Michael Hamlyn como coprodutor britânico e, com o apoio da Australian Film Finance Corporation (FFC), conseguiram iniciar a produção do filme com um orçamento relativamente modesto de 2,7 milhões de dólares australianos.[carece de fontes]
Elliott e os futuros produtores do filme, Michael Hamlyn e Al Clark, concordaram em trabalhar por US$ 50.000 cada, uma taxa relativamente baixa para cineastas na época, enquanto a falta de financiamento significava que a equipe concordou em receber uma porcentagem dos lucros finais do filme como compensação por seus baixos salários.[4] Devido ao envolvimento da FFC australiana, apenas um ator não australiano foi autorizado a aparecer no filme, e Clark inicialmente considerou David Bowie, a quem conhecia desde a década de 1980, e mais tarde pensou brevemente em John Hurt, embora nenhum dos dois estivesse disponível.[4]
Escolha do elenco
[editar | editar código]A ideia de escalar as drag queens reais em que a história se baseava foi abandonada quando os produtores decidiram procurar atores heterossexuais "comercializáveis" sem experiência em drag.[3] Em maio de 1993, depois de viajar pelo interior da Austrália em busca de locais apropriados para filmar, os criadores de Priscilla compareceram ao Festival de Cinema de Cannes e ao Marché du Cannes para divulgar seu projeto, esperando capitalizar na seleção do primeiro filme de Elliot, Frauds, que estava "Em Competição" no festival, apesar de ainda não terem confirmado nenhum ator para os papéis. Sua principal escolha para o papel de Bernadette era Tony Curtis, que leu e aprovou o roteiro, mas acabou ficando indisponível. Eles então abordaram John Cleese, que não estava interessado.[4]
Para o papel de Tick, inicialmente queriam Rupert Everett e para Adam, Jason Donovan.[4] No entanto, numa reunião de elenco de pré-produção realizada em Cannes, Everett e Donovan não se deram bem e demonstraram hostilidade aberta para com a equipe de produção. Diante disso, foi prontamente acordado que eles não seriam adequados para os papéis e a busca pelos três protagonistas seria retomada.[4] Contudo, Donovan acabaria por interpretar Tick na adaptação musical do filme para o West End.[5]
Após tentativas frustradas de convencer Colin Firth a interpretar o papel de Tick, os produtores finalmente concederam o papel a Hugo Weaving. Inicialmente considerando Tim Curry para o papel de Bernadette, eles escalaram Terence Stamp, que inicialmente estava ansioso com o papel porque era diferente de tudo que ele havia interpretado anteriormente, embora tenha eventualmente aceitado o conceito.[4][6] O próprio Stamp sugeriu Bill Hunter para o papel de Bob, que aceitou o papel sem sequer ler o roteiro ou ser informado sobre o conceito geral do filme além da descrição básica do personagem, enquanto o ator australiano Guy Pearce (que havia aparecido anteriormente com Donovan na novela australiana Neighbours no final da década de 1980) foi contratado na última hora para interpretar o atrevido, mas espirituoso Adam.[4]
Filmagens
[editar | editar código]"É impressionante o efeito que o disfarce de drag queen está tendo nas personalidades [dos atores]. Torna Guy [Pearce] paquerador, combativo e barulhento. Torna Terence [Stamp] reservado e vigilante ("Olá, marinheiro", ele me cumprimenta cautelosamente de costas para a parede, parecendo uma mulher decadente em um melodrama dos anos 50). Torna Hugo extraordinariamente vulgar."
— Al Ark, sobre o elenco.
O Imperial Hotel em Erskineville, Sydney, foi o local de filmagem das cenas de abertura e encerramento. O Imperial Hotel recebe shows de drag queens desde 1983 e continua sendo um ícone para a comunidade LGBT de Sydney, com seu restaurante renomeado "Priscillas" em homenagem ao filme.[7] Muitas cenas, incluindo uma em que Bernadette encontra uma mulher masculina e preconceituosa chamada Shirley, foram filmadas na cidade interiorana de Broken Hill, em Nova Gales do Sul, principalmente em um hotel chamado Mario's Palace (agora simplesmente Palace Hotel), que Al Clark acreditava ser o "paraíso das drag queens".[4][8] Algumas cenas menores foram filmadas no All Nations Hotel.
