Divisa Alegre

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Município de Divisa Alegre
Bandeira desconhecida
Brasão de Divisa Alegre
Bandeira desconhecida Brasão
Hino
Aniversário 22 de Dezembro
Fundação 22 de Dezembro de 1995
Gentílico divisalegrense [1]
Lema Tempo de paz perseguição jamais
Prefeito(a) Marcelo Olegário Soares (PRB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Divisa Alegre
Localização de Divisa Alegre em Minas Gerais
Divisa Alegre está localizado em: Brasil
Divisa Alegre
Localização de Divisa Alegre no Brasil
15° 43' 33" S 41° 20' 42" O15° 43' 33" S 41° 20' 42" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Norte de Minas IBGE/2008 [2]
Microrregião Salinas IBGE/2008 [2]
Municípios limítrofes Águas Vermelhas, Pedra Azul e Encruzilhada (BA)
Distância até a capital 742 [3]  km
Características geográficas
Área 118,477 km² [4]
População 5 884 hab. Censo IBGE/2010[5]
Densidade 49,66 hab./km²
Altitude 960 m
Clima semiárido [6]  Bsh
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,656 médio PNUD/2000 [7]
PIB R$ 41 182,623 mil IBGE/2008[8]
PIB per capita R$ 6 742,41 IBGE/2008[8]
Página oficial

Divisa Alegre é uma pequena e jovem cidade brasileira do estado de Minas Gerais, fundada em 1997. A cidade situa-se a 975 m de altitude e é o centro de um município com 119 km² e 5.375 habitantes, estando localizada na divisa de Minas Gerais e Bahia.

História[editar | editar código-fonte]

CARACTERÍSTICAS GERAIS[editar | editar código-fonte]

Divisa Alegre foi criada em 22 de dezembro de 1995, com a promulgação da Lei Estadual nº 12.030 pela Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Sua localização geográfica apresenta 15º43’32’’ de latitude sul, 41º20’40’’ de longitude oeste e 1.010 metros de altitude, em média. A área geográfica total compreende 118,48 quilômetros quadrados, que foram desmembrados da área territorial do município de Águas Vermelhas, do qual Divisa Alegre era distrito até a data de emancipação político-administrativo, aliás, motivo de sua identificação como integrante da Microrregião do Alto Rio Pardo.

A seguir, transcrição, na íntegra, de trechos da lei de criação do município:

“Lei nº 12.030,  de 21 de Dezembro de 1995.

Cria municípios e dá outras providências.

O povo do Estado de Minas Gerais, por seus representantes, aprovou, e eu, em seu nome, nos termos do § 8º do art. 70 da Constituição do Estado de Minas Gerais, promulgo a seguinte lei:

Art. 1º - Ficam criados os seguintes municípios:

I - ... Crisólita, Cuparaque, Curral de Dentro, DIVISA ALEGRE, Dom Bosco, Franciscópolis, ...

Parágrafo único – Os municípios de que trata este artigo têm a sua denominação, sede, distritos que os integram, comarca a que pertencem e delimitação relacionados nos Anexos I e II desta lei.

Art. 2º - (...).

Art. 3º -  (...).

Art. 4º - Aplica-se aos novos municípios e aos remanescentes o disposto na Lei Complementar nº 37, de 18 de janeiro de 1995, alterada pela Lei Complementar nº 39, de 23 de junho de 1995.

Art. 5º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.

Palácio da Inconfidência, em Belo Horizonte, 102 21 de dezembro de 1995.

(a)  Deputado Agostinho Patrús – Presidente

(a)  Deputado Rêmolo Aloise – 1º Secretário.

