Auld Lang Syne

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Auld Lang Syne

Frank C. Stanley, 1910

Auld Lang Syne é uma tradicional canção em inglês, típica de Ano Novo.

Letra e conhecimento popular[editar | editar código-fonte]

É um poema escocês escrito por Robert Burns em 1788. Foi ajustada para uma tradicional melodia popular, bem conhecida em países ingleses e é muitas vezes cantada para comemorar o início do ano novo. Em países como Estados Unidos e Reino Unido, é conhecida popularmente "The Song that Nobody Knows"' (em português: A Música que Ninguém Conhece) porque, apesar de sua melodia ser muito conhecida, poucos conhecem a letra da canção até o final.

Should auld acquaintance be forgot
and never brought to mind?
Should auld acquaintance be forgot
and days of auld lang syne?
For auld lang syne, my dear,
for auld lang syne,
we'll take a cup of kindness yet,
for auld lang syne.
Should auld acquaintance be forgot
and never brought to mind?
Should auld acquaintance be forgot
and days of auld lang syne?
And here's a hand, my trusty friend
And gie's a hand o' thine
We'll tak' a cup o' kindness yet
For auld lang syne

História[editar | editar código-fonte]

Robert Burns enviou uma cópia da canção original para Museu musical escocês com a observação: “a canção seguinte, uma velha canção, dos tempos velhos, e que nunca esteve na impressão, nem até no manuscrito até que eu o derrubasse de um velho homem"Alguns versos líricos de fato foram "reunidos" e não compostos pelo poeta; o verso "Old Long Syne” impresso em 1711 por James Watson mostra uma semelhança considerável como primeiro verso do poema de Burns.

Há alguma dúvida se a melodia usada hoje na Escócia e no resto do mundo é a mesma escrita por Burns.

O canto da canção pelos escoceses nas vésperas do ano novo logo virou uma tradição em outras partes do mundo.

O líder de banda canadense Guy Lombardo muitas vezes é creditado com a popularização do uso da canção em celebrações de Ano Novo na America pelas suas transmissões anuais em rádio e televisão, começando em 1929. A canção transformou-se sua marca registrada. Além das suas transmissões Lombardo gravou a canção mais do que uma vez. O seu primeiro registro foi em 1939. Uma gravou feita em 29 de Setembro de 1947 foi emitido como um single por Registros de Decca como catálogo *24260. [6]

Artigos de jornais descrevem farristas de dois lados do Atlântico cantando a canção para conduzir no Ano Novo:

  • “Partidos de Férias em Lenox" (o Massachusetts, os EUA) (1896)–a companhia juntou as mãos na grande sala de música meia-noite e cantou “Auld Lang Syne”como o último curso de 12 soou e o ano novo entrou.
  • véspera de Ano Novo em Londres" (Londres, Inglaterra) (1910)–Costumes usuais observados por Pessoa de todas as classes… A passagem do ano velho foi comemorada em Londres muito como de costume.Os residentes escoceses recolheram fora da igreja St. Paul' e cantou “Lang Auld Syne” no o último curso soados do grande sino.

Um manuscrito de “Lang Auld Syne” é mantido na coleção permanente da Biblioteca de Lilly na Universidade de Indiana em Bloomington,Indiana.

No Brasil recebeu uma versão de Alberto Ribeiro e Carlos Alberto Ferreira Braga (Braguinha - João de Barro) e ficou conhecida como a "Valsa da Despedida", adaptada em 1941.

Adeus amor
Eu vou partir
Ouço ao longe um clarim
Mas onde eu for irei sentir
Os teus passos junto a mim
Estando em luta
Estando a sós
Ouvirei a tua voz.
A noite brilha em teu olhar
A certeza me deu
De que ninguém pode afastar
O meu coração
Do seu.
Então na terra
Onde for
Viverá o nosso amor.
A luz que brilha em teus olhar
A certeza me deu
De que ninguém pode afastar
O meu coração
Do teu.
No céu na terra
Onde for
Viverá o nosso amor.


