Escola Politécnica Federal de Lausana

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Escola Politécnica Federal de Lausana
École polytechnique fédérale de Lausanne
Fundação 1853
Tipo de instituição pública
Faculdades Ciências (Matemática, Física, Química) Técnica (Mecânica, Materiais, Electrónica, Micro-técnica), Meio-ambiente (Arquitetura, engenharia Civil), Informática ( Informática e telecomunicação), Ciências da vida, Colégio da gestão da tecnologia, Colégio das Ciências humanas (Ciências humanas, Ciências Sociais)
Localização Lausana, Cantão de Vaud, Suíça
Funcionários 4 200
Docentes 250
Reitor(a) Patrick Aebischer
Total de Estudantes 7 162
Graduação 72.5 %
Pós-Graduação 2.5 %
Doutorado 25.0 %
Página oficial EPFL.ch
Estatêsticas de 2009

A Escola Politécnica Federal de Lausana (EPFL) - em francês École polytechnique fédérale de Lausanne - é uma escola de engenheiros de Lausanne, na Suíça fundada em 1853 com o nome de Escola Especial de Lausanne.

Actualmente conta mais de 7 000 estudantes desde a licenciado ao doutorado onde ensinam 250 professores [1]

A EPFL é o equivalente na Suíça romanda o que é para a Suíça alemã o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, o (ETHZ).

Classificação[editar | editar código-fonte]

Está classificada entre os mais prestigiosos estabelecimentos do ensino europeu, ocupa o 101 lugar entre as melhores universidades do mundo, e está na 15 posição mundial (das não americanas) na categoria: engenharia, tecnologia e informática, segundo a Classificação académica das universidades no mundo - em Inglês, "Academic Ranking of World Universities" (ARWU) [2] . - classificação criada pela universidade de Jiao Tong de Shanghai. Está classificada a nível mundial em 41.ª em química e nas 51 primeiras universidades em física. Atualmente, a l'EPFL foi classificada como a melhor universidade da Europa segundo o "Leiden Ranking" se situando assim no decimo segundo lugar, sendo os onze primeiros ocupados pelas universidades americanas como MIT (primeria posição), Harvard ou então Yale.

É membro da "Top Industrial Managers for Europe (TIME)" criada em 1989 e que reagrupa umas cinquenta universidades onde se ensina engenharia. Também é associada com mais de 150 escolas e universidades pelo mundo o que permite a troca de estudantes entre elas. [3] =http://www.leidenranking.com/ranking.aspx

História[editar | editar código-fonte]

Vista aérea do EPFL, o Lago Léman e os Alpes ao fundo

Fundada em 1853 pela vontade de Louis Rivier, diplomado da Escola central de Paris (em 1843), de Jean Gay, professor e reitor da Academia de Lausanne, de Pierre-Joseph Marguet, antigo aluno da Escola politécnica (France) e de Jules Marguet, diplomado da Escola central de Paris (em 1840). Foi esta última escola que inspirou a então chamada Escola Especial de Lausanne. Viria posteriormente a chamar-se : Escola de engenharia da Universidade de Lausane em 1869, Escola politécnica da Universidade de Lausane em 1946 - a célebre EPUL-, para se separar da universidade e chamar-se finalmente Escola Politécnica Federal de Lausana em 1969.

Formação[editar | editar código-fonte]

O formação exigida é muito exigente e mesmo se a taxa de sucesso no 1ro ano varia segundo os cursos 27 % (section matemáticas) a 65 % (section química) foi de 50,0 % 2008/2009 e de 51 % en 2007/2008. De notar que 70 % dos estudantes de 1ro ano obtêm finalmente o diploma [4]

O EPFL propõe as seguintes formações:

  • Bacharel, duração de 3 anos
  • Master, duração de 3 ou 4 semestres
  • Doutor, que permite a preparar entre 3 e 5 anos um dos 18 doutoramentos propostos e obter o título de Docteur ès sciences.
  • Formação contínua, que propõe aos profissionais adquirir um master MBA ou um master of advanced studies.
Ver informações sobre: Graus acadêmicos e MBA.

Pesquisa[editar | editar código-fonte]

A pesquisa científica no EPFL é dirigida por 50 instituições e centros e mais de 250 laboratórios o que lhe permitiu recolher 11 ERC "advanced grants", das bolsas do "Conselho europeu da pesquisa" em 2008 e 8 ERC "starting grants" en 2009.

O EPFL possui um supercomputador "Blue Gene" da IBM com uma velocidade teórica de 22,8 teraflops que o faz o terceiro mais potente da Suíça.

A escola possui um reactor a fusão termonuclear Tokamak que permite a sua implicação no Projecto ITER.

Partenariado[editar | editar código-fonte]


Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Escola Politécnica Federal de Zurique (ETHZ)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]