(a)  Deputada Maria José Haueissen – 2ª Secretária

ANEXO II – DESCRIÇÃO DE LIMITES MUNICIPAIS

XXI – MUNICIPIO DE DIVISA ALEGRE

DESMEMBRADO DO MUNICIPIO DE ÁGUAS VERMELHAS

1 – Com o município de Águas Vermelhas:

Começa no divisor da vertente da margem direita do rio Mosquito, defrontando a cabeceira do córrego do Fuzil ou Olhos D`Água; alcança essa cabeceira e desce pelo córrego até o rio Mosquito e, por este, até a foz do córrego Faceiro; daí, sobe a encosta fronteira e continua pela linha de cumeada até atingir a divisa interestadual MG/BA, na reta que liga o alto do Pau-de-Copa à barra do rio Mosquito, defrontando, no lado baiano, a fazenda Mocó.

2 – Com o Estado da Bahia – (Leia-se Município de Encruzilhada):

Começa na reta que liga o alto do Pau-de-Copa à barra do rio Mosquito, no ponto em que ela é atravessada pelo espigão que liga a fazenda Mocó (BA) à barra do Faceiro (MG); segue ao longo da reta divisória até atingir o marco do Pau-de-Copa.

3 – Com o Município de Pedra Azul

Começa no marco do Pau-de-Copa, que assinala um ponto do limite interestadual MG/BA; daí, continua pelo divisor da vertente da margem direita do rio Mosquito até defrontar a cabeceira do córrego Olhos D’Água ou do Fuzil.”

(Extraído do Diário do Legislativo, Minas Gerais, Parte I, Sexta-feira, 22 de dezembro de 1995).

Nota-se que a data de criação do Município de Divisa Alegre é 21 de dezembro. Entretanto, desde o primeiro, o aniversário é  comemorado no dia 22 de dezembro, dando-se ênfase para a data de publicação da lei de criação no Minas Gerais, Imprensa Oficial do Estado e não para a data de efetiva criação do Município, qual seja, 21 de dezembro.

Controvérsia à parte, após a revisão de contagem da população realizada em 2007, o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - apurou que Divisa Alegre tinha, em 05 de Outubro de 2007, o quantitativo de 5.793 habitantes, assim distribuídos: 97,03% residindo no perímetro urbano e apenas 2,97% na zona rural, ou seja, somente 172 residem, de fato, nas 47 propriedades rurais (fazendas) que compõem a zona rural divisalegrense.

Acrescente-se que 48,6% da população de Divisa Alegre é composta por pessoas do sexo masculino, enquanto que 51,4% pertencem ao sexo feminino. Esses dados permitem estabelecer uma densidade demográfica equivalente a 48,58 habitantes por quilometro quadrado. Uma distancia de 725 Km separa Divisa Alegre de Belo Horizonte, capital do Estado.

Conforme levantamento efetuado pelo IBGE em outubro de 2007, há em Divisa Alegre 2.557 unidades ou endereços cadastrados pelo IBGE, assim distribuídos: 1.538 são casas com famílias residentes e, 1.019 são de endereços comerciais e empresariais, pontos de negócios, incluso nesse número algumas casas sem moradores e pontos comerciais desocupados e fechados. 

 

ASPECTOS FÍSICOS E NATURAIS.

O município de Divisa Alegre faz parte da confluência do Vale do Rio Pardo e do Vale do Jequitinhonha. É de clima seco e frio. Os ventos são variáveis, predominando as direções Leste para Oeste, com maior intensidade entre os meses de Agosto e Outubro. A estação chuvosa, embora tendo inicio em setembro e fim em março, atinge seu pico no mês de janeiro. A temperatura média tem a seguinte variação: No Verão, a sensação térmica máxima é de 35° e a mínima de 18°. No Inverno, a sensação térmica máxima é de 20° e a mínima de 10°, podendo cair um pouco mais durante as madrugadas.                     

O Solo de Divisa Alegre se caracteriza por latossolos vermelhos, amarelos álicos e distróficos de textura média de areno-argiloso. A forragem predominante é típica de cerrado subcaducifólia, floresta subcaducifólia e caducifólia. O Município de Divisa Alegre está situado numa área de Alta Tensão Ecológica, com tipologia de pelo menos três biomas: mata atlântica, caatinga e serrado. A vegetação é composta por campos de altitude, florestas estacionais deciduais nas partes de encosta e por floresta estacional semidecidual nos boqueirões. O Relevo é formado basicamente de planaltos ondulados, com total ausência de saliências montanhosas, característica que proporciona uma bela vista panorâmica para qualquer direção que se queira olhar. Divisa Alegre é banhada pelo Córrego Olhos D’Água, Córrego Duas Barras, Córrego do Mamoeiro e pelo Rio Mosquito.

