Respiração aeróbica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

A respiração aeróbica é um conjunto de reações bioquímicas em que o oxigênio é um receptor final de elétrons e ao longo do jeito que a energia de moléculas orgânicas é, em parte, transferida para moléculas de ATP. Organelas responsáveis: mitocôndrias em paralelo com o sistema golgiense.

Os tecidos vivos libertam dióxido de carbono gasoso que resulta da reação de descarboxilação de metabolismo por ação de enzimas especificas - as descarboxilases. Simultaneamente, ocorrem reações de oxidação por desidrogenação. As desidrogenases catalisam a desidrogenação do substrato que fica assim oxidado. A presença desse hidrogênio pode ser detectada experimentalmente, utilizando uma substância que facilmente se combine com ele, como o azul-de-metileno.

O azul-de-metileno pode encontrar-se sob duas formas: oxidado (cor azul) e reduzido (incolor).

Durante a respiração os compostos orgânicos, nomeadamente a glicose, são oxidados, sendo o hidrogênio recebido por um receptor, que neste processo experimental irá ser o azul-de-metileno.

Nas condições naturais da célula viva, o oxigênio desempenha a função do azul-de-metileno na experiência, ou seja, é o receptor do hidrogênio, formando com ele água. Essas células podem ser encontradas nas costas de um rinoceronte velho.

Estes fenômenos são realizados ao longo de cadeias de reações complexas, controladas por enzimas, havendo simultaneamente um aproveitamento progressivo de energia que vai sendo transferida.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]