Gal Costa (álbum de 1969)
| Gal Costa | |||||
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| Álbum de estúdio por Gal Costa | |||||
| Lançamento | 1969 | ||||
| Gravação | 1968 | ||||
| Gênero(s) | MPB | ||||
| Formato | LP | ||||
| Gravadora(s) | Phonogram/Philips | ||||
| Cronologia de Gal Costa | |||||
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Gal Costa é um álbum da cantora brasileira Gal Costa, lançado em 1969.
Índice |
[editar] Descrição
Primeiro disco solo da cantora baiana, Gal Costa foi bem recebido pela crítica musical da época. Diferente do jeito bossa-novista que adotava no início de carreira - inclusive, no LP que dividiu com Caetano Veloso, o disco Gal Costa apresenta uma cantora diferente no seu modo de cantar. Apesar de ainda haver influência da Bossa Nova, a cantora - já ligada ao movimento tropicalista - buscou outras referências, que passaram desde James Brown e Janis Joplin a Jorge Ben, Erasmo e Roberto Carlos. Os grandes destaques deste trabalho de Gal foram as faixas "Não Identificado" (de Caetano Veloso) e "Que Pena" (de Jorge Ben), que permaneceram mais de três meses nas paradas de sucesso brasileiras. Na composição de Jorge Ben, Gal divide os vocais com o amigo Caetano. Com Gilberto Gil, a cantora faz um dueto em "Sebastiana".[1] Outro destaque deste LP é a canção "Divino, Maravilhoso" (de Caetano e Gil). Sucesso no disco Tropicália: ou Panis et Circenses e considerada um marco na carreira de Gal, a canção "Baby" (de Caetano Veloso) também está presente no disco de estréia da cantora.
O LP foi eleito em uma lista da versão brasilieira da revista Rolling Stone como o 80º melhor disco brasileiro de todos os tempos.[2]
[editar] Faixas
- Lado A
- "Não Identificado" (Caetano Veloso)
- "Sebastiana" (Rosil Cavalcanti)
- "Lost in the Paradise" (Caetano Veloso)
- "Namorinho de Portão" (Tom Zé)
- "Saudosismo" (Caetano Veloso)
- "Se Você Pensa" (Roberto Carlos, Erasmo Carlos)
- Lado B
- "Vou Recomeçar" (Roberto Carlos, Erasmo Carlos)
- "Divino Maravilhoso" (Caetano Veloso - Gilberto Gil)
- "Que Pena" (Jorge Ben)
- "Baby" (Caetano Veloso)
- "A Coisa Mais Linda Que Existe" (Gilberto Gil - Torquato Neto)
- "Deus É o Amor" (Jorge Ben)
[editar] Ficha técnica
- Arranjos – Gilberto Gil, Rogério Duprat e Lanny Gordin
- Arranjos nas faixas 3, 4 e 5; direção musical – Rogério Duprat
- Produção – Manoel Barenbein
- Estúdios – Scatena e Reunidos
- Layout – Gian
[editar] Ligações externas
- Clique music
Referências
- ↑ Dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira
- ↑ Os 100 maiores discos da Música Brasileira - Revista Rolling Stone, Outubro de 2007, edição nº 13, página 115