Especificamente quanto à sede, a malha urbana possui um traçado retilíneo regular, tendo como ponto de origem a pista de rolamento da Rodovia Santos Dumont. As construções seguem um padrão simples, porém suficientemente confortável, com crescimento horizontal, quase sempre sem afastamentos frontais e laterais, com telhados em “duas e/ou três águas”, apresentando cumeeiras paralelas às ruas.

A adoção do nome “Divisa Alegre” remonta a 1976, ano da instalação do Distrito, e, divisalegrense é o adjetivo pátrio correspondente aos nascidos em Divisa Alegre.

NO COMEÇO DA HISTORIA, FOI ASSIM...

Corria o ano de 1950. Por essas bandas já existia uma estrada (ou seria um arremedo de estrada?) por onde trafegava principalmente caminhões interligando localidades existentes ao norte e ao sul deste pequeno lugarejo. Naquela ocasião, embora típica de cerrado, a vegetação era densa. Isso só fazia realçar a intensidade do clima frio, ainda hoje predominante, destarte o sumiço da vegetação. Data daquela época a existência de uma entrada estratégica para a cidade de Salinas, denominado de “entroncamento de Salinas” que estava direcionada para uma estrada muito estreita, em direção à cidade de Águas Vermelhas. Sendo assim, qualquer um que desejasse chegar em Salinas, haveria de passar por essa estrada. Tal qual na saga dos bandeirantes, numa dessas idas e vindas um senhor de nome José Vaz da Costa resolveu se estabelecer nesse entroncamento, instalando-se debaixo de uma avantajada copa de árvore, começando por fazer um rancho de capim, muito comum naquele tempo. No fundo, era apenas uma precária proteção contra o frio e a chuva. Relatos daquela época dão conta de que o pioneiro José Vaz da Costa convidou um irmão para que, juntos, pudessem construir um botequim, cuja principal atividade era vender aguardente para os milhares de retirantes nordestinos que por aqui passavam, em direção ao planalto central, onde tinha inicio a construção da Capital federal – Brasília. Muitos, entretanto, apresentavam como destino final o eldorado paulista, ou seja, São Paulo, a locomotiva do Brasil. Com o negócio prosperando, o “seu Duda”, codinome do Sr. José Vaz da Costa, contratou o Sr. Arlindo Souza Filho, morador de Águas Vermelhas, para, com uma parelha de bois, transportar varas que seriam utilizadas para construção do espaço comercial propriamente dito. A parelha tinha também outra função, qual seja, transportar água do locar conhecido como minadouro da fazenda Biquinha, distante mais ou menos dois quilômetros do atual centro de Divisa Alegre. A moeda corrente era o “réis” e por este trabalho “seu” Arlindo recebeu noventa mil réis. A obra ficou pronta, uma estrutura simples, batizada de barraco, haja vista as muitas varas entrelaçadas e enchidas entre si com barro amassado. Tinha-se, então, a primeira construção de enchimento de Divisa Alegre.

O catálogo de produtos à venda nada tinha de excepcional. Variava entre “pinga”, banana, café, quitandas, requeijão, etc. Com o passar do tempo, o faturamento foi aumentando, fazendo “seu” Duda visualizar perspectivas melhores para o futuro, inclusive quanto à retirada integral do sustento familiar daquela atividade. Investindo em melhorias, acrescentou uma segunda construção à primeira, para servir de residência à sua família. Com mão de obra familiar por perto, havia chegado a hora de vender “prato feito” aos milhares de viajantes. No mais puro estilo “uma coisa puxa outra”, a hospedaria surgiu quase que num passe de mágica, pois havia um sem número de candangos querendo pernoitar, exaustos de longa jornada sacolejando em paus-de-arara pela longa e esburacada estrada poeirenta. É óbvio que a hospedaria não atendia plenamente a demanda existente. O remédio era, então, armar redes debaixo de árvores e caminhões para minimizar o cansaço dos viajantes.

