Motim

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde maio de 2010).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde maio de 2010).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.

Motim (termo brasileiro a partir de 1808, "pirataria" atribuído a Maria Primeira) é uma insurreição de grupos - organizados não homogêneos não - guerrilheiros no conceito de Sun Tzu, "organizada ou não", sempre com liderança não - militar, contra qualquer autoridade instituída. Caracteriza-se por atos explícitos de desobediência a autoridades ou contra a ordem pública, sendo freqüentemente acompanhado de tumulto, vandalismo contra a propriedade pública e privada (lojas, automóveis, sedes de instituições, etc.) e atos de violência contra pessoas.

No Brasil, podemos observar o "peso do Motim e/ou Pirataria (no sentido de Piro - fogo)", que teve o poder de alterar o Estado diversas vezes desde 1808 e notadamente em 1963 a 1988 (Nova Constituição). Que aconteceu durante o governo de João Goulart (1963), onde houve motins generalizados, devido a aparelhos revolucionários de propaganda e guerrilha/terrorismo, de origem ideologia/política, subversivamente infiltrados nos quartéis, nos navios, e em diversas organizações militares(desde das Escolas de Marinheiros e Sargentos até unidades de alto comando), pois no Exército Brasileiros (haviam seis: I, II, III, IV, V e VI Exércitos), onde o Primeiro Exército se deslocou contra o Terceiro Exército, os outros tomaram partidos também. A Divisão de Fuzileiros Navais (com sede no Rio de Janeiro) se amotinou e se mobilizou e tomando a cidade do Rio de Janeiro. Tudo isso devido a ação de "aparelhos (de origem de extrema - direita e esquerda política)", infiltrados nas Forças Armadas e que desafiavam à ordem interna estabelecida até 1963. O que acabou por eclodir o movimento militar comandado pelo Chefe da Casa Militar esse militar Castelo Branco, homem de confiança de João Goulart (presidente, esse também conhecido como "Jango, o popular"). O general de exército Castelo Branco com o general Costa e Silva, seu subordinado e igualmente de confiança de "Jango" (tendo esse general sequelas graves, provocados por emboscada de terroristas/guerrilheiros no Aeroporto de Guararapes, que atentavam contra "Jango" e sua comitiva, "Jango" teve sequelas nas pernas; e em que na época teve perto de 400 feridos, com várias mortes posteriores nos hospitais, vide jornais da época). Pela legalidade e soberania da ordem interna, contra os atos de indisciplina geral nos quarteis, e que provocaram o exilamento do Presidente no Uruguai com sua família, devido à desordem dos motins, denominados na época pela mídia de então de "Aquartelada Generalizada" e a institucionalização de um Gabinete Provisório de Militares, devido a o necessário "Estado de Sítio (figura constitucional), de fato", comando por Castelo Branco e vice governante provisório Costa e Silva, que mais tarde foi institucionalizado, tornando-se de Direito, com base na Constituição de 1946, em vigor, pelo Congresso Nacional. Posteriormente, com recrudescimento dos movimentos dos aparelhos revolucionários que alastrou-se para o interior do Brasil, vieram o primeiro Ato Institucional da Constituição de 1946 e os seguintes que, com a permanência de extremistas se prolongou de 1963 ano da vacância presidencial até 1984, com a abertura política, planejada e iniciada pelo Presidente João Figueiredo em 1985.

Pode ter origem na xenofobia, intolerância racial, religiosa, política ou decorrente de uma pressão econômica excessiva, mas pode também ocorrer em manifestações esportivas, especialmente em razão do ódio entre torcidas.

No Direito Penal Militar do Brasil, o crime de motim está previsto no art. 149 do Código Penal Militar (Decreto-Lei n.° 1.001/69), aplicável a militares que cometem atos coletivos coordenados de insoburdinação ou desobediência.

Motim durante greve em Minneapolis (1934).
Brancos à caça de negros, durante o motim de 1919, em Chicago
Carro incendiado durante os motins na França, em 2005
Wrocław: memorial do 10° aniversário (1999) do massacre de Tian'anmen em Pequim (4 de junho de 1989).

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre sociologia ou um sociólogo é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.