Código Fonético Internacional

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Código Fonético Internacional e o código internacional de sinais, chamado de Código Q, foi aprovado em 21 de Dezembro de 1959, na Convenção Internacional de Telecomunicações em Genebra.

Função[editar | editar código-fonte]

A função do código fonético e código Q, é simplificar, dar maior fluidez, e principalmente o entendimento entre operadores de radiocomunicação em qualquer idioma, tanto falado, quanto codificado em Código Morse, pela substituição de informações por um conjunto de três letras, sempre iniciadas pela letra Q.

O mesmo grupo de letras pode ter sentido negativo seguido da letra "N", ou afirmativo seguido da letra "C".

Abreviaturas[editar | editar código-fonte]

Desde que não se utilizem abreviaturas, e não sendo possível outro sinal ou método convencional, é permitido o emprego de palavras ou expressões em linguagem corrente para complementar ou ampliar o significado da linguagem "Q".

Código Q[editar | editar código-fonte]

Código fonético internacional[editar | editar código-fonte]

O código fonético internacional associa respectivas letras do alfabeto a respectivas palavras. Sendo A corespondente a Alfa, B correspondente a Bravo e assim sucessivamente. Internacionalmente foi criado um alfabeto-padrão pela Organização de Aviação Civil Internacional e também adotado pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Radioamadorismo e outros utilizadores[editar | editar código-fonte]

O Código Q e o código fonético internacional são muito utilizados por radioamadores do mundo inteiro em troca de informações e mensagens tanto em curta distâncias quanto em longas distâncias. Além dos operadores de estações amadoras de radiocomunicação, aqueles códigos são utilizados por serviços diversos, tanto civis quanto militares, profissionais e empresas de comunicações ou que utilizam a radiocomunicação como fator de contactos entre seus integrantes.