Siquém

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Este artigo é sobre a cidade bíblica de Siquém. Para a cidade no norte da Cisjordânia, veja Nablus.
Para Siquém, o antagonista na história bíblica do estupro de Diná, veja Diná ou a Lista de personagens bíblicos menores.
Para Siquém, filho de Manassés, veja a Lista de personagens bíblicos menores.

Siquém (Sichem, Shkhem ou Sh-chea-mm, Hebraico: שְׁכֶם‎ / שְׁכָם, Padrão Šəḫem Tiberiano Šəḵem; "Ombro", moderna Tell Balata (Balata al-Balad) Cisjordânia, hoje Nablus) foi uma cidade Cananéia mencionada nas cartas de Amarna e posteriormente transformada em uma cidade israelita na tribo de Manassés. Foi a primeira capital do Reino de Israel.

Origem Bíblica[editar | editar código-fonte]

Evidências arqueológicas indicam que a cidade foi destruída e reconstruída até 22 vezes antes de seu desaparecimento final em 200 dC. Dentro das ruínas da cidade ainda pode ser encontrada uma série de muros e portões construídos para a defesa, uma casa do governo, um bairro residencial e as ruínas de um templo de Zeus levantado pelo imperador Romano Adriano (que reinou de 117 - 138), o último rei datado do século II dC.

História pré-Romana e tradição Bíblica[editar | editar código-fonte]

Siquém é o nome de uma cidade bíblica do Antigo Testamento.

Foi em Siquém onde o patriarca Abraão ergueu o primeiro altar quando chegou na Terra Prometida de Canaã, junto ao carvalho de Moré. [1]

Séculos depois, o rei Jeroboão construiu a cidade de Siquém, que se encontrava numa região montanhosa, nas colinas de Efraim, onde ficou sendo, por pouco tempo, a sua capital e moradia. Mais tarde construiu Penuel. Jeroboão pensou da seguinte forma: Se eu não tiver cuidado, o povo pode requerer um descendente de Davi como seu rei. Quando forem a Jerusalém oferecer sacrifícios no templo, deixar-se-ão aliciar pelo rei de Judá, Roboão. [2]

Segundo a arqueologia moderna, mas precisamente, o prof. Ernst Sellin, arqueólogo alemão, a localização de Siquém se dá num planalto entre os montes Garizim e Ebal (Samaria); próximo à aldeia de Askar, na Jordânia, estão localizadas as ruínas da antiga cidade de Siquém. Sellin encontrou os muros da cidade, denominados mais tarde pelos arqueólogos de "muros ciclópicos", uma alusão ao seu formato circundante.

Od Yosef Chai Yeshiva[editar | editar código-fonte]

De 1975 o Od Yosef Chai (Hebraico: עוד יוסף חי José está vivo) Yeshiva trabalhou no sítio do túmulo de José em Siquém. O Rabi Yitzchak Ginsburg de Kfar Chabad serviu como seu Rosh Yeshiva (deão). Em outubro de 2000, manifestantes árabes tomaram o sítio e depredraram e vandalizaram a santidade do antigo túmulo. Conforme o Acordo de Oslo, os judeus deveriam ter livre acesso aos lugares sagrados em Áreas Palestinas e o Túmulo de José deveria permanecer sob o controle de Israel. O sítio ficou fora do alcance dos judeus ortodoxos desde os eventos de outubro de 2000. Desde novembro de 2007 a FDI tem proporcionado a entrada de judeus ao local para a participação de um evento mensal que ocorre à meia-noite.

Referências

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