Parábola da biga

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Outra "parábola da biga" pode ser vista em en:Katha Upanishad e na história de en:Vajira.

Platão em seu diálogo Fredo (seções 246a - 254e) usa a parábola da biga para explicar sua visão da alma humana. Ele dá essa explicação através de um diálogo de Sócrates, que usa essa parábola numa discussão do mérito do amor como "divina loucura".

Platão cria a imagem de um corredor guiando uma biga puxada por dois cavalos alados. Um cavalo é branco e tem um grande pescoço, bem criado, bem educado e corre sem chibatadas. O outro é preto, pescoço curto, mas alimentado e problemático.

O condutor da biga representa o intelecto, a razão ou a parte da alma que deve guiar o espírito à verdade; o cavalo branco representa o impulso racional ou moral ou a parte positiva da paixão (e.g. indignação correta); o cavalo preto representa as paixões irracionais da alma, o apetite ou a natureza concupiscente. O condutor dirige a biga/alma tentando impedir que os cavalos sigam direções opostas, ou que sigam rumo à luminosidade.

Jornada[editar | editar código-fonte]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]