Narcocapitalismo

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O narcocapitalismo (derivados: narco-Estado e narco-economia) é um neologismo destinado a caracterizar a política-econômica do sistema capitalista em que o comércio de drogas ilegais é um ponto forte e de importância para a economia de um país.

O termo narco-estado se aplica a países cujas instituições políticas se encontram significativamente influenciadas pelo tráfico de drogas, e cujos líderes desempenham simultaneamente cargos como funcionários do governo e são membros das redes de tráfico de entorpecentes ilegais, amparados pelos respectivos poderes legais.

O uso do termo começou a ser implementado na década de 1980 com o surgimento de poderosas organizações mafiosas na Colômbia. Atualmente, são usualmente considerados dois exemplos de narco-Estado: Kosovo[1] na Europa e Guiné-Bissau[2] na África, embora várias instituições têm alertado que outros países podem cair sob este tipo de governo, como por exemplo o Afeganistão.[3] [4]

Dois dos países que normalmente têm sido associados com o termo, devido ao grande poder alcançado pelos cartéis de droga em seus territórios, têm sido Colômbia e México, [5] [6] o que também vem exercendo uma influência significativa sobre os outros países vizinhos. [7]


Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Scott, Peter D.. The Road to 9/11: Wealth, Empire, and the Future of America. University of California Press, 2008. ISBN 0520258711
  • (2002). Title of an online essay: "The Narco-State Cometh"[8]
  • (2006). An anonymous US official on Afghanistan: "Now what they have is a narco-economy. If they do not get corruption sorted they can slip into being a narco-state,".[9]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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