The Jet Blacks

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The Jet Blacks
Informação geral
País  Brasil
Integrantes Gato, Orestes, José Paulo, Jurandi e Ernestico.

The Jet Blacks foi um grupo musical fundado por Joe Primo, nome artístico de Primo Moreschi e por Bobby de Carlo, nome artístico de Roberto Caldeira dos Santos. Joe Primo tinha um primo chamado Carlão, dono da pensão onde ele vivia, e este foi convidado para tocar no conjunto; Bobby de Carlo tinha um amigo chamado José Paulo, que também foi convidado; José Paulo tinha um amigo baterista chamado Jurandi, que também se juntou ao grupo e esta foi a primeira formação a qual se apresentou no primeiro programa comandado por Antonio Aguillar, chamado Ritmos para a Juventude.

Em 1958, um jovem fotógrafo e jornalista assistiu no Cine Art Palácio, na Avenida São João, centro de São Paulo, a primeira exibição do filme Rock Around the Clock (Ao Balanço das Horas), e pode registrar a euforia dos jovens durante aquela projeção, e diante do que restou das poltronas do cinema, após a exibição do filme, resolveu que sua carreira profissional tomaria outro rumo. Decidiu que queria participar ativamente do movimento musical jovem brasileiro. Este fotógrafo chamava-se Antonio Aguillar.

Depois de atuar em algumas emissoras de Rádio, Aguillar foi convidado por Francisco de Abreu, diretor artístico das rádios Nacional e Excelsior de São Paulo, passando a produzir e apresentar programas de auditório. Criativo, ele lançou programas de calouros, como o apresentado na Rádio Nacional, chamado “Aí vem o Pato”, abrindo as portas para muitos artistas que mais tarde viriam a ser famosos intérpretes da nossa música brasileira. Antonio Aguillar convivia com profissionais de gabarito e estava feliz com seus programas de calouros, mas seu sonho era apresentar um programa totalmente dedicado à música jovem. E foi o que aconteceu em fins de 1959, quando Francisco de Abreu, diretor da Rádio Nacional, hoje Rádio Globo, lhe deu a oportunidade de apresentar um programa diário denominado “Ritmos para a Juventude”. Desde a década de 30 as grandes rádios possuíam estúdios espaçosos devido a apresentações de orquestras e produções de radionovelas. Sendo assim, havia espaço para acomodar umas cinquenta ou sessenta pessoas nesses auditórios. Foi então que um cantor que havia gravado em 1961 um 78RPM pela gravadora Todamerica, e que ali estava entre os cantores para participar do programa, teve uma grande ideia. Seu nome artístico: Joe Primo.

Filho de italianos, Primo Moreschi era o mais novo de uma série de 9 irmãos e morava com os pais na Rua Canuto Saraiva, no bairro da Moóca em São Paulo, em um sobradinho, até que a fatalidade da vida lhe tirou a mãe, logo em seguida o pai, e os irmãos tiveram que se separar para sobreviverem.

Primo foi viver com um irmão em uma pensão, e em suas andanças conheceu o compositor Américo de Campos, que foi quem primeiro lhe acenou com a possibilidade de entrar para o mundo da música, e ao contar o fato para seu amigo Luiz Merllo, este se mostrou surpreso por saber que Primo cantava e compunha e recomendou que ele fosse a um programa infantil que acontecia aos domingos na Rádio Nacional. Foi então que ele passou a ir todos os domingos e cantava uma música no programa. Joe Primo comenta: “Como havia um contrabaixo sempre ali no palco, sem ninguém que o tocasse, às vezes, eu arriscava ajudar nos acompanhamentos dos participantes (só amadores), dando uma de contrabaixista.” Primo Moreschi conseguiu que uma gravadora o contratasse, e em menos de uma hora, ele já havia colocado voz em duas músicas, que foram: “Ela Me Fez De Limão”, e “Água de Cheiro”, ambas de sua autoria. E foi em comum acordo entre Américo de Campos, o Sr. Rozemblitz e o técnico presente na gravação que decidiram que ele deveria ter um nome artístico, e este seria “Joe Primo”.

