Neuropatia periférica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Wikitext.svg
Este artigo ou seção precisa ser wikificado (desde maio de 2012).
Por favor ajude a formatar este artigo de acordo com as diretrizes estabelecidas no livro de estilo.

A neuropatia periférica é uma condição comum que afeta os nervos periféricos, sendo muitas vezes incapacitante e algumas vezes fatal. Há a mononeuropatia, que afeta apenas um nervo e a polineuropatia, que afeta vários nervos, simetricamente, em ambos os lados do corpo, e que pode se ampliar progressivamente em direção proximal. A neuropatia periférica pode ser causada por diabetes, alcoolismo, insuficiência renal crônica, paraneoplasia (como no mieloma múltiplo), infecções, amiloidose e sarcoidose [1] [2] A quimioterapia também pode induzir a neuropatia periférica.[3]

Segundo Nitrini[4] , o sistema nervoso periférico (SNP) consiste anatomicamente na parte do sistema nervoso em que os neurônios estão relacionados com a célula satélite periférica, a Célula de Schwann. Segundo Patten[5] , no lactente e na infância, a neuropatia periférica pode causar insuficiente desenvolvimento motor, inabilidade ou marcha anormal. Raramente uma criança se queixa de parestesia periférica, o sintoma clássico de uma neuropatia.

Anatomia dos nervos[editar | editar código-fonte]

Os nervos periféricos são formados por feixes de axônios revestidos por uma capa de gordura, chamada bainha de mielina.

Sinais e sintomas[editar | editar código-fonte]

Segundo Nitrini, existe uma série de sintomas e sinais motores, sensitivos, reflexos autonômicos tróficos que são típicos da doença do nervo periférico, assim como a alteração da função motora, dos reflexos profundos e da sensibilidade. Em geral, esses sintomas apresentam envolvimento simétrico das fibras dos nervos, ocorrendo progressivamente no sentido distal para proximal.

Referências

  1. A importância do raciocínio clínico e do diagnóstico diferencial: uma abordagem em atenção primária para “dor na perna”. Por José Luiz Pedroso. Revista APS, v.8, n°2, p. 199-206, jul.-dez. 2005.
  2. Prevenção de úlceras nos membros inferiores em pacientes com diabetes mellitus. Por Sonia Aurora Alves Grossi. Revista da Escola de Enfermagem da USP vol.32 n°4. São Paulo, dezembro de 1998. ISSN 0080-6234
  3. NCI Cancer Bulletin for February 23, 2010 - National Cancer Institute. www.cancer.gov. Página visitada em 10 de maio de 2012.
  4. NITRINI, R. "Princípios fundamentais". In: NITRINI, R.; BACHESCHI, L. A. A neurologia que todo médico deve saber. São Paulo, Santos, 1995, cap. 1, p. 1-50.
  5. PATTEN, J. Diagnóstico diferencial em neurologia, Rio de Janeiro: Revinter, 2000.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. A importância do raciocínio clínico e do diagnóstico diferencial: uma abordagem em atenção primária para “dor na perna”. Por José Luiz Pedroso. Revista APS, v.8, n°2, p. 199-206, jul.-dez. 2005.
  2. Prevenção de úlceras nos membros inferiores em pacientes com diabetes mellitus. Por Sonia Aurora Alves Grossi. Revista da Escola de Enfermagem da USP vol.32 n°4. São Paulo, dezembro de 1998. ISSN 0080-6234
  3. NCI Cancer Bulletin for February 23, 2010 - National Cancer Institute. www.cancer.gov. Página visitada em 10 de maio de 2012.
  4. NITRINI, R. "Princípios fundamentais". In: NITRINI, R.; BACHESCHI, L. A. A neurologia que todo médico deve saber. São Paulo, Santos, 1995, cap. 1, p. 1-50.
  5. PATTEN, J. Diagnóstico diferencial em neurologia, Rio de Janeiro: Revinter, 2000.


Ícone de esboço Este artigo sobre doenças é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.