Leprosário

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Leprosário (português brasileiro) ou leprosaria (português europeu) era o nome atribuído a estabelecimentos para os quais as pessoas contaminadas com hanseníase (lepra) eram enviadas, a fim de isolá-las do resto da população, com o intuito de conter a contaminação pela doença. Os leprosários foram um efeito secundário cultural da lepra, uma das doenças infecciosas mais mortais e mutiladoras de todos os tempos.

A hanseníase existe ainda hoje, principalmente nos países subdesenvolvidos, mas é facilmente tratada com antibióticos.

Antes que se descobrisse a cura da doença, os pacientes eram enviados a colônias isoladas, chamadas leprosários. Lá, cada um tinha que tomar conta de si, pois não havia muita ajuda externa. Eram lugares cruéis, sem lei e com pouca proteção, onde os pacientes tinham que levar adiante suas vidas. Roubo, violência e abusos eram comuns[carece de fontes?].

Leprosários famosos e duradouros situaram-se em Kalaupapa (Hawaii), Chacachacare (Trinidade), The Basin (Victoria) e Spinalonga (Creta)[carece de fontes?]. Diversas colônias localizavam-se em ilhas, de modo a melhor segregar os doentes do resto da população.

No Brasil um dos maiores leprosários foi o Pirapitingui, localizado entre Itu e Sorocaba, no estado de São Paulo.

Em Portugal uma da principais gafarias estava situada na cidade de Alfena.

Alguns leprosários chegaram mesmo a cunhar moeda, seguindo a idéia de que, se fosse permitido que os leprosos manuseassem o dinheiro normal, a doença espalhar-se-ia mais facilmente.

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