Força Aérea Brasileira

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Força Aérea Brasileira
COA of Brazilian Air Force.svg
Símbolo da FAB
País  Brasil
Corporação Forças Armadas do Brasil
Subordinação Ministério da Defesa
Missão Defesa Aérea
Sigla FAB
Criação 1941
Aniversários 20 de janeiro
Patrono Alberto Santos Dumont[1]

Marechal-do-ar Eduardo Gomes[2]

Marcha Hino dos Aviadores Brasileiros
Lema Asas que protegem o País
História
Guerras/batalhas Segunda Guerra Mundial (1942-1945)
Guerrilha do Araguaia (1972-1974)
Logística
Efetivo 77.454 militares[3]
Insígnias
Cocar Brazilian Air Force roundel.svg
Cocar de Baixa Visibilidade Brazilian Air Force roundel LOW Visibility.svg
Emblema do estabilizador vertical Fin flash of Brazil.svg
Comando
Tenente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito
Sede
Sede Brasília, DF
Esplanada dos Ministérios Bloco M - 7º Andar
Internet Página oficial
Flickr
RSS
Youtube

Força Aérea Brasileira (FAB) é uma das três Forças Armadas do Brasil e a maior força aérea da América Latina em contingente, número de aviões e poder de fogo.[4]

História[editar | editar código-fonte]

Criação[editar | editar código-fonte]

1º GAvCa. P-47 levava o emblema "Senta a pua!" no nariz juntamente com a insígnia nacional do Brasil.

A criação da Força Aérea Real (Reino Unido) em 1918, da Força Aérea Italiana (Regia Aeronautica) e da Força Aérea da França durante a década de 1920, levou a idéia de unir o poder aéreo brasileiro sob a mesma organização. Juntamente com esses eventos, os estrategistas brasileiros também foram influenciados pelas teorias de Giulio Douhet, Billy Mitchell e Hugh Montague Trenchard.[carece de fontes?]

O primeiro manifesto público para criar um serviço aéreo militar integrado surgiu em 1928,[5] quando um major do exército chamado Lysias Rodrigues escreveu um artigo chamado Uma necessidade premente: o Ministério do Ar. Dois anos mais tarde, a Missão Militar Francesa, trabalhando para o Exército Brasileiro, deu os primeiros passos para organizar um braço aéreo nacional. A ideia recebe maior apoio quando um grupo de aviadores brasileiros vieram da Itália em 1934 e explicaram as vantagens de se ter uma aviação militar unificada. Além disso, a Revolução Espanhola e os primeiros movimentos da Segunda Guerra Mundial no final dos anos 1930 mostraram a importância do poder aéreo para as estratégias militares.

Um dos principais defensores do plano para criar uma força aérea independente foi o então presidente Getúlio Vargas. Ele organizou um grupo de estudos no início de 1940 e toda a estrutura do Ministério da Aeronáutica foi criada no final desse ano. Esta nova agência governamental era a responsável por todos os aspectos da aviação civil e militar, incluindo regulação, infraestrutura e organização.[6]

Formalmente, o Ministério da Aeronáutica foi fundado em 20 de janeiro de 1941 e o seu ramo militar foi chamado "Forças Aéreas Nacionais", alterado para "Força Aérea Brasileira" (FAB) em 22 maio daquele ano. Os ramos aéreos do Exército ("Aviação Militar") e da Marinha ("Aviação Naval") foram extintos e todo o pessoal, aeronaves, instalações e outros equipamentos relacionados foram transferidos para a FAB.[6]

Segunda Guerra Mundial[editar | editar código-fonte]

P-47 Thunderbolt empregado pela FAB durante a II Guerra Mundial.

A Força Aérea Brasileira obteve seu batismo de fogo durante a Segunda Guerra Mundial participando da guerra antissubmarino no Atlântico Sul e, na Europa, como integrante da Força Expedicionária Brasileira que lutou ao lado dos Aliados na frente italiana. Foram enviadas para a Itália duas unidades aéreas da FAB, o 1º Grupo de Aviação de Caça, o Senta a Púa!, e a Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação (1ª ELO). A Força Aérea Brasileira contribuiu ao esforço de guerra dos Aliados na 2 ª Guerra Mundial, especialmente na frente italiana. A FAB estava principalmente equipada com aviões americanos tais como o Thunderbolt P-47.[7] [7] [8] [9]

O submarino alemão U-199 foi afundado 31 de julho de 1943 no Atlântico Sul a leste do Rio de Janeiro, por bombas um avião Mariner americano (VP-74) e dois aviões brasileiros (Catalina e Hudson) da Força Aérea Brasileira. Houve 49 sobreviventes e 12 mortos.

Em 9 de novembro de 2003, foi inaugurado em Pianoro, Itália, mais precisamente no distrito de Livergnano, uma placa em homenagem ao 2º Tenente-Aviador John Richardson Cordeiro e Silva, primeiro piloto da FAB abatido em combate, e a todos os demais integrantes da Força Aérea que estiveram lutando na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. A placa foi agregada ao monumento já existente em homenagem aos que morreram combatendo os nazifascistas na guerra. A localidade de Livergnano foi escolhida por ter sido o local onde a aeronave de caça do tenente Cordeiro, um P-47 Thunderbolt, foi abatida em 6 de novembro de 1944, pela temida Flak, bateria antiaérea alemã, no regresso de uma missão de combate no norte da Itália.

