João Mota

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João Mota (Tomar, 22 de Outubro de 1942) é um actor, encenador, professor e teatrólogo português. É diretor do Teatro Nacional D. Maria II, fundador e director da companhia A Comuna - Teatro de Pesquisa e foi presidente da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Biografia[editar | editar código-fonte]

João Mota nasceu a 22 de Outubro de 1942, em Tomar, distrito de Santarém.[1]

Por volta de 1950, começa a fazer teatro nos programas infantis da Emissora Nacional. Em 1956 ingressa na Companhia Rey Colaço/Robles Monteiro, no Teatro Nacional, contracenando com Palmira Bastos e Amélia Rey Colaço.

Nas décadas de 60 e 70, participa em filmes de Augusto Fraga, Jorge Brum do Canto, António de Macedo e Fernando Matos Silva.

Seguidamente dedica-se por completo à actividade teatral: após uma experiência de trabalho junto do encenador inglês Peter Brook, funda em 1971 o grupo Os Bonecreiros, no qual se estreia como encenador. Funda em 1972 A Comuna - Teatro de Pesquisa, companhia independente que tem marcado a paisagem teatral portuguesa ao longo de mais de 25 anos de e que ainda dirige.

Entre as peças em que participou e dirigiu, salienta: Príncipe Bão, de Augusto Fernando (que esteve nove anos em cartaz); A Castro, de António Ferreira (1982); Guerras de Alecrim e Manjerona, de António José da Silva - o Judeu (1975).

Foi professor e presidente da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Referências

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