Jonathan Jennings

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Jonathan Jennings
Membro da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos pelo 1º distrito de Indiana
Período de governo 2 de dezembro de 1822
a 3 de março de 1831
Antecessor(a) William Hendricks
Sucessor(a) John Carr
1º governador de Indiana
Período de governo 12 de dezembro de 1816
a 1 de dezembro de 1822
Vice-governador Christopher Harrison (1816–1819)
Ratliff Boon (1819–1822)
Antecessor(a) Thomas Posey
(governador do território)
Sucessor(a) Ratliff Boon
Representante do Território de Indiana na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos
Período de governo 27 de novembro de 1809
a 11 de dezembro de 1816
Antecessor(a) Jesse B. Thomas
Vida
Nascimento 1784
Readington, Nova Jérsei,
 Estados Unidos
Morte 26 de julho de 1834 (50 anos)
Charlestown, Indiana,
 Estados Unidos
Progenitores Mãe: Mary Kennedy Jennings
Pai: Jacob Jennings
Dados pessoais
Esposa Ann Gilmore Hay
Partido Democrata-Republicano
Religião Presbiterianismo
Profissão Advogado
Fazendeiro
Assinatura Assinatura de Jonathan Jennings

Jonathan Jennings (Readington, 1784Charlestown, 26 de julho de 1834) foi um político norte-americano, o 1º governador de Indiana e membro da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos. Nascido em Readington, Nova Jérsei, ele estudou direito junto com seu irmão antes de emigrar para Indiana em 1806 para especular terras. Jennings ficou envolvido em uma disputa pessoal com o governador William Henry Harrison, que o fez entrar na política e estabelecer suas ideologias. Ele foi eleito para representar o Território de Indiana no Congresso ao conseguir dividir os apoiadores de Harrison e concorrer como um cadidato anti-Harrison. Em 1812 ele era o líder da facção anti-escravidão, anti-governador e a favor da elevação de Indiana a categoria de estado. Jennings e seus aliados alcançaram seus objetivos e assumiram o controle da assembleia geral territorial após a renuncia de Harrison. Ele foi escolido como presidente da Convenção Constitucional de Indiana. Jennings era a favor de banir a escravidão constitucionalmente e de criar um executivo fraco em favor de um legislativo forte.

Depois de Indiana tornar-se estado, Jennings foi eleito seu primeiro governador. Ele construiu estradas e negociou o Tratado de St. Mary's para abrir a porção central do estado a colonização. Seus oponentes o atacaram alegando que sua participação no tratado era inconstitucional, iniciando um impeachment contra ele; a medida foi derrotada por uma pequena margem após uma investigação e a renúncia de seu vice-governador. Durante seu segundo mandato e após o Pânico de 1819, Jennings começou a passar por dificuldades financeiras por ter se comprometido a não receber salário; a situação piorou quando ele não conseguiu manter seus interesses comerciais e administrar o estado.

Jennings renunciou durante seu segundo mandato depois de vencer a eleição para a Câmara dos Representantes. Ele serviu cinco mandatos no Congresso, promovendo gastos em melhorias internas. Ele sempreu bebeu muito, e seu vício piorou após a morte de sua esposa e o desenvolvimento de um reumatismo. O problema lhe custou sua reeleição em 1830. Sua condição impediu que ele também trabalhasse em sua fazenda; sua situação fianceira ruiu e os credores queriam tirar suas terras e sua fazenda em Charlestown Para protegê-lo, o senador John Tipton, amigo de Jennings, comprou a fazenda e permitiu que ele continuasse a morar lá. Depois de morrer em 1834, seus credores compraram a propriedade deixando-o sem dinheiro para comprar uma lápide para seu túmulo.

Historiadores tiveram interpretação diferentes acerca da vida de Jennings e seu impacto no desenvolvimento de Indiana. Primeiros historiadores, como Jacob Piatt Dunn e William Woollen, muito o elogiaram e o creditaram por derrotar as forças pro-escravagistas em Indiana e por estabelecer as fundações do estado. Historiadores mais críticos durante a Proibição, como Logan Eseray, descreveram Janneings como um político alcólatra, astuto e autopromocional. Os mais modernos, como Keith Mills, colocaram sua importância entre dois extremos, afirmando que o "estado lhe deve mais do que pode ser calculado".

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