Pós-Segunda Guerra e Guerra Fria[editar | editar código-fonte]

O Embraer AT-26 Xavante, que deixou de ser usado pela FAB em 2010.

Após a Grande Guerra, a FAB começou a voar com o caça a jato britânico Gloster Meteor. Os jatos foram comprados dos britânicos por 15.000 toneladas de algodão bruto, como o Brasil não tinha reservas em moeda estrangeira de sobra. O jato foi operado pela FAB até meados dos anos 1960, quando foi substituído pelo F-80C e TF-33A, que mais tarde foram substituídos pelos jatos MB-326, Mirage III e Northrop F-5.

Durante a Guerra Fria, a República brasileira estava alinhada com os Estados Unidos e a OTAN. Isto significava que os F-5 podiam ser comprados mais baratos dos Estados Unidos, que chamavam este jato o "Freedom Fighter". Muitos outros países, como México, também se beneficiaram desta política.

A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica, Aeronáutica brasileira Co.) tem suas origens como uma empresa diretamente gerida e promovida pela FAB. Trabalhando com empresas italianas, desenvolveu o avião de ataque AMX nova (conhecida localmente como A-1) que constitui a espinha dorsal da força de ataque da FAB. O bem-sucedido Tucano T-27 e o avião de ataque "A-29", fabricados pela Embraer, também são amplamente utilizados pela FAB.

Organização e estrutura[editar | editar código-fonte]

Mirage 2000 durante a Cruzex IV 2008 em Natal. Este avião foi desativado em dezembro de 2013.[10] .
P-3AM
AT-27 Tucano
UH-60L Black Hawk
Mi-35M Hind
SH-1D
C-130 Hercules
T-27 Tucano da Esquadrilha da Fumaça, que hoje utiliza o A-29 Super Tucano.[11]
E-99 antigo R-99A

O Comando militar da força é exercido pelo Comando da Aeronáutica - COMAER, ao qual estão subordinados três Comandos-Gerais, três departamentos e diversos outros órgãos relacionadas com o funcionamento e administração da aviação brasileira, tanto civil como militar, e da pesquisa e desenvolvimento aeroespacial.

  • Os três Comandos Gerais são:
    • Comando-Geral de Operações Aéreas
    • Comando-Geral de Apoio
    • Comando-Geral de Pessoal
  • Os três Departamentos são:

Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR)[editar | editar código-fonte]

É ao Comando de Operações Aéreas (COMGAR) que estão subordinadas as unidades aéreas, bases aéreas e órgãos afins. Ou seja, o COMGAR é o braço armado da Força Aérea Brasileira.

Na estrutura do COMGAR, as unidades aéreas são agrupadas em quatro forças aéreas, a saber:

  • 1ª Força Aérea ou I FAe, com sede na cidade de Natal. Engloba as unidades de preparação avançada de pilotos da FAB.
  • 2ª Força Aérea ou II FAe, com sede na cidade do Rio de Janeiro. Engloba as unidades de asas rotativas (helicópteros) e as unidades de busca e salvamento, patrulha marítima e de apoio a Marinha em geral.
  • 3ª Força Aérea ou III FAe, com sede na cidade de Brasília, DF. Coordena e gerencia o emprego das unidades aéreas de aplicação estratégica e tática, bem como as de defesa aérea.
  • 5ª Força Aérea ou V FAe, com sede na cidade do Rio de Janeiro. É responsável pelas unidades de transporte, reabastecimento em vôo (REVO), lançamento de para-quedistas e apoio a unidades do Exército.

As unidades aéreas são as organizações militares que reúnem os meios operacionais da força. Cada unidade possui uma função específica, além de aeronaves, pessoal e instalações que assegurem o seu funcionamento.

As bases aéreas, por sua vez, estão organizadas através de uma divisão regional do território brasileiro, onde cada região (num total de sete) fica subordinada a um Comando Aéreo Regional (COMAR). São eles:

Investimentos[editar | editar código-fonte]

Em 18 de dezembro de 2008, o Presidente da República assinou o Decreto nº 6.703, aprovando a Estratégia Nacional de Defesa. O texto busca reafirmar a necessidade de se modernizar as Forças Armadas.