De como Joe Primo conhece Antonio Aguillar e teve a ideia de formar um conjunto musical.

Trabalhando nos meios de comunicação, estando em todo e qualquer lugar onde, de uma forma ou de outra, seu disco era tocado, Joe Primo voltou à Rádio Nacional de São Paulo para participar de outro programa de lançamentos musicais, intitulado “Ritmos Para a Juventude”, cujo apresentador chamava-se Antônio Aguilar. Quando entrou nos estúdios, algumas fãs que se encontravam lá dentro o reconheceram e, como sempre acontece quando elas vêm um artista, deram gritinhos característicos, abraçando-o e pedindo autógrafos, o que o deixou com mais moral perante o apresentador Antônio Aguilar, que até então ainda nem tinha ouvido falar no seu nome.

Radialista e jornalista experiente que era, Aguillar não perdeu a oportunidade dos gritinhos das fãs para comunicar aos ouvintes de seu programa, que estava no ar, o porquê daquela euforia, dizendo: “Acaba de entrar nos nossos estúdios, ele… vocês estão ouvindo ao fundo o alvoroço das fãs… está um pouco difícil para ele conseguir chegar até aqui… vocês vão ouvi-lo e reconhecê-lo, porque ele mesmo vai se apresentar.” Passou então o microfone ao Primo, que disse: “Quem vos fala é Joe Primo. É com muito prazer que estou aqui, para participar do programa do nosso amigo Antônio Aguilar, que gentilmente convidou-me para estar com vocês”. O apresentador, mesmo sabendo que não o havia convidado, prosseguiu: “Gosto de fazer dessas surpresas para os nossos ouvintes, e é por esta razão que nossa audiência aumenta a cada dia”, ao que o cantor retrucou: “Aguilar, meu amigo, você tem que ampliar seu estúdio ou fazer seu programa diretamente do auditório da Rádio Nacional para dar chances a mais fãs poderem conviver com seus artistas”. Aguillaar prosseguiu o diálogo, dizendo: “Joe Primo, meu amigo, deixe estar que vou pensar seriamente nesse assunto.” Após terminar o programa, Aguillar disse: “Obrigado pelo improviso, bem como a sugestão que você deu com o programa no ar. Mas, quanto a ampliar o estúdio, impossível. Fazer o programa diretamente do auditório depende de muitos fatores. O primeiro é a verba de patrocínio, sem a qual nada se faz. O segundo é que se o programa for no palco, as fãs vão querer ouvir seus cantores ao vivo, o que acarretaria a necessidade de um conjunto musical especializado em ritmos próprios da juventude para acompanhar os artistas. Sem contar que os artistas que cantam rock no momento são muito poucos. Mesmo assim, é quase certo que iriam querer ganhar algum cachê para participar. Enfim, não é fácil. Além do mais, eu ainda teria de ter poder de convencimento junto ao Abreu (diretor-geral da Rádio Nacional), para conseguir a liberação do auditório e levar avante essa empreitada. Sozinho é quase impossível.” Depois de ouvi-lo atentamente, disse-lhe Primo: “Aguilar, se os problemas forem esses, eu tenho a solução para quase todos. Você não ouviu falar do meu conjunto de rock? E disse-lhe o nome do conjunto americano famoso na época, chamado The Ventures. Pois esse grupo é meu. Você já ouviu falar de Bobby De Carlo? Pois ele, além de cantar solo, faz parte do meu conjunto.”