Contemporâneo do “seu” Duda, o carpinteiro  Josias Santos que residia em Águas Vermelhas foi contratado para confeccionar portas e mesas para suprir necessidade do negócio que a cada dia crescia mais. Bem sucedido na primeira encomenda, “seu” Josias foi contratado para atender outro cliente, de nome José Porto, da vizinha Nova Conquista. Amante do trabalho, “seu” Josias não descansava e, nas horas de folga entalhou um “guarda-louças”, móvel típico daquela época, também conhecido como “cristaleira”. “Seu” Duda, ao ver a peça pronta, ficou maravilhado com o trabalho do carpinteiro. Comprou o móvel e presenteou a esposa, D. Alcina, que passou a utilizá-lo tanto como enfeite na sala, como para guardar as louças e pratarias usadas para servir clientes do restaurante.

Vislumbrando oportunidades de crescimento para ambos, “seu” Duda convidou o Sr. Josias para vir morar junto a ele, oferecendo-o albergue temporário, até que ele pudesse ter sua própria moradia. Surgia, então, mais um barraco coberto com palhas de coco, onde, também, era vendida comida para os viajantes, como: requeijão, ovos cozidos, bananas, cuscuz, bolos de milho, café e outras iguarias típicas da roça.

Na década de 50 não era considerado contravenção vender pássaros. Por isso, não raro se podia comprá-los, sendo a ave Araponga a mais procurada pelos compradores. Essa atividade rendia uns tostões a mais para a dupla de comerciantes.

O tempo corria vagarosamente, se é que se corre devagar... Mas era nessa toada que os negócios seguiam prosperando. O primeiro, construiu mais quartos, aumentando o número de leitos da pensão. O segundo, aumentou sua lista de itens para venda, acrescentando carnes e toucinho, etc.

Nesse ínterim foram aparecendo outras pessoas à procura de um meio de sobrevivência, pois o tráfego de caminhões no sentido norte-sul crescia cada vez mais. Entre elas, chegou um empreendedor de nome Isaulino Pereira de Amorim, que de pronto, instalou um posto de combustíveis, sob a tutela da Companhia Texaco. Esse mais novo empreendimento permitiu o surgimento de trabalho para algumas pessoas. Próximo ao local do posto, existia uma árvore chamada de “Pau-de-Copa”, que era utilizada como marco divisório entre os estados de Minas Gerais e Bahia. O lugarejo crescia e demandava ter um nome que o tornasse conhecido entre as levas de viajantes.

Pontos de pernoite geram ajuntamento de pessoas depois do jantar, que eram, literalmente, à luz de pavio e querosene. Violeiros e sanfoneiros eram essenciais nestas circunstancias. Um deles, exímio tocador apareceu por estas bandas e fez do posto o seu palco favorito. Tocava, cantava, animando viajantes tristes e saudosos dos seus respectivos lares. Dizem que o “seu” Amorim era uma pessoa muito alegre. Ora, sendo o local uma divisa entre dois Estados e vendo-se semblantes alegres durante cada apresentação do violeiro, o comentário era inevitável... “êta divisa alegre...”. Repetido assim milhares de vezes, o refrão “pegou” e o pequeno arraial ficou definitivamente conhecido como Divisa Alegre. Mas, existe outra versão para a oficialização desse nome, que mais adiante será disponibilizada para apreciação dos leitores.