O governo brasileiro lançou um pacote de medidas que, em cinco anos, garantiria investimentos no setor equivalentes a 2,5% do PIB brasileiro, um aumento de 75%. Para 2008, US$ 5.6 bilhões (de um orçamento US$24.4 bilhões deverão ser investidos em novos equipamentos.[12] [13] O projeto de orçamento de 2009 prevê R$ 50,2 bilhões para a Defesa. Destes, R$ 10,9 bilhões para investimentos no Exército, Marinha e Aeronáutica, essa última com uma previsão de R$ 1,2 bilhões destinados ao reaparelhamento.[14]

O governo brasileiro, através do Centro Técnico Aeroespacial e da Agência Espacial Brasileira está investindo alto em um projeto que beneficiará as três forças armadas brasileiras, os satélites geo-estacionários brasileiros,[15] apenas com o projeto, já foram gastos R$ 10 milhões,[16] além de beneficiar diversas áreas civis, o projeto beneficiaria as forças armadas, que passariam a ter mais tecnologia para comunicações seguras e para monitorar o vasto território brasileiro, e este seria um embrião, para futuramente abandonar o sistema GPS estadunidense e criar um próprio sistema de tecnologia nacional. O Brasil é um dos 15 países que mantêm programas espaciais no mundo e o único na América Latina com um programa nesses moldes.[17]

O ministro da defesa Nelson Jobim, coordena uma licitação internacional de R$ 8 bilhões, para aquisição de aeronaves caça de ultima geração,[18] esta não é uma simples licitação para compra de aeronaves, o governo brasileiro pretende também adquirir a tecnologia necessária para fabricar seus próprios caças,[19] [20] com isto, em caso de conflito, o Brasil não dependerá de importações de aeronaves caça para se defender, terá a tecnologia para fabricá-los no país. As aeronaves que estão na fase final de seleção são a F/A-18E/F Super Hornet da empresa estadunidense Boeing, o Dassault Rafale da empresa francesa Dassault Aviation e o Gripen NG da empresa sueca SAAB.[20]

Já estão em operação na amazônia brasileira, os helicópteros de ataque e missões C-SAR, Mil Mi-35M, designados pela Força Aérea Brasileira como AH-2 Sabre, são helicópteros adquiridos da empresa russa Rossoboronexport, em contrato de US$ 363 milhões[21] firmado em 2008.[22]

Já está concretizado pelo Ministério da Defesa, o negócio com as empresas Eurocopter da França e a brasileira Helibrás, por 1,890 bilhão de euros, para a compra e fabricação no Brasil, com transferência de tecnologia, de 50 helicópteros [Super Cougar], que estão entre os helicópteros militares de transporte de tropas mais modernos do mundo, também foram adquiridos quinze helicópteros UH-60L Black Hawk já foram encomendados pelo Ministério da Defesa por US$ 525 milhões as empresas estadunidenses Sikorsky Aircraft Corporation e General Eletric Engines.[23]

Cem aviões leves de ataque A - 29 Super Tucano já foram entregues, foram adquiridos da empresa brasileira Embraer, esta aeronave é um sucesso de vendas da empresa, e inclusive foi utilizada no ataque da Força Aérea Colombiana a um acampamento do grupo narco-guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, onde Raúl Reyes, o número 2 na hierarquia do grupo, veio a óbito.[24]

O governo brasileiro, através da Força Aérea Brasileira, está participando em sociedade com as empresas Mectron do Brasil, a sul-africana Denel Aerospace Systems e a Força Aérea Sul-Africana no desenvolvimento e construção do míssil ar-ar A-Darter, projeto estimado em US$ 130 milhões, este míssil equipará os sessenta e oito caças F-5 da Força Aérea Brasileira, e as futuras aeronaves de 5º geração que serão adquiridas em processo licitatório que está em andamento. Além disto, a empresa Mectron desenvolveu para a FAB, outros mísseis, como o MAA-1B Piranha[25] e o míssil anti-radiação MAR-1, que foi concebido para atacar radares de sistemas de defesa antiaérea, terrestres e marítimos.[26]

Também está em desenvolvimento pela Embraer, com apoio do governo brasileiro, uma nova aeronave para transporte de tropas, cargas e lançamento de pára-quedistas, a ser utilizada pela FAB, o Embraer KC-390,[27] o congresso brasileiro aprovou R$ 800 milhões para a Embraer concluir o projeto, já é considerada pela imprensa especializada como a aeronave mais moderna da categoria, tal aeronave já despertou interesse internacional, e vários países já demonstraram interesse em adquiri-la e até participar no seu desenvolvimento, como a França e a Colômbia.[28]

A Força Aérea adotou o uso dos veículos aéreos não tripulados, conhecidos pela sigla VANT, que são controlados remotamente por militares. E está em fase de testes o VANT Hermes-450 da empresa israelense Elbit, na Base Aérea de Santa Maria.[29]

Outras compras e programas já realizados:

  • Programa F-5BR - modernização dos caças F-5 E/F, concluído.
  • Programa CL-X - compra de 12 aeronaves Casa C-295, todos entregues, com possibilidade de adquirir mais 8 unidades.
  • Programa P-X - compra e modernização, ainda em processo, de aeronaves P-3 para patrulha marítima.
  • Compra de 12 caças Mirage 2000, já entregues.
  • Compra de um novo avião presidencial, o Airbus, já entregue.
  • Compra de 2 aviões de transporte VIP, já entregues. A aeronave escolhida foi Embraer 190.
  • Programa AMX-M - O programa iniciado em 2004 e 'liderado' pela Embraer mostrou atividade ao contratar, em novembro de 2008, a Elbit para o desenvolvimento dos aviônicos para modernizar as aeronaves AMX, Deve ser finalizado até 2014.