Eles também decidiram filmar em Coober Pedy, uma remota e agitada cidade mineradora de opala no centro-sul da Austrália, que teve destaque no filme. A produtora executiva, Rebel Penfold-Russell, aparece como a corredora de maratona.[4]
Inicialmente, tentaram obter permissão para filmar em Uluru, mas esta foi rejeitada pelas organizações responsáveis pelo monumento, como o Conselho de Gestão de Uluṟu, uma vez que teria violado as crenças religiosas dos indígenas australianos.[4] Em vez disso, a cena foi filmada em Kings Canyon (Watarrka). O diálogo da cena foi ligeiramente reescrito para se adequar ao novo local.[4]
Pós-produção
[editar | editar código]Com as filmagens concluídas, o diretor e os produtores começaram a editar as filmagens, viajando repetidamente para Londres e para Los Angeles, que tinha acabado de ser atingida pelo terremoto de Northridge de 1994. Cenas foram excluídas por sugestão de espectadores iniciais para encurtar o filme.[4]
Repercussão
[editar | editar código]Bilheteria
[editar | editar código]Priscilla, Queen of the Desert arrecadou US$ 18.459.245 nas bilheterias da Austrália,[9] o que é equivalente a US$ 37.763.000 em 2022.[10] Foi o quinto filme australiano de maior bilheteria de todos os tempos na Austrália.[11]
Por ser um filme australiano, e não um blockbuster hollywoodiano produzido nos Estados Unidos, Priscilla foi lançado como um produto comercial de menor expressão na América do Norte e em outros países de língua inglesa.[12]
O diretor Elliott observou que o público que assistiu ao filme na Austrália, nos Estados Unidos e na França reagiu de forma diferente, afirmando que "Em uma exibição que fizemos para o público australiano, eles riram de todos os ' aussieismos'. Os americanos também riram, mas de piadas diferentes. Há uma fala em que Tick diz: 'Bernadette deixou seu bolo na chuva...', os americanos riram por dez minutos." Tom O'Regan, um estudioso de cinema, observou que o filme, na verdade, carregava significados diferentes para membros de diferentes nacionalidades e grupos subculturais, com os americanos LGBT acreditando que o filme era "o grande filme que trará os estilos de vida gays para o mainstream", enquanto os australianos tenderam a "abraçá-lo como apenas mais um filme australiano de sucesso".[12]
Recepção crítica
[editar | editar código]No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, 93% das 30 avaliações dos críticos são positivas. O consenso diz: "Embora a sua premissa é madura para a comédia - e certamente oferece seu quinhão de risos (...) também é um filme de estrada surpreendentemente suave e pensativo com algumas performances excelentes."[13] O Metacritic dá uma classificação de 70 em 100, com base em 20 críticos.[14]
O crítico de cinema americano Roger Ebert, do Chicago Sun-Times, considerou Bernadette a peça-chave do filme, afirmando que "o verdadeiro tema do filme não é a homossexualidade, nem as drag queens, nem o showbiz, mas simplesmente a vida de uma pessoa de meia-idade presa em um emprego que se tornou enfadonho".[15] Janet Maslin, do The New York Times, escreveu: " As Aventuras de Priscilla, a Rainha do Deserto apresenta um choque cultural desafiador de maneiras generosas e calorosamente divertidas".[16] Peter Travers, da Rolling Stone, comentou: "Neste road movie estrondosamente cômico e poderosamente comovente, Terence Stamp oferece uma das melhores performances do ano".[17] Kenneth Turan, do Los Angeles Times, escreveu: "O charme cômico e o brilho irreverente da visão deste filme sobre artistas drag extravagantes percorrendo o interior da Austrália certamente têm um jeito exuberante e viciante".[17]
Principais prêmios e indicações
[editar | editar código]Oscar 1995 (EUA)
- Venceu na categoria de melhor figurino.[18]
BAFTA 1995 (Reino Unido)
- Venceu nas categorias de melhor figurino e melhor maquiagem.