Evoluindo sempre, o “seu” Duda comprou um ônibus que pertencia ao Sr. Amorim, criando a primeira linha intermunicipal de transportes de passageiros de Divisa Alegre, a saber, Mata Verde/ Divisópolis/ Divisa Alegre. É oportuno mencionar que nenhuma destas localidades tinha, naquele tempo, emancipação política. Essa “jardineira”, amiúde transportava os passageiros até Cândido Sales para fazer compras; pois nessa praça o comercio estava sempre à frente proporcionando bons resultados na aquisição de roupas, cobertores e alimentos. Sendo assim, todo mundo convergia para lá.

Começa, então, pra valer o ciclo de crescimento de Divisa Alegre. Dia a dia inúmeras pessoas foram chegando, instalando seus pequenos negócios, tais como, mercearias, botequins, profissionais da área de serviço, barbeiros, pedreiros, donos de pensão, etc.

Como era de se esperar, em meio ao burburinho da vida urbana, a fé não ficou esquecida. A esposa do Sr. Amorim patrocinou a construção de uma capela próxima à saída para Águas Vermelhas, a partir de onde hoje está a Divisinha. Nessa igrejinha os cristãos se reuniam para fazer suas preces. A comunidade local assistia ali a missa, mas isso quando o pároco de Vitória da Conquista resolvia dar o ar da sua graça por essas bandas.

A intensa migração nordestina na década de cinqüenta muito contribuiu para a consolidação do povoado, pois uma grande leva de retirantes acabava por desistir de chegar ao sul e se aquietava por aqui mesmo.

É importante mencionar que num processo como esse, de surgimento de uma cidade, sempre há a presença marcante de um latifundiário. Aqui não foi diferente. Um deles, Sr. Augusto Souto desmembrou alguns lotes de sua própria terra, que foram imediatamente vendidos para o “seu” José Vaz da Costa e “seu” Josias Santos, também responsáveis pela construção das primeiras residências de alvenaria no recém instalado lugarejo, ainda conhecido como “divisa alegre” no entroncamento de Salinas.

O ano era 1952. Nasce então o primeiro bebê desta terra e com ele o gentílico divisalegrense. A criança, Gilberto de Souza Costa era o primeiro filho do casal D. Alcina e “seu” Duda e com ele veio também o conceito de naturalidade, haja vista que uma família aqui havia se procriando, demonstrando confiança na fertilidade do lugar, deveras dotado de condições para proporcionar vida, crescimento, subsistência e progresso a todos quantos quisessem aqui se instalar definitivamente.

Instituições de Ensino[editar | editar código-fonte]

  • Escola Estadual de Divisa Alegre
  • Escola Municipal de Divisa Alegre
  • Escola Municipal Beija flor

Geografia[editar | editar código-fonte]

Coordenadas:

Latitude: -15.7261, - Longitude: -41.3385 15° 43′ 34″ Sul, 41° 20′ 19″ Oeste.

Superfície 11.780 hectares 117,80 km² (45,48 sq mi)

Altitude:960 m

Clima: tropical com estação seca.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Número de habitantes:5.884 Densidade demográfica:49,9(hab./km²)

Estrutura urbana[editar | editar código-fonte]

O município é localizado a beira da rodovia do país, a BR-116 ligando Divisa Alegre a cidade vizinha de Águas Vermelhas. Trecho esse conhecido como Rio-Bahia, no qual vai do Rio de Janeiro à Bahia, atravessando todo o Estado de Minas Gerais.

Administração[editar | editar código-fonte]

Igreja Católica[editar | editar código-fonte]

  • Igreja de N. Sra. do Carmo, localizada no Centro da cidade é a padroeira de Divisa Alegre. Todos os anos, no mês de julho é realizada uma festa.

Referências

  1. IBGE Cidades@ O Brasil Município por Municipio Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Visitado em 19 de agosto de 2009.
  2. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  3. distancias-bhmunicipios Distâncias BH/Municípios Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG). Visitado em 19 de agosto de 2009.
  4. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  5. Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Visitado em 11 de dezembro de 2010.
  6. World Map of the Köppen-Geiger climate classification World Map of the Köppen-Geiger climate classification Institute for Veterinary Public Health. Visitado em 24 de fevereiro de 2010.
  7. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  8. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.
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