Unidades[editar | editar código-fonte]

Unidades Operacionais[editar | editar código-fonte]

Comando Unidade Nome Aeronaves Base Aérea
I FAe 1º/5º GAv Esquadrão Rumba C-95A Base Aérea de Fortaleza
2º/5º GAv Esquadrão Joker A-29B Base Aérea de Natal
1º/11º GAv Esquadrão Gavião H-50 Base Aérea de Natal
GITE Grupo de Instrução Tática Especializada Base Aérea de Natal
II FAe 1º/7º GAv Esquadrão Orungan P-3AM Base Aérea de Salvador
2º/7º GAv Esquadrão Phoenix P-95B Base Aérea de Florianópolis
3º/7º GAv Esquadrão Netuno P-95A, P-95B Base Aérea de Belém
1º/8º GAv Esquadrão Falcão H-1H, H-36 Base Aérea de Belém
2º/8º GAv Esquadrão Poti AH-2 Base Aérea de Porto Velho
3º/8º GAv Esquadrão Puma H-34 Base Aérea dos Afonsos
5º/8º GAv Esquadrão Pantera H-60 Base Aérea de Santa Maria
7º/8º GAv Esquadrão Harpia H-60 Base Aérea de Manaus
2º/10º GAv Esquadrão Pelicano H-1H, SC-105 Base Aérea de Campo Grande
EAS Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento Base Aérea de Campo Grande
III FAe 1º/1º GAvCa Esquadrão Jambock F-5EM, F-5FM Base Aérea de Santa Cruz
2º/1º GAvCa Esquadrão Pif-Paf F-5EM Base Aérea de Santa Cruz
1º GDA Esquadrão Jaguar F-5EM Base Aérea de Anápolis
1º/3º GAv Esquadrão Escorpião A-29A, A-29B Base Aérea de Boa Vista
2º/3º GAv Esquadrão Grifo A-29A, A-29B Base Aérea de Porto Velho
3º/3º GAv Esquadrão Flecha A-29A, A-29B Base Aérea de Campo Grande
1º/4º GAv Esquadrão Pacau F-5EM Base Aérea de Manaus
1º/6º GAv Esquadrão Carcará R-35A, R-35AM Base Aérea de Recife
2º/6º GAv Esquadrão Guardião R-99, E-99 Base Aérea de Anápolis
1º/10º GAv Esquadrão Poker RA-1A Base Aérea de Santa Maria
3º/10º GAv Esquadrão Centauro A-1A, A-1B Base Aérea de Santa Maria
1º/14º GAv Esquadrão Pampa F-5EM, F-5FM Base Aérea de Canoas
1º/12º GAv Esquadrão Horus RQ-450 Base Aérea de Santa Maria
1º/16º GAv Esquadrão Adelphi A-1A, A-1B Base Aérea de Santa Cruz
V FAe 1º/1º GTT Esquadrão Coral C-130M Base Aérea dos Afonsos
2º/1º GTT Esquadrão Cascável C-130M/SC-130M Base Aérea dos Afonsos
1º/1º GT Esquadrão Gordo C-130M/KC-130M Base Aérea do Galeão
1º/2º GT Esquadrão Condor C-99A Base Aérea do Galeão
2º/2º GT Esquadrão Corsário KC-137 Base Aérea do Galeão
1º/9º GAv Esquadrão Arara C-105A Base Aérea de Manaus
1º/15º GAv Esquadrão Onça C-105A Base Aérea de Campo Grande
I COMAR 1º ETA Esquadrão Tracajá C-95B, C-98, C-97 Base Aérea de Belém
BINFAE-BE Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Belém Base Aérea de Belém
II COMAR 2º ETA Esquadrão Pastor C-95A, C-97, C-98 Base Aérea de Recife
BINFAE-RF Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Recife Base Aérea de Recife
III COMAR 3º ETA Esquadrão Pioneiro C-95M, C-95B, C-97 Base Aérea do Galeão
BINFAE-AF Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial dos Afonsos Base Aérea dos Afonsos
BINFAE-GL Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial do Galeão Base Aérea do Galeão
BINFAE-RJ Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial do Rio de Janeiro III COMAR
IV COMAR 4º ETA Esquadrão Carajá C-95A, C-97 Base Aérea de São Paulo
V COMAR 5º ETA Esquadrão Pégaso C-95M, C-95A, C-97, C-98 Base Aérea de Canoas
BINFAE-CO Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Canoas Base Aérea de Canoas
VI COMAR 6º ETA Esquadrão Guará C-95C, VC-97, C-98, VU-35, VU-55 Base Aérea de Brasília
BINFAE-BR Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Brasília Base Aérea de Brasília
VII COMAR 7º ETA Esquadrão Cobra C-97, C-98A/B Base Aérea de Manaus
BINFAE-MN Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Manaus Base Aérea de Manaus
DECEA GEIV Grupo Especial de Inspeção em Voo EC-95B/C, EU-93A III COMAR
1º/1º GCC 1º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Santa Cruz
2º/1º GCC 2º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Canoas
3º/1º GCC 3º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Natal
4º/1º GCC 4º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Santa Maria
5º/1º GCC 5º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Fortaleza
DCTA GEEV Grupo Especial de Ensaios em Vôo A-1, XU-93, T-27, H-55 São José dos Campos
CLA Centro de Lançamento de Alcântara C-98, H-50 Centro de Lançamento de Alcântara
DEPENS 1º EIA Esquadrão de Instrução Aérea, Esquadrão Cometa T-27 Academia da Força Aérea
2º EIA Esquadrão de Instrução Aérea, Esquadrão Apolo T-25 Academia da Força Aérea
Clube de Vôo à Vela U-19, TZ-23, Z-15, Z-16, Z-20 Academia da Força Aérea
GABAer GTE Grupo de Transporte Especial VC-1, VC-2, VC-99(A,B e C), H-34, H-35 Base Aérea de Brasília
EDA Esquadrão de Demonstração Aérea (Esquadrilha da Fumaça) A-29 Academia da Força Aérea
CELOG/CECAN CAN Correio Aéreo Nacional Base Aérea de Galeão

Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento[editar | editar código-fonte]

O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), mais conhecido como PARA-SAR ('PARA' de paraquedistas, 'SAR' do inglês search and rescue, "busca e salvamento"), é o Esquadrão de emprego operacional FAB, que realiza missões de operações especiais e de busca e resgate, com um efetivo especialista em missões, evasão e resgate em território hostil, próximo ou atrás das linhas inimigas e C-SAR,[30] está baseado na Base Aérea de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

Infantaria da Aeronáutica[editar | editar código-fonte]

A Infantaria da Aeronáutica, baseada na sua maioria pelos batalhões de infantaria da Aeronáutica, segundo seu regulamento, "tem como missão executar ações convencionais defensivas, ofensivas, e de proteção, a fim de contribuir para o cumprimento da missão constitucional da FAB, preservando equipamentos, instalações e pessoal de interesse da Força Aérea Brasileira".[31]

Controle do Espaço Aéreo[editar | editar código-fonte]

O espaço aéreo é controlado pelo Departamento de Controle do Espaço aéreo (DECEA), através do SISCEAB (Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro), que abrange toda a Circulação Aérea Nacional (CAN). O DECEA exerce sua função por intermédio da atuação de quatro Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA), um Serviço Regional de Proteção ao Voo (SPRV), cinco Centros de Controle de Área (ACC), quarenta e sete Centros de Controle de Aproximação (APP), cinquenta e nove Torres de Controle de Aeródromo (TWR), e ainda setenta e nove Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA).

Destacamentos[editar | editar código-fonte]

Efetivo[editar | editar código-fonte]

em 11 de outubro de 2011, a Força Aérea Brasileira contava com o efetivo de 77.454 pessoas, sendo 70.907 militares e 6.547 civis.

No ano de 1982 foi permitido a mulheres ingressarem na Aeronáutica.

Posto e Graduações[editar | editar código-fonte]

Exercícios[editar | editar código-fonte]

A Força Aérea Brasileira realiza operações aéreas com o objetivo principal de treinar suas tropas e testar seus equipamentos para mantê-los sempre capacitados a oferecer uma pronta-resposta em caso de possíveis acionamentos e necessidades. Os exercícios são de variadas naturezas, visando determinadas metas, e envolvem diversas Unidades. Dependendo da manobra, até mesmo Forças Aéreas de outros países: são as operações conjuntas, que trazem benefícios comuns às nações participantes, além de ajudas humanitárias no Brasil ou no Exterior:[33]

  • Cruzex I 2002Argentina,Brasil,França,Chile
  • Cruzex II 2004Argentina,Brasil,França,Venezuela
  • Cruzex III 2006Argentina,Brasil,Chile,França,Uruguai,Venezuela
  • Cruzex IV 2008Brasil,Chile,França,Uruguai,Venezuela
  • Cruzex V 2010Brasil,Chile,França,Uruguai,Estados Unidos

Equipamento[editar | editar código-fonte]

Aeronaves[editar | editar código-fonte]