Esta canção também é entoada pelos formandos da Escola de Especialistas de Aeronáutica da Força Aérea Brasileira na cerimônia de graduação dos novos Sargentos

Letra[editar | editar código-fonte]

Como falado acima auld lang syne significa literalmente "velho longo, uma vez que" ,mas uma tradução mais detalhada ficaria algo como "muito tempo atrás" "dias de há muito tempo", ou "velhos tempos". "Pelos velhos tempos" ou "para os (bons) velhos tempos",Pode ser expressões dos nossos dias como o uso comum em brindes que fortalece o espírito de auld lang syne.Embora a canção comece com uma pergunta se os velhos tempos devem ser esquecidos, a canção geralmente é interpretada como uma forma de lembrar amizades longa data.As canções selecionadas por Thomsons foram publicadas em 1799, na qual o segundo verso ressalta a saudação e o brinde presente a sua posição atual.

A parte da canção mais útilizada geralmente e só o primeiro verso e o coro.A confusão sobre a significação exata das palavras levou a um uso comum de "For the sake of" ou "For the days of" na última linha.

Complete lyrics
Old Long Syne, de James Watson (1711) verso Robert Burns tradução em português
(minimalist)
Scots pronunciation guide
(as Scots speakers would sound)
IPA pronunciation guide

Should Old Acquaintance be forgot,
and never thought upon;
The flames of Love extinguished,
and fully past and gone:
Is thy sweet Heart now grown so cold,
that loving Breast of thine;
That thou canst never once reflect
on Old long syne.

CHORUS:
On Old long syne my Jo,
in Old long syne,
That thou canst never once reflect,
in Old long syne.

My Heart is ravisht with delight,
when thee I think upon;
All Grief and Sorrow takes the flight,
and speedily is gone;
The bright resemblance of thy Face,
so fills this, Heart of mine;
That Force nor Fate can me displease,
for Old long syne.

CHORUS:
For Old long syne my Jo,
for Old long syne
That thou canst never once reflect,
On Old long syne.

Since thoughts of thee doth banish grief,
when from thee I am gone;
will not thy presence yeild relief,
to this sad Heart of mine:
Why doth thy presence me defeat,
with excellence divine?
Especially when I reflect
on Old long syne

CHORUS:
On old long syne my Jo,
on Old long syne:
That thou canst never once reflect,
on Old long syne.

Oh, then, Clorinda, prove more kind,
be not ungratefull still:
Since that my Heart ye have so ty'd,
why shoud ye then it kill:
Sure, Faith and Hope depend on thee,
kill me not with disdain:
Or else I swear I'll still reflect
on Old long syne.

CHORUS:
On Old long syne my Jo,
on Old long syne;
I pray you do but once reflect,
on Old long syne.

Since you have rob'd me of my Heart;
It`s reason I have yours;
Which Madam Nature doth impart,
to your black Eyes and Browes:
With honour it doth not consist,
to hold thy Slave in pain:
Pray let thy rigour then resist,
for Old long syne.

CHORUS:
For Old long syne my Jo,
for Old long syne;
That then canst never once reflect,
on Old long syne.

It is my freedom I do crave,
by depracating pain;
Since libertie ye will not give,
who glories in his Chain:
But yet I wish the gods to move
that noble Heart of thine;
To pity since ye cannot love,
for Old long syne.

CHORUS:
For Old long syne my Jo,
for Old long syne;
That thou may ever once reflect,
on Old long syne.

But since that nothing can prevail
and all hopes are in vain;
From these rejected Eyes of mine,
still showers of Tears Shall rain:
Though thou wast Rebel to the King
and beat with Wind therein,
Assure thy self of welcome Love,
for Old long syne.

CHORUS:
For Old long syne my Jo,
for Old long syne,
Assure thy self of welcome Love,
for Old long syne.

Should auld acquaintance be forgot,
and never brought to mind ?
Should auld acquaintance be forgot,
and auld lang syne ?

CHORUS:
For auld lang syne, my jo,
for auld lang syne,
we’ll tak a cup o’ kindness yet,
for auld lang syne.

And surely ye’ll be your pint-stowp !
and surely I’ll be mine !
And we’ll tak a cup o’ kindness yet,
for auld lang syne.

CHORUS

We twa hae run about the braes,
and pu’d the gowans fine ;
But we’ve wander’d mony a weary foot,
sin auld lang syne.