- Indicado nas categorias de melhor ator (Terence Stamp), melhor fotografia, melhor desenho de produção e melhor roteiro original.
- Indicado ao Prêmio Anthony Asquith para melhor filme musical.
Globo de Ouro (EUA)
- Indicado nas categorias de melhor filme - comédia / musical e melhor ator em cinema - comédia / musical (Terence Stamp).[19]
Referências
- ↑ «Priscilla, a Rainha do Deserto». AdoroCinema. Brasil: Webedia. Consultado em 2 de dezembro de 2022
- ↑ «Curator's notes The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert (1994) on ASO - Australia's audio and visual heritage online». aso.gov.au. Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ a b «Ladies Please». Melbourne, Victoria, Australia. The Age. 42 páginas. 25 de maio de 1995. Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ a b c d e f g h i j k l m Clark, Al (1994). Making Priscilla . Nova Iorque e Londres: Penguin. ISBN 978-0-452-27484-6
- ↑ Gardner, Noel (15 de setembro de 2021). «JASON DONOVAN ON PRODUCING PRISCILLA | INTERVIEW Interviews Buzz Magazine». Buzz Magazine (em inglês). Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ Kornits, Dov (18 de agosto de 2025). «Ten Connections between Terence Stamp and Australia». FilmInk (em inglês). Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ «A Brief History of The Imperial Erskineville». Imperial (em inglês). 10 de abril de 2018. Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ Wadsworth, Kimberly (30 de maio de 2014). «The Real-World Locations of 11 Cult Films». Atlas Obscura (em inglês). Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ «"Australian Films at the Australian Box Office"» (PDF). Film Victoria. Consultado em 2 de fevereiro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 18 de fevereiro de 2011
- ↑ AU = 1850-1901: McLean, I.W. (1999), Consumer Prices and Expenditure Patterns in Australia 1850–1914. Australian Economic History Review, 39: 1-28 (taken W6 series from Table A1, which represents the average inflation in all of Australian colonies). For later years, calculated using the pre-decimal inflation calculator provided by the Reserve Bank of Australia for each year, input: £94 8s (94.40 Australian pounds in decimal values), start year: 1901.
- ↑ George, Sandy (7 April 2000). "Australia's top 10 domestic films". Screen International. p. 27
- ↑ a b O'Regan, Tom (1996). Australian National Cinema. London: Routledge. ISBN 978-0-415-05730-1.
- ↑ «The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert» (em inglês). Rotten Tomatoes. Consultado em 29 de março de 2014
- ↑ «The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert Reviews». www.metacritic.com (em inglês). Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ «The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert :: rogerebert.com :: Reviews». rogerebert.suntimes.com. Consultado em 2 de fevereiro de 2026. Cópia arquivada em 6 de junho de 2011
- ↑ «The Adventures of Priscilla Queen of the Desert». Gay Essential | Gay Themed Films (em inglês). 23 de maio de 2014. Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ a b «The Adventures of Priscilla Queen of the Desert». Gay Essential | Gay Themed Films (em inglês). 23 de maio de 2014. Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ «Oscar Primer: Is' The Invisible Woman' poised to take Best Costume Design?» (em inglês). scottfeinberg.com. Consultado em 29 de março de 2014
- ↑ «Golden Globe Nods a Lot Like a Box of Chocolates . . . : Awards» (em inglês). articles.latimes.com. Consultado em 29 de março de 2014
Ligações externas
[editar | editar código]- Filmes da Austrália de 1994
- Filmes de comédia da Austrália
- Filmes premiados com o BAFTA de melhor maquiagem e caracterização
- Filmes de comédia com temática LGBT
- Filmes com temática LGBT de 1994
- Filmes com temática LGBT da Austrália
- Filmes sobre mulheres trans
- Filmes em língua inglesa
- Filmes ambientados na Austrália
- Filmes ambientados em Sydney
- Filmes gravados em Sydney
- Filmes de estrada
- Filmes premiados com o Oscar de melhor figurino
- Filmes dirigidos por Stephan Elliott
- Filmes premiados com o BAFTA de melhor figurino
- Filmes independentes da Austrália
- Filmes independentes da década de 1990
- Filmes sobre homofobia