Aeronave Origem Tipo Designação na FAB Quantidade[34] Observações Foto
Aviões de caça
Northrop F-5E/F Tiger II  Estados Unidos Caça F-5EM/FM 57 Função principal: Defesa aérea/Interceptação.
Modernizados para o padrão F-5M. Serão retirados de serviço até 2025 (e substituídos pelo Saab Gripen NG)
Aeronaves Ágata 7 (8780125771).jpg
Aviões de ataque
AMX  Brasil
 Itália
Ataque ao solo A-1
A-1B
42
11
Serão modernizados 43 unidades para o padrão A-1M realizado pela Embraer e pela Elbit. Previsão de retirada em 2030, quando serão substituídos por um novo lote de Saab Gripen NG.
FAB AMX International A-1A - Lofting.jpg
Aviões de treinamento e ataque leve
Embraer EMB 312 Tucano  Brasil Caça leve/Treinamento AT/T-27 109
Smoke squadron lands in tucano arp.jpg
Embraer EMB 314 Super Tucano  Brasil Caça leve/Treinamento Avançado A-29/29B 99
Super Tucano at URUBRA I exercise.jpg
Neiva T-25  Brasil Treinamento Básico T-25 57
Neiva T-25 Universal.jpg
Aviões de transporte
Airbus A319 União Europeia Avião Presidencial VC-1A 1
FAB 001 (exterior 2).jpg
Embraer 190  Brasil Avião Presidencial (vôos domésticos) VC-2 2
BrazilAirForce1.JPG
Boeing KC-137 Stratoliner  Estados Unidos Reabastecimento em vôo / Transporte KC-137 (707-320C) 4 Desativados em 2013, serão substituídos pelo Boeing KC-767, convertidos em aviões de transporte/tanque pela IAI israelense.
Australian air force 707-368C (code A20-261) Perth International Airport Australia.jpg
British Aerospace BAe 125-400  Reino Unido Ensaios em vôo XU-93 1
Dominie.xs739.arp.jpg
EADS/CASA C-295 Flag of Spain.svg Espanha
Indonésia
Transporte C-105A 15 Mais 8 serão entregues.
Casa c-295 c-105 riat2009 arp.jpg
Embraer EMB-110 Bandeirante  Brasil Transporte/utilitário
SAR
Patrulha marítima
TOTAL C-95/P-95/R-95
C-95/A/B/EC-95/SC-95B
C-95C (EMB 110P1K)
RC-95 (EMB 110B)
P-95A/B (EMB-111)
88
59
5
5
19
41 deles serão modernizados (C-95A, C95B, C95C, SC95B, R95). O restante será retirado.
Exército salto 170606 REFON 1.JPG
Embraer EMB 120 Brasília  Brasil Transporte TOTAL C-97
C-97 (EMB 120)
VC-97 (EMB 120ER)
VC-97 (EMB 120RT)
17
9
3
5
Network Aviation Embraer EMB-120 PER Smith.jpg
Embraer EMB-121 Xingu  Brasil Transporte VU-9 8
EMB-121 marine.JPG
Embraer ERJ-135  Brasil Transporte VC-99C 4
Embraer ERJ-135 1 Ploemeur 02-04-05.JPG
Embraer ERJ-145  Brasil Transporte C-99 (EMB-145) 7
Embraer.arp.750pix.jpg
Learjet 35  Estados Unidos Transporte
Foto aérea
VC-35
R-35A
9
3
Swissaf.learjet35a.t-781.arp.jpg
Learjet 55  Estados Unidos Transporte VU-55C 1
N355UA (6284757116).jpg
C-130 Hércules  Estados Unidos Transporte/Reabastecimento em vôo C-130E/H
KC-130H
21
2
C130 Hercules, Brazilian Air Force I.jpg
Helicópteros
UH-1 Iroquois  Estados Unidos Utilitário H-1H 33 Serão retirados em 2012. Substituídos pelos H-36 e H-60
Huey1.jpg
Bell 206 JetRanger  Estados Unidos Utilitário H-4B (206B) 3
UH-60 Black Hawk  Estados Unidos Combate SAR / Busca e Salvamento H-60L 16[35] [36] Mais 15 H-60 foram requisitados.
UH-60 Black Hawk da FAB.jpg
Eurocopter AS-332 Super Puma  Brasil
 França
 Alemanha
Flag of Spain.svg Espanha
Transporte H-34 (AS-332M)
VH-34
6
2
H-34 Super Puma da FAB.jpg
Eurocopter EC 135  Brasil
 França
 Alemanha
Flag of Spain.svg Espanha
Transporte VH-35 (EC-135T2i) 2
EC135Bundespolizei.jpg
Helibras HB-350B  Brasil
 França
 Alemanha
Flag of Spain.svg Espanha
Utilitário H-50 25
Navy squirrel helicopter acrobatics display.jpg
Helibras HB-355  Brasil
 França
 Alemanha
Flag of Spain.svg Espanha
Utilitário/Ensaios em vôo H-55 3
29.10.08 vôo SJC 036.jpg
Eurocopter EC 725 (H 36) União Europeia
 Brasil
Combate SAR/transporte H-36 1 A primeira unidade da FAB ja foi entregue junto com uma da Marinha e uma do EB.[37]
Caracal2552.jpg
Mil Mi-35  Rússia Ataque AH-2 Sabre 12
Mi-24.jpg
Aviões utilitários
Embraer EMB 810 Seneca II/III  Brasil Utilitário U-7/7A (EMB 810C) 9
Piper.seneca.pa34.g-elis.bristol.arp.jpg
Embraer Ipanema  Brasil Utilitário U-19 4
Piper PA-32 Cherokee  Estados Unidos Utilitário 1
Piper.pa32.cherokee.six.g-bxwp.arp.jpg
Cessna 208 Caravan I/II  Estados Unidos Utilitário C-98 (208A)
C-98B (208B)
8
10
Cessna.208b.n208nj.arp.jpg
Aviões de Vigilância aérea/Sensoreamento Remoto/Patrulha
Lockheed P-3 Orion  Estados Unidos Patrulha marítima P-3M/BR 9[38]
Orion.usnavy.750pix.jpg
Embraer E-99/R-99  Brasil Alerta Aéreo Antecipado/Sensoreamento Remoto E/R 99 5 E-99s
3 R-99s
R-99a-fab6704.jpg
Elbit Hermes 450  Israel Vigilância aérea/Reconhecimento RQ-450 4 2 unidades de testes serão devolvidas em 2014
Hermes 450.jpg
Elbit Hermes 900  Israel Vigilância aérea/Reconhecimento 1[39]
Elbit Hermes 900s.JPG
Futuras Aquisições
Aeronave Origem Tipo Designação na FAB Quantidade Observações Foto
Eurocopter EC 725 (H-36) União Europeia
 Brasil
Combate SAR/transporte H-36 18 (8 C-SAR+8 Transporte+2 VIP) Serão fabricadas até 18 unidades para a FAB na fábrica da Helibrás em Itajubá, Minas Gerais. Primeiras unidades serão entregues em 2010.[40]
Caracal2552.jpg
Embraer KC-390  Brasil Transporte/Reabastecimento em vôo KC-390 3 + 22 3 protótipos do KC-390 estão em construção. Encomenda de 28 unidades em 22 de julho de 2010.[41]
Apresentação KC-390 (15414135738).jpg
P-3 Orion  Estados Unidos
Flag of Spain.svg Espanha
Patrulha Marítima P-3AM 9 8+1(operacionais)+3 (suprimento). Unidades a serem entregues com atualizações em diversos componentes[42]
Orion.usnavy.750pix.jpg
Gripen NG (Projeto FX-2)  Suécia Multifunção (Defesa aérea/Interceptação/Ataque ao solo/Reconhecimento) FX-2 36 Será o novo principal caça multifunção da Força Aérea.[43]

