Águas Santas (Maia)
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— Freguesia —
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| Localização no concelho de Maia | ||||
| Localização de Águas Santas em Portugal | ||||
| País | ||||
| Concelho | ||||
| - Tipo | Junta de freguesia | |||
| Área | ||||
| - Total | 7,86 km2 | |||
| População (2011) | ||||
| - Total | 27 470 | |||
| Gentílico: | Aquasantense | |||
| Código postal | 4425 | |||
| Orago | Nossa Senhora do Ó | |||
| Sítio | Junta de Freguesia de Águas Santas | |||
Águas Santas é uma freguesia portuguesa do concelho da Maia, com 7,86 km² de área e aproximadamente 27 500 habitantes[1]. A freguesia é limitada a noroeste pela freguesia de Milheirós, a norte por Nogueira, a oeste por São Mamede de Infesta, a este por Ermesinde, a sudeste por Rio Tinto e a sul por Pedrouços.
A freguesia é atravessada pelo rio Leça.
É uma das vilas mais densamente populosas da zona de Entre Douro e Minho, e possui a viabilidade de numa data futura receber estatuto de cidade.
Actualmente permanece como a vila mais populosa do distrito do Porto e da Região Norte de Portugal.
[editar] História
A origem da freguesia de Águas Santas é anterior à formação da nacionalidade, havendo mesmo vestígios que asseguram a sua existência já no século VI. No entanto, o documento mais antigo que se conhece data de 1405 e consta dos registos relativos ao ano 1120 uma referência a Sancta Marya Aquis Sanctis, num foral de doação da cidade do Porto ao Bispo D. Hugo.
Conta a lenda que a madre superiora de um convento, ao saber da aproximação dos romanos, escondeu a imagem da Virgem Maria junto de uma fonte. Tempos decorridos, uma mulher que havia ido buscar água à fonte, reparou no invólucro ali junto resguardado e qual o seu espanto, ao desembrulhá-lo e ver a imagem de Nossa Senhora chorando. O povo, ao saber da notícia, chamou-lhe Fonte de Águas Santas. Mais tarde foi construída perto da fonte, a Igreja do Mosteiro de Águas Santas. Esta seria, então, a história do nome da freguesia.
Foi elevada a Vila no ano de 1986.
[editar] Património
Águas Santas destaca-se pelo seu riquíssimo património histórico, arqueológico e artístico. Tem no seu Mosteiro uma das maiores riquezas patrimoniais. A sua desconcertante arquitectura deve-se às múltiplas reformas que foi sofrendo ao longo dos tempos. Uma escultura em bronze de autoria de Soares dos Reis (1874) embeleza uma sepultura no cemitério local.
Referências
- ↑ Título não preenchido, favor adicionar. Ine.pt.