Alfredo da Rocha Faria

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Armas do segundo barão de Nioaque, as mesmas dos Farias.

Alfredo da Rocha Faria, segundo Barão de Nioaque, (Montevideu, 4 de dezembro de 1859Monte Carlo, 4 de janeiro de 1942) foi bacharel em Direito e nobre brasileiro.

Filho de Manuel Antônio da Rocha Faria, primeiro conde de Nioaque, e de Cecília Braga, esta, filha de Antônio Rodrigues Fernandes Braga.

Em 14 de setembro de 1885, na fazenda Três Poços, Barra Mansa, Rio de Janeiro, casou-se com Cecília Helena Monteiro de Barros, filha de Maria Eugênia Monteiro de Barros, Condessa de Monteiro de Barros, e neta de Lucas Antônio Monteiro de Castro, segundo Barão de Congonhas do Campo. Desta união, nasceram:

  1. Carlos Eduardo Emanuel da Rocha Faria de Nioaque, casado com Flora Franco de Lacerda Soares, filha de José de Lacerda Soares;
  2. Roberto Emanuel da Rocha Faria de Nioaque (Rio de Janeiro, 29 de agosto de 1888 — São Paulo, 15 de agosto de 1912);
  3. Gastão de Nioaque (Paris, 18 de abril de 1894Leysin, 24 de maio de 1911)[1] .

Moço fidalgo da Casa Imperial, recebeu a comenda da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

Brasão de Armas[editar | editar código-fonte]

Escudo ibérico de goles com uma torre de argente, aberta e iluminada de sable, acompanhada de cinco flores-de-lis de argente, sendo: três em chefe e uma em cada flanco. Coronel de barão. Listel de argente com a divisa: POTIVS MORI QVAM FIDEM FALERE (antes morrer do que faltar à palavra), em letras e goles.

Referências

  1. Maurício Monteiro de Barros. Resumo do livro "A Família Monteiro de Barros", escrito por Frederico de Barros Brotero (1877 - 1972). Visitado em 17 de novembro de 2014.
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