A FAB planeja adquirir um total 108 caças[44] , que substituirão todos os Mirage 2000 (já desativados), F-5M (desativados até 2025) e AMX (modernizados, desativados até 2030).

Gripen 39-7 Bthebest.jpg

Armamento[editar | editar código-fonte]

Mísseis, Bombas e Foguetes[editar | editar código-fonte]

Tipo Armamento Emprego Origem Aeronave
Míssil anticarro 9M120 Ataka-V Alto explosivos anti-tanque  Rússia AH-2 (Mi-35M)
Míssil antinavio MAN-1 Será um míssil anti-navio com um Alcance 60–80 km  Brasil A-1M
Míssil antinavio AGM-84 Harpoon Harpoon Block é um míssil lançado-ar  Estados Unidos P-3M
Míssil ar-ar A-Darter 5° Geração de mísseis Ar-Ar  Brasil/ África do Sul Gripen NG, A-1M
Míssil ar-ar Mectron MAA-1 Piranha Mísseis ar ar de curto alcance  Brasil F-5M, A-29, A-1M
Míssil ar-ar MAA-1B"Piranha B" Esta nova versão do Piranha, se encaixa como um míssil de quarta geração com "Off boresigh", cerca de 90 ° e uma gama maior de 50%  Brasil F-5M, A-29, A-1M
Míssil Anti-Radiação MAR-1 Mísseis anti-radiação Brasileiro (ARM)  Brasil A-1M, Gripen NG
Míssil ar-ar Derby Beyond-visual-range (BVR) Míssil Ar-Ar  Israel F-5M, Gripen NG
Míssil ar-ar Python -3 e -4 Short-range Míssil Ar-Ar  Israel F-5M
Míssil ar-ar R550 Magic Short-range  França Mirage 2000
Míssil ar-ar Super 530 Beyond-visual-range (BVR) Míssil Ar-Ar  França Mirage 2000
Bomba de fragmentação BLG-252 Bomba  Brasil A-1M, A-29, F-5M, AT-27
Bomba incendiária BINC-300 Bomba  Brasil A-1M, A-29, F-5M, AT-27
Bomba Guiada Elbit Lizard Bomba Guida a Laser  Israel A-1M, F-5M
Bomba Guiada SMKB-82/83 Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN)  Brasil A-1M, F-5M, A-29
Bomba Guiada Mark 83 Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN)  Estados Unidos A-1M, F-5M, A-29
Bomba Guiada Mark 82 bomba Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN)  Estados Unidos A-1M, F-5M, A-29
Foguete Avibras Skyfire 70 Foguete ar-superfície  Brasil A-29, A-1M
Foguete SBAT-70/127 Foguete Ar-superfície  Brasil AT-27, A-29, P-95
Foguete S-8 rocket Foguete Ar-superfície  Rússia AH-2 (Mi-35M)

Outras Armas[editar | editar código-fonte]

Metralhadoras e Canhões automáticos[editar | editar código-fonte]

Tipo Armamento Observação Origem Uso
Metralhadora M134 Minigun Metralhadora multi-tambor pesado de 7,62 mm  Estados Unidos H-60
Metralhadora FN MAG 7.62 de uso geral  Bélgica H-34, H-36, H-50
Metralhadora Browning .50 12,7 de uso geral  Estados Unidos A-29, AT-27
Canhão automático Pontiac M39 20mm  Estados Unidos F-5M
Canhão automático DEFA 553 30mm  França F2000, A1
Canhão automático GSh-23L Montagem móvel NPPU-23-23mm  Rússia AH-2 (Mi-35M)

