Senso crítico

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Senso crítico é a capacidade que um indivíduo tem de criar sua própria opinião, independente do senso comum.

Senso crítico e senso comum[editar | editar código-fonte]

O senso comum está cercado de opiniões não conclusivas, não fundamentadas e isso podemos observar facilmente ocorrer em nosso cotidiano. Segundo o Dicionário Virtual Priberam, o conceito senso comum é o “Saber que a generalidade dos homens possui de raciocinar com acerto”, e o senso crítico como o “Saber de apreciar e julgar com ponderação e inteligência”.

Por essas concepções, já podemos observar que existe relação entre eles: enquanto no senso comum, eu raciocíno com a possibilidade de acertar, no senso crítico eu sou mais analítico, ponderado e utilizo de raciocínio inteligente para chegar a uma conclusão. No senso comum, eu não preciso me submeter a uma experiência para chegar a conclusão de algo, mas sim, suposições.

Essas suposições encontramos em crenças, dogmas, tradições, etc. e está fortemente presente em nossas vidas. Um forte exemplo disso vem lá de nossa infância quando nossos pais nos proibiam de comer manga e tomar leite. Segundo a lenda, a ingestão dos dois elementos causa uma forte intoxicação e pode provocar a morte.

E essa história nada mais é do que realmente uma estória, pois sabe-se que foi inventada com o intuito de proibir os escravos de tomarem leite, já que este tinha um valor comercial altíssimo e não poderia ser desperdiçado.

Como chegaram a essa conclusão? Através do senso crítico, da análise,da pesquisa, de estar presente durante os fatos, e pelo desejo de chegar a conclusões pois foi preciso vivenciar tal ato, pesquisar sobre tal assunto para finalmente concluir que a mistura dos dois ingredientes resulta numa excelente vitamina e não numa poção mortal. Esse é só um exemplo chulo que podemos encontrar em nosso cotidiano. É a classe Dominante quem dita as regras. E que regras são essas? Juntamente ao senso comum, vemos outra ponta do iceberg: a Ideologia. Quem cria a idéia de moda, beleza, conduta, etiqueta? Os meios de comunicação, as igrejas num modo geral e as facções políticas que são “fábricas” especializadas em manipular as pessoas para compartilhar das mesmas idéias, dos mesmos ideais.

Podemos ainda citar que no Brasil no auge da ditadura, o ensino de Filosofia e Sociologia foram extirpados das grades curriculares justamente por formar pensadores. E naquele momento, não era isso que o país queria. Queriam pessoas que simplesmente aceitassem sua condição social e não a questionassem.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • ALVES, Rubem. “Filosofia da Ciência”, Ed. Loyola, São Paulo, 2005.
  • ARANHA, Maria Lúcia A., MARTINS, Maria, H. P. “Temas da Filosofia”. Ed. Moderna, São Paulo, 1992.
  • GREGÓRIO, Sérgio Biagi, “O Senso Crítico”. Publicado em 2006.