CHORUS

We twa hae paidl’d i' the burn,
frae morning sun till dine ;
But seas between us braid hae roar’d
sin auld lang syne.

CHORUS

And there’s a hand, my trusty fiere !
and gie's a hand o’ thine !
And we’ll tak a right gude-willy waught,
for auld lang syne.

CHORUS

Deve um antigo conhecido ser esquecido,
E nunca trazido à mente ?
Deve um antigo conhecido ser esquecido,
Nos bons e velhos tempos (auld lang syne)?

Refrão:
Pelos bons e velhos tempos (auld lang syne), meu caro
Pelos bons e velhos tempos (auld lang syne)
Ainda beberemos do copo da bondade
pelos bons e velhos tempos (auld lang syne).

E certamente tu compraras mais um copo,
E certamente eu comprarei o meu!
E beberemos do copo da bondade,
Pelos bons e velhos tempos (auld lang syne)!

Refrão:

Nós dois corremos sobre as encostas
Colhendo finas margaridas
De pes desgastados de tanto caminhar
La nos bons velhos tempos (auld lang syne)!

Refrão:

Nós dois remamos no riacho,
Desde o sol do amanhecer ate a escuridao.
Mais o vasto mar entre nos ha bramido,
Desde os bons e velhos tempos (auld lang syne).

Refrão:

Tome a minha mao, meu confiavel amigo!
E me de essa tua mao!
Tomaremos um chope certo de boa bondade,
Para os bons e velhos tempos (auld lang syne).

Refrão:

Shid ald akwentans bee firgot,
an nivir brocht ti mynd?
Shid ald akwentans bee firgot,
an ald lang syn?

CHORUS:
Fir ald lang syn, ma jo,
fir ald lang syn,
wil tak a cup o kyndnes yet,
fir ald lang syn.

An sheerly yil bee yur pynt-staup!
an sheerly al bee myn!
An will tak a cup o kyndnes yet,
fir ald lang syn.

CHORUS

We twa hay rin aboot the braes,
an pood the gowans fyn;
Bit weev wandert monae a weery fet,
sin ald lang syn.

CHORUS

We twa hay pedilt in the burn,
fray mornin sun til dyn;
But seas between us bred hay roard
sin ald lang syn.

CHORUS

An thers a han, my trustee feer!
an gees a han o thyn!
And we’ll tak a richt gude-willie-waucht,
fir ald lang syn.

CHORUS

ʃɪd o̜ːld ə.kwɛn.təns bi fəɾ.ɡot,
ən nɪ.vəɾ brɔxt tɪ məin ?
ʃɪd o̜ːld ə.kwɛn.təns bi fəɾ.ɡot,
ən o̜ːl lɑŋ səin ?

CHORUS:
fəɾ o̜ːl lɑŋ səin, mɑ diːɾ,
fəɾ o̜ːl lɑŋ səin,
wiːl tɑk ə kʌp ə kəin.nəs jɛt,
fəɾ o̜ːl lɑŋ səin.

ən ʃeːr.li jiːl bi juːɾ pəin.stʌup !
ən ʃeːr.li ɑːl bi məin !
ən wiːl tɑk ə kʌp ə kəin.nəs jɛt,
fəɾ o̜ːl lɑŋ səin.

CHORUS

wi two̜̜ː heː rɪn ə.but ðə breːz,
ən puːd ðə ɡʌu.ənz fəin ;
bʌt wiːv wɑn.əɾt mʌ.ne ə wiːɾɪ fɪt,
sɪn o̜ːl laŋ səin.

CHORUS

wi two̜̜ː heː pe.dlt ɪn ðə bʌɾn,
freː moːɾ.nɪn sɪn tɪl dəin ;
bʌt siːz ə.twin ʌs bred heː roːrd
sɪn o̜lː laŋ səin.

CHORUS

ən ðeːrz ə ho̜ːn, mɑ trʌs.tɪ fiːɾ !
ən ɡiːz ə ho̜ːn ə ðəin !
ən wiːl tak ə rɪxt ɡɪd wʌ.lɪ wo̜ːxt,
fəɾ o̜lː laŋ səin.

CHORUS

dine = dinner time

Ver também[editar | editar código-fonte]