Carrie (2002)

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Carrie
Carrie, A Estranha (BR)
Estados Unidos
2002 • cor • 132 min 
Direção David Carson
Roteiro Stephen King
Bryan Fuller
Elenco Angela Bettis
Patricia Clarkson
Rena Sofer
Kandyse McClure
Emilie de Ravin
Idioma Inglês
Música Laura Karpman
Cinematografia Victor Goss
Edição Anthony A. Lewis
Lançamento Estados Unidos 4 de novembro de 2002

Carrie (Brasil: Carrie, A Estranha) é um telefilme estadunidense de 2002, baseado na obra de mesmo nome do escritor Stephen King, exibido originalmente pelo canal NBC. Foi inicialmente planejado como um piloto de uma série de TV em que Carrie se mudaria para a Flórida para ajudar outras pessoas com problemas de telecinese, porém nunca realizado. Serviu como um piloto de dois episódios de uma série de TV no National Broadcasting Corporation, por esta razão que Carrie foi resgatada no final, em vez de morrer. Os executivos da NBC esperavam que a ideia da série seguiria o sucesso de uma série semelhante, The Dead Zone, entretanto, devido à baixa audiência, a NBC logo abandonou a ideia da série.O filme conta a história da jovem Carrie White que após uma brincadeira de mal gosto dos colegas de classe desencadeia uma catastrófe na cidade em que vive devido aos seus poderes telecineticos,

Livro e Filme[editar | editar código-fonte]

O filme, igual ao livro, se passa contando duas histórias: a da própria Carrie e o relato de várias testemunhas. Carrie menstrua e uma das suas colegas avisa as outras. Carrie pensa que está morrendo e se esvaziando em sangue. Antes ela era muito zoada e depois muito mais, assim como no livro. Ela é levada para a sala do diretor na qual ela se irrita e move uma mesa dez centímetros para o lado porém deveria derrubar um cinzeiro no chão. ela relembra da sua infancia quando quebra partes da casa com meteoritos e mesa sai pela janela (livro também). A mãe mostra-se a ser quase tão odiável quanto no livro. Carrie descobre seus poderes no qual algumas pessoas pode pensar que ela já sabia, já que não demonstra supresa e não percebe que mexe a torneira com telecinese. Assim como no livro ela fica diferente quando usa os poderes, só que fica apenas em transe quando deveria ficar com dor de cabeça, pulsação alta, etc. No baile, porém, Carrie fica em transe onde deveria até gostar de ver os colegas morrendo. Ela destroi a cidade ainda inconsciente. Ela mata a sua mãe de parada cardíaca igual ao livro. Mas Carrie vive, pois Sue Snell faz respiração boca-a-boca com ela. O motivo da sua vida era que ela ainda faria um seriado na qual ela ajudaria pessoas com poderes telecinéticos.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

As músicas tocadas durante o as cena do baile são as do Dartmouth College, interpretada pela Dartmouth College Marching Band. O produtor executivo Mark Stern,que é um ex-aluno da Dartmouth, solicitou uma gravação das músicas do diretor da faculdade Max Culpepper para usar no filme.[1]

Referências

  1. FOXALL, Devin. "Marching band gets a taste of Hollywood", The Dartmouth, 24 de outubro de 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]