Antipositivismo
O antipositivismo refere-se a tudo aquilo que é contrário ao paradigma positivista. O antipositivismo rejeita o empirismo e a pretensão positivista que professa a existência de unidade metodológica entre as diferentes ciências.
No final do século XIX e início do século XX os antipositivistas redescobriram a oposição existente entre o mundo das ciências naturais e o mundo das ciências humanas, dando origem ao pensamento filosófico, sociológico e científico modernos.
Segundo os antipositivistas[quem?], o paradigma positivista caracterizado pela descrição, controle, imparcialidade e predição é superficial e incompleto.
Os maiores nomes do antipositivismo filosófico foram Henri Bergson e Karl Popper.
Os maiores representantes do antipositivismo sociológico foram Max Weber e Georg Simmel.
O surgimento da psicanálise e a descoberta dos mecanismos da dinâmica do inconsciente por Freud e Jung colocaram em cheque as concepções relacionadas à moral científica e à teoria cerebral positivista.
Com o advento da ciência moderna em 1905 através da publicação da teoria geral da relatividade de Einstein, tem início o colapso definitivo do paradigma positivista científico.
O progresso da ciência moderna e da astrofísica, e o surgimento da física quântica representam o triunfo do antipositivismo científico.
O antipositivismo foi responsável pala morte do positivismo em seus aspectos científico, sociológico e filosófico.