Turbinella laevigata

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Vista superior da concha de T. laevigata. Espécime coletado na região nordeste do Brasil.
Vista superior da concha de T. laevigata. Espécime coletado na região nordeste do Brasil.
Vista inferior da concha de T. laevigata. Espécime coletado na região nordeste do Brasil.
Vista inferior da concha de T. laevigata. Espécime coletado na região nordeste do Brasil.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Mollusca
Classe: Gastropoda
Subclasse: Caenogastropoda
Ordem: Neogastropoda
Superfamília: Turbinelloidea
Família: Turbinellidae
Subfamília: Turbinellinae
Género: Turbinella
Lamarck, 1799[1]
Espécie: T. laevigata
Nome binomial
Turbinella laevigata
Anton, 1838[2]
Distribuição geográfica
O litoral da região nordeste do Brasil é a area de ocorrência de T. laevigata.
O litoral da região nordeste do Brasil é a area de ocorrência de T. laevigata.
Sinónimos
Xancus laevigatus (Anton, 1839)
Turbinella ovoidea Kiener, 1840
(WoRMS)[2]

Turbinella laevigata (denominada, em inglês, brazilian chank)[3] é uma espécie de molusco gastrópode marinho do oeste do oceano Atlântico, pertencente à família Turbinellidae[2][4], originalmente classificada por Hermann Eduard Anton, em 1838.[2] Pode ser usada na alimentação.[5]

Descrição da concha e hábitos[editar | editar código-fonte]

Conchas pesadas, quando desenvolvidas, de coloração branca ou creme, podendo estar encobertas por um perióstraco castanho e bastante grosso; chegando de 10 aos 20 centímetros de comprimento; com espiral moderadamente baixa, de 7 a 8 giros, e volta final globosa. Superfície encoberta por uma fina escultura de linhas espirais, lábio externo fino e arredondado, canal sifonal destacado e columela dotada de 3 pregas visíveis. Possuem opérculo córneo e protoconcha mamilar.[3][6][7][8]

É encontrada em águas da zona nerítica até os 60 metros de profundidade.[5] Os animais da família Turbinellidae são predadores.[9]

Distribuição geográfica[editar | editar código-fonte]

Turbinella laevigata é uma espécie endêmica do Brasil, indo desde o Piauí[7] até o Espírito Santo.[5]

Subespécies[editar | editar código-fonte]

T. laevigata possui duas subespécies:[2]

  • Turbinella laevigata laevigata Anton, 1838
  • Turbinella laevigata rianae Delsaerdt, 1986

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Turbinella Lamarck, 1799» (em inglês). World Register of Marine Species. 1 páginas. Consultado em 7 de janeiro de 2019 
  2. a b c d e «Turbinella laevigata (Linnaeus, 1767)» (em inglês). World Register of Marine Species. 1 páginas. Consultado em 7 de janeiro de 2019 
  3. a b ABBOTT, R. Tucker; DANCE, S. Peter (1982). Compendium of Seashells. A color Guide to More than 4.200 of the World's Marine Shells (em inglês). New York: E. P. Dutton. p. 211. 412 páginas. ISBN 0-525-93269-0 
  4. OLIVER, A. P. H.; NICHOLLS, James (1975). The Country Life Guide to Shells of the World (em inglês). England: The Hamlyn Publishing Group. p. 218. 320 páginas. ISBN 0-600-34397-9 
  5. a b c RIOS, Eliézer (1994). Seashells of Brazil (em inglês) 2ª ed. Rio Grande, RS. Brazil: FURG. p. 140. 492 páginas. ISBN 85-85042-36-2 
  6. FERRARIO, Marco (1992). Guia del Coleccionista de Conchas (em espanhol). Barcelona, Espanha: Editorial de Vecchi. p. 140. 220 páginas. ISBN 84-315-1972-X 
  7. a b «Turbinella laevigata Anton, 1839». Conquiliologistas do Brasil. 1 páginas. Consultado em 7 de janeiro de 2019 
  8. «Turbinella laevigata laevigata» (em inglês). Hardy's Internet Guide to Marine Gastropods. 1 páginas. Consultado em 7 de janeiro de 2019 
  9. LINDNER, Gert (1983). Moluscos y Caracoles de los Mares del Mundo (em espanhol). Barcelona, Espanha: Omega. p. 80. 256 páginas. ISBN 84-282-0308-3