Blue chip

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O termo blue chip é originário dos cassinos onde, no pôquer, as fichas azuis (literalmente blue chips em inglês) são as mais valiosas. É empregado nos mercados de ações por analogia, para designar ações de empresas bem estabelecidas, de grande porte, nacional e internacional, com comprovada lucratividade, principalmente a longo prazo, e com poucas obrigações, resultando em situação econômica e financeira positiva.

Normalmente, representam as ações das empresas mais bem cotadas na bolsa de valores. Essas ações são chamadas de "ações de primeira linha", ou seja as ações com mais liquidez de mercado, porque são as mais procuradas, com muitos negócios realizados diariamente. Não há uma lista oficial dessas ações: é um consenso de mercado. A lista de blue chips muda periodicamente, mas há sempre aquelas que, entra ano e sai ano, continuam no topo, tais quais VALE5 e PETR4 (ações da Vale e da Petrobras, respectivamente).

Parece que o termo foi cunhado por Oliver Gingold da Dow Jones & Company em 1923 ou 1924. Reza a lenda, segundo folclore da companhia estadunidense, que o termo nasceu quando Gingold estava diante da stock ticker da corretora que mais tarde veio a ser a Merrill Lynch. Notando diversos negócios a US$200 por ação ou mais, virou-se para Lucien Hooper da W.E. Hutton & Co. e disse que pretendia voltar para o escritório e escrever algum artigo sobre essas ações blue chips. Assim nasceu o termo.

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