Armas da Infantaria de Aeronáutica[editar | editar código-fonte]

Designação Origem Tipo Denominação Nota
HK33 5,56 mm  Alemanha Fuzil HK-33 Fuzil Regular, Será substituído pelo IA-2
SG 550 5,56 mm Suíça Fuzil SG-550 Operado pelo PARA-SAR
Taurus MT 12 9 mm  Brasil Submetralhadora M-972 Cópia da Beretta M12
Taurus PT-92 9 mm  Brasil Pistola M-975 Cópia da Beretta 92
IMBEL M-973 9mm  Brasil Pistola M-973 Cópia da Colt 1911 no calibre 9mm
Browning .50 12,7mm  Estados Unidos Metralhadora
FN MAG 7,62mm  Bélgica Metralhadora
Gaugio 12 CBC/Boito  Brasil Escopeta
AR-15 5,56 mm  Estados Unidos Rifle AR-15
9K38 Igla  Rússia SAM SA-18

Radar[editar | editar código-fonte]

Plataforma Origem Tipo Em Serviço Nota
M-60  Brasil Radar 4 radar de defesa antiaérea de baixa altura caracterizado por identificar alvos até o alcance de 75 km

O Exército Brasileiro também opera aeronaves de asa rotativa, Enquanto a Marinha do Brasil opera ambas as aeronaves fixa e de asa rotativa.

Ensino e Pesquisa na FAB[editar | editar código-fonte]

A Força Aérea Brasileira mantem as seguintes instituições de ensino:

Insígnias[editar | editar código-fonte]

  • Patentes (Rank);
  • Distintivos de Organização Militar (DOM);
  • Distintivos de ocupação;
  • Distintivos de Condição Especial (DCE)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Portal A Wikipédia possui o
Portal do Brasil

Notas[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. Patrono da Aeronáutica - ver
  2. Patrono da Força Aérea Brasileira - ver
  3. [1]
  4. Ranking Military Power
  5. INCAER, 1991 - História Geral da Aeronáutica vol. 3, Capítulo 1
  6. a b O Brasil na Segunda Guerra Mundial. Acessado em 28 de abril de 2012.
  7. a b http://www.incaer.aer.mil.br/opusculo_fab_seg_guerra.pdf
  8. http://www.2guerra.com.br/sgm/index.php?option=com_content&task=view&id=124&Itemid=34
  9. http://pbrasil.wordpress.com/2009/08/23/
  10. http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/17473
  11. http://www.aereo.jor.br/2013/05/29/t-27-tucano-faz-ultimo-voo-pela-esquadrilha-da-fumaca/
  12. A South American Arms Race? - TIME
  13. Causa Operária Online
  14. Novo plano de defesa nacional prevê serviço militar obrigatório para mulheres - O Globo Online. Visitado em 28 de outubro de 2009.
  15. Defesanet
  16. [2]
  17. [3]
  18. Título não preenchido, favor adicionar.
  19. Título não preenchido, favor adicionar.
  20. a b Military Power
  21. Poder Aéreo
  22. Título não preenchido, favor adicionar.
  23. Tecnologia & Defesa
  24. Düring, Nelson (7 de março de 2008). Operación Fénix - Anatomia de um ataque (em português). Visitado em 21 de setembro de 2009.
  25. Poder Aéreo
  26. Quintus
  27. Embraer Press Release (14 de abril de 2009). Embraer lança programa do jato de transponte militar KC-390 (PDF) (em português). Visitado em 29 de outubro de 2009.
  28. Título não preenchido, favor adicionar.
  29. Poder Aéreo
  30. Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR)
  31. FAB
  32. FAB (11 de outubro de 2011). FAB em números. Visitado em 26 de março de 2012.
  33. Cruzex. Acessado em 28 de abril de 2012}}
  34. Aviation Week & Space Technology 2009, 26 JAN 2009 240. Web.28 Aug 2009.
  35. Brazilian military aviation OrBat
  36. http://www.voovirtual.com/t8942-brasil-base-aerea-de-santa-maria-ja-conta-com-cinco-helicopteros-h-60l-black-hawk#61140
  37. [4]
  38. Cerimônia marca entrega da frota completa das-aeronaves de patrulha da FAB=Agência Força Aérea Título não preenchido, favor adicionar (21 de novembro de 2014).
  39. Agência Força Aérea (27 de março de 2014). Hermes 900 reforça capacidade operacional da FAB no reconhecimento eletrônico www.aereo.jor.br. Visitado em 24 de abril de 2014.
  40. [5]
  41. [6]
  42. [7]
  43. "Gripen NG é o novo caça brasileiro". Página acessada em 18 de dezembro de 2013.
  44. [8]
  45. Academia da Força Aérea
  46. Escola de Especialistas de Aeronáutica
  47. Instituto Tecnológico de Aeronáutica
  48. Escola Preparatória de Cadetes do Ar
  49. Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica
  50. [wwww.ila.aer.mil.br Instituto de Logística da Aeronáutica]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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