Aguilar, surpreso, respondeu: “Sim, mas para fazer um programa diretamente do auditório, é preciso haver atrações capazes de preencher o tempo mínimo, que, acredito, deva ser de uma hora.” E Primo respondeu: “Deixa comigo. Eu e meu conjunto faremos pela manhã uns testes com alguns cantores ou cantoras amadores, aos quais você fará uma chamada pelo seu programa. Os que forem aprovados serão escalados para participar, intercalando-se comigo, cantando, juntamente com o Bobby Di Carlo, e meu conjunto tocando. Você verá que vai haver cantores profissionais que, ao perceberem o sucesso do programa no auditório, farão questão de participar sem sequer pensar em cachê.” Animado com tudo, Aguilar disse: “Joe Primo, eu vou dar o primeiro passo ainda hoje. Sabe qual? Falar do que conversamos com o Abreu. Dependendo do que ele disser, amanhã mesmo farei as chamadas para quem quiser fazer testes procurar você sábado pela manhã, e seja o que Deus quiser. Mas (olho no olho), Joe Primo, pelo amor de Deus, não me vá mancar, porque isso tudo é muito sério. Após o cartão verde do Abreu, não existe volta”. Resposta de Primo: “Pode confiar em mim. Palavra e responsabilidade eu tenho até demais.”

E assim foi feito. Aguillar conversou então com Francisco Abreu sobre a sugestão feita pelo cantor Joe Primo, para que fosse incluído na programação um programa especial semanal, a ser realizado no grande auditório da rádio, na Rua Sebastião Pereira, 218. E assim começou aos sábados o programa ao vivo, com plateia, no auditório da emissora, tendo sido o início do lançamento de cantores e grupos musicais.

Quando os dois se despediram e Primo começou a entrar no corredor lateral da Rádio Nacional, que dava até a saída para a Rua Sebastião Pereira, as fãs novamente lhe assediaram e depois de dar mais alguns autógrafos, conversou com seu amigo Barnabé, e em seguida, tomou um suco na lanchonete. Foi exatamente nesse instante que ele começou a perceber a responsabilidade que havia assumido com Antônio Aguilar. Sem pestanejar, dirigiu-se para o bairro do Canindé, indo direto para a casa de Bobby Di Carlo, que era seu amigo havia algum tempo. Lá chegando, contei-lho a história, o diálogo, o combinado, e ele tudo ouvia sem discordar de nada. Quebrando o silêncio, Bobby virou-se para Primo e disse categórico: “Primão, você tá louco? Cara, como é que nós vamos tocar como conjunto se não só não temos músicos suficientes, como também não temos instrumentos e tempo hábil para consegui-los?” Primo respondeu: “Bobby, é o seguinte. Nós só temos que arrumar um contrabaixo e um baterista. Bateristas normalmente costumam já ter sua bateria. Eu compro uma guitarra a prestação nas Casas Manon, da Rua 24 de Maio, e você reveza comigo na guitarra, ora solando, ora acompanhando! Uma hora eu canto e você me acompanha. Outra hora você canta e eu o acompanho.” Nesse instante Bobby di Carlo o interrompeu, dizendo que se lembrou de ter conhecido um carinha que morava lá pelos lados de Santana e tocava mais ou menos violão. “Quem sabe, a gente dando algumas dicas de como era a batida da guitarra para acompanhar rock, ele aprendesse, uma vez que sabia tocar samba.” Já era meio caminho andado, portanto valeria a pena arriscar. Fomos até lá e Bobby apresentou Joe Primo a José Paulo Matrangulo. Imediatamente, Primo perguntou se ele toparia participar de um conjunto de rock para tocar todos os sábados na Rádio Nacional. Ao ouvir o convite, principalmente pelo nome da Rádio Nacional, a resposta foi a seguinte: “Rapaz… é claro que eu topo, vou realizar um sonho”. José Paulo ficou muito alegre e disse que tinha um conhecido no colégio que tocava bem bateria, só não sabia se também tocava rock, pois só o tinha visto tocar samba. Após contatarem o baterista, cujo nome era Jurandi, este também concordou em participar do conjunto imediatamente, e assim marcaram um encontro para decidir como seria a atuação de estreia, tendo em vista não terem praticamente tempo hábil para ensaios. Nessa reunião eles combinaram quem tocaria o quê, dentre outras coisas. Ficou então estabelecido que na guitarra solo seria Bobby Di Carlo; no contrabaixo, Carlos Alberto de Carvalho, o Carlão, apelidado pelos amigos, dado sua altura e jeito de ser brincalhão. Era muito querido por todos, e Joe Primo o conhecia pois morava em sua casa como pensionista; na bateria, Jurandi e na guitarra base, Joe Primo e Zé Paulo. E assim estava formado o conjunto de rock, que Joe Primo apresentaria a Antonio Aguillar para acompanharem os cantores no programa Ritmos para a Juventude, da Rádio Nacional.

