Agente Smith

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Agente Smith
Personagem de Matrix
Agent Smith.jpg

Agente Smith
Sexo Masculino
Espécie programa de computador
Actividade(s) Agente, mais tarde vírus
Especialidade(s) Exterminação
Criado por Andy e Larry Wachowski
Primeira aparição The Matrix
Última aparição The Matrix Revolutions
Interpretado por Hugo Weaving
Projecto Cinema  · Portal Cinema

Agente Smith, também conhecido como "Smith", é personagem de ficção e vilão da série Matrix, interpretado pelo ator Hugo Weaving.

Os agentes na Matrix[editar | editar código-fonte]

De acordo com Morpheus, tutor do protagonista Neo, Smith é um Agente, uma manifestação da inteligência artifical no mundo da Matrix, com poderes extraordinários para manipular o seu ambiente (como força sobre-humana,desafiar a gravidade e rapidez para se desviar de balas). Entretanto, os Agentes possuem limitação, pois seus comportamentos são "baseados em regras do mundo em que vivem". Por exemplo, eles não podem voar, andar nas paredes, ou executar ações além das suas funções programadas. Como todos os outros Agentes, ele foi originalmente programado para manter ordem dentro do sistema, exterminando programas e humanos que apresentam instabilidade na realidade simulada. Como parte dos poderes para cumprir a tarefa, ele e outros Agentes podem tomar o corpo de qualquer humano que seja parte da Matrix, transformando-o em uma cópia de si mesmo. Agentes também podem comunicar-se com os outros agentes instantaneamente, através dos fones de ouvido (quando o Agente Smith remove o seu plug do ouvido, ele perde seu link com os outros agentes).

Visual dos Agentes[editar | editar código-fonte]

O visual e forma de Smith e os demais agentes são baseados em uma paranoia da cultura americana, desenvolvida principalmente na década de 1960, quando todos os agentes federais vestiam as mesmas roupas. Os agentes se vestem de ternos esverdeados, com o forro amarelo, e usam óculos preto, normalmente de armação quadrada. Quando Smith aparece em "Matrix Reloaded" e "Matrix Revolutions", nota-se que a armação dos olhos torna-se mais arredondada, isto deve à mistura do código dele com o do personagem Neo. Neo e os avatares humanos, usam óculos de armação mais redonda. A ideia por trás deste detalhe, é que a máquina procura formas mais certas e angulares para desenhar os seus avatares, enquanto por contraste os seres humanos procuram as com formas redondas, que se observam no desenho do homem vitruviano de Leonardo Da Vinci. A base na natureza humana obedece à formas mais redondas e proporcionais.

Todos os agentes são homens, brancos, gerando contraste contra a população de Zion, constituída de diversas culturas. A ideia de mostrar os Agentes como brancos/homens demonstra o conceito da Matrix de implantar nas pessoas preconceitos e referências para denotar medo e opressão. Pode-se ser observado que os dentes dos Agentes são todos brancos e alinhados, trazendo a evidência de que quando foi construída a interface dos agentes, pensou-se em seres humanos com traços perfeitos.

A voz dos Agentes é pausada e modulada, com se houvesse um grande consumo de poder de processamento para gerar a fala, alinhado com entonação de pontos e frases. De acordo com o make up, o ator Hugo Weaving se inspirou em narrações das rádios americanas da década de 1950.

Personalidade[editar | editar código-fonte]

O Agente Smith é muito mais individualista do que os outros agentes, desde o início. Embora outros agentes raramente tenham agido sem consultar uns aos outros através de seus fones de ouvido, e a tal ponto que muitas vezes eles terminam frases uns dos outros. Mas Smith não é visto geralmente recebendo ordens, mas usando seu fone de ouvido para reunir informações para seus próprios fins. Smith parece também ser o líder dos outros agentes no primeiro filme, como ele parece ter autoridade para lançar ataques Sentinelas no mundo real. Como os outros agentes, Smith geralmente aborda problemas através de um ponto de vista pragmático, mas se necessário, também age com a força bruta e a raiva aparente.

Os fones de ouvido representam alguma forma de mecanismo de controle das máquinas,as Sentinelas. É notável que quando está interrogando Morpheus, ele envia os outros agentes para a outra sala, em seguida, remove o fone de ouvido, libertando-se do link de Matrix e das máquinas antes de expressar sua opinião sobre a humanidade.

Logo depois, o Agente Smith acusa os habitantes de Matrix do cheiro repugnante (se é que existe tal coisa como cheiro). Smith tem um ódio aberto dos seres humanos e de suas fraquezas da carne. Ele compara a humanidade como um vírus, um organismo de doença que se reproduz descontroladamente e, eventualmente, destrói seu meio ambiente. Ele diz que a inteligência das maquinas mantêm eles em xeque. Ironicamente, Smith torna-se eventualmente um vírus de computador, multiplicando-se até que ele tenha superado a Matrix inteira.

Ao mesmo tempo, Smith desenvolve uma animosidade para com a própria Matrix, sentindo que ele é muito mais que um prisioneiro ,diferenciando-se dos humanos, ele é encarregado de controlar a Matrix. Mais tarde, ele desenvolve um desejo imenso e cada vez mais aberto para a destruição de ambos os homens e máquinas.

Os irmãos Wachowski têm comentado que a humanização gradual de Smith ao longo do filme Matrix é um processo que destina-se ao espelho e equilíbrio de poder próprio do Neo e a compreensão do Mundo das Máquinas.

The Matrix Reloaded[editar | editar código-fonte]

Como resultado de seu contato com Neo no primeiro filme, Smith é "desligado" da Matrix, deixando de ser um agente do sistema, mas uma espécie de "homem livre". Isto é percebido pela falta do seu fone de ouvido. Sua aparência mudou desde o primeiro filme, assim como o seus óculos escuro que são de uma forma diferente, mais angular que dos agentes da Matrix, e seu terno agora é preto, em vez de verde-escuro com um forro amarelo (código de Matrix). Ele ainda possui a capacidade de um agente, mas é capaz de saltar de um humano para outro, sendo capaz de transformar qualquer ser humano ou um programa na Matrix em um clone de si mesmo, formando um exército de Smiths. Smith retém as memórias e as habilidades da pessoa, se por a caso, for um lado sobre o qual ele copia a si mesmo. Essa habilidade é muito parecido como um vírus se replica, criando um contraste irônico com o primeiro filme, em que Smith compara a humanidade como um vírus. No começo do filme, Smith encurrala Bane, um dos despertos que é tripulante de uma nave de Zion, enquanto este estava na Matrix, e o transforma em um de seus clones, dominando sua mente e assim ganhando acesso ao mundo real.

The Matrix Revolutions[editar | editar código-fonte]

No terceiro filme, Smith aparece primeiramente, transformando Oráculo , Seraph, e Sati em clones seus. Depois, tenta matar Neo no mundo real (dentro do corpo de Bane), mas só consegue cegá-lo. Quando Neo combina com o Deus Ex-Machina que as Sentinelas deixarão os humanos em paz, em troca da destruição de Smith, o herói descobre que o ex-agente transformou todos os humanos e programas da Matrix em seus clones. Depois de um longo duelo, Smith consegue transformar Neo em uma de suas cópias. Porém, logo depois Ex-Machina mata Neo, fazendo com que todos os outros Smiths morram também. Não se sabe se Smith havia conseguido transformar o Arquiteto e o Merovingian em clones seus, mas é provável que sim

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