Monsenhor Gil

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Município de Monsenhor Gil
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Fundação 6 de dezembro de 1963
Gentílico monsenhorgilense
Prefeito(a) Francisco Pessoa da Silva
(2013–2016)
Localização
Localização de Monsenhor Gil
Localização de Monsenhor Gil no Piauí
Monsenhor Gil está localizado em: Brasil
Monsenhor Gil
Localização de Monsenhor Gil no Brasil
05° 33' 50" S 42° 36' 28" O05° 33' 50" S 42° 36' 28" O
Unidade federativa  Piauí
Mesorregião Centro-Norte Piauiense IBGE/2008 [1]
Microrregião Teresina IBGE/2008 [1]
Distância até a capital 65 km km
Características geográficas
Área 582,058 km² [2]
População 10 337 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 17,76 hab./km²
Altitude 116 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,622 médio PNUD/2000 [4]
PIB R$ 69 445,659 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 6 541,60 IBGE/2008[5]
Página oficial

Monsenhor Gil é um município brasileiro do estado do Piauí. Localiza-se a uma latitude 05º33'51" sul e a uma longitude 42º36'28" oeste, estando a uma altitude de 116 metros. Situa-se na microrregião de Teresina, mesorregião do Centro-Norte Piauiense. Sua população estimada em 2010 era de 10.337 habitantes.[3] Possui uma área de 582 km².[2]

História[editar | editar código-fonte]

O povoado de Lages fazia parte de Teresina quando recebeu seu primeiro padre, Monsenhor Gil. Por influência do sacerdote, o povoado passou a se chamar Natal, em função das festas religiosas realizadas no mês dezembro. Em 1963, Natal tornou-se município e recebeu o nome de Monsenhor Gil. A criação do município Monsenhor Gil está diretamente ligado a figura do sacerdote Monsenhor Gil, filho da terra que foi mandado para estudar em Roma afim de se tornar um monsenhor. Aos 25 anos de idade ele retornou ordenado e passou a desenvolver seu papel na fazenda Lages, de propriedade do seu pai. Na posse de sua herança liderou uma campanha para arrecadar fundos afim de construir uma igreja para Menino Jesus. Na época a construção foi considerada um monumento de grande valor. Em seguida Monsenhor doa todas as suas terras e demais heranças para a Igreja. Logo, logo instala-se na região inúmeras famílias. Quando isso ocorreu, o sacerdote foi a luta para conseguir a elevação do povoadoa categoria de vila, freguesia e paróquia. Somente tempo depois, em 1963 é que o povoado foi elevado a categoria de cidade com o nome atual. Os principais cursos dá água da cidade são os riachos Riachão do Natal, Caminho e riacho da Cruz. A vegetação predominante é o campo de cerrado.[carece de fontes?]

Economia[editar | editar código-fonte]

Este município tem como destaque econômico a agropecuária, com produção de arroz, milho, feijão, mandioca, e criação de rebanho bovino, ovino e caprino. Há uma granja e um projeto de irrigação para plantio de manga, banana e melancia.

Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]

  • Igreja Menino Deus: construída pelo padre Monsenhor Gil.
  • Pedra do Músico: uma pequena rocha íngreme, de arenito; é possível que em suas encostas existam vestígios de inscrições pré-históricas.
  • Poço Azul: com profundidade entre três e cinco metros, tem esse nome por causa de suas águas cristalinas, que refletem as pedras azuladas que se encontram no fundo, dando-lhe um aspecto de piscina.
  • Morro do Cruzeiro: morro de aproximadamente 60 metros de altura, com uma trilha de acesso e elevação bastante inclinada; no alto, existe um platô de aproximadamente 600 m², de onde se avista grande parte do município e seus arredores.
  • Açude do Monte Alegre: local bom para banho e contato com a natureza.
  • Riachão: bom para banho entre dezembro e julho; é o principal riacho de Monsenhor Gil, apesar da existência de inúmeros outros, como o Riacho da Cachoeira, Riacho da Cruz e Riacho Natal.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. a b IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. a b Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
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