Pronto e definido, só faltavam duas coisas: como fazer pra ele não passar por mentiroso, tendo em vista ter dito para o Antônio Aguilar que tinha um conjunto de rock com o nome de um conjunto americano, muito famoso na época, que nunca poderiam usar, conhecidíssimo que era dos aficionados em rock no mundo todo. Primo chamou Bobby de lado e lhe disse: “Ajude-me a encontrar um nome em inglês que, ao ser pronunciado, confunda-se o máximo possível com o do conjunto americano, The Ventures.” Depois de muito pensar, chegaram à conclusão de que a único nome plausível que, ao ser pronunciado rapidamente, pudesse se confundir, seria The Vampires. Resolvido o problema do nome do conjunto de rock recém-formado, Primo dirigiu-se ao apresentador e o autorizou a anunciar quando quisesse o primeiro programa “Ritmos para a Juventude”, diretamente do palco do auditório da Rádio Nacional de São Paulo. Aquela semana que antecedeu a estreia do programa, Aguilar, ao fazer as chamadas, dava tanta ênfase à atração, que o conjunto The Vampires antes de se apresentar em público já estava praticamente famoso. No sábado, quando seria a estreia do programa, diretamente do palco e auditório da Rádio Nacional de São Paulo, que se situava na Rua Sebastião Pereira, no bairro Santa Cecília, às sete horas da manhã, Joe Primo, Bobby De Carlo, Zé Paulo, Jurandi e Carlão, componentes do conjunto de rock The Vampires, lá estavam presentes, arregaçando as mangas e agitando os preparativos junto com Antônio Aguilar, tentando organizar da melhor maneira possível tudo o que deveria acontecer no transcorrer das apresentações em cima do palco. Toda a direção artística musical, bem como algumas encenações em cima do palco para não deixar buracos entre uma apresentação e outra, ficou a cargo de Joe Primo. Aguilar, a todo instante, vinha a um dos estúdios improvisado para fazer testes e perguntava: “E aí, Joe Primo, você está confiante? Você acha que nós vamos conseguir preencher o horário cedido pela Direção? Será que vai ter um bom público no auditório?” Joe Primo respondia: “Tenha calma, Aguilar. Ainda falta mais de uma hora para o início do programa… Assim que eu terminar os testes com esse pessoal todo, vou ver quem tem condição de cantar hoje e intercalar uns três ou quatro deles com o Bobby Di Carlo cantando “Oh, Eliana”. Em seguida, você usa seu poder de persuasão e convencimento, aproveitando a deixa dos aplausos destinados ao Bobby De Carlo, para valorizar o novato que irá se apresentar em seguida. Mais uns três novos e você anuncia Joe Primo, e eu canto. Novamente, alguns novos cantam e você chama o Carlão. Em seguida, encerramos com The Vampires tocando e deixando os participantes dançarem em cima do palco, enquanto você vai agradecendo a juventude presente, prometendo uma nova atração no próximo sábado. “Combinado”!, respondeu Aguilar.”

Uma curiosidade: Alguns dias antes de The Vampires (futuros The Jet Black’s) participarem pela primeira vez do programa Ritmos Para A Juventude, diretamente do palco do auditório da Rádio Nacional de São Paulo, estavam no Largo Padre Bento em São Paulo tocando violão numa sexta-feira, o Foguinho e o Bobby di Carlo, entre outros, quando chegou o Joe Primo e disse pra eles: “amanhã, sábado, às 21h, vamos lá na Rádio Nacional no programa “No Mundo dos LP’s”, do Ademar Dutra.” E eles foram, e eram quatro: Foguinho(caixa), Joe Primo( banjo), Bobby di Carlo(violão) e o Carlão, primo do Joe (piano). Depois do programa o Ademar Dutra recebeu muitas cartas comentando sobre o “conjunto”, cujo repertório era de músicas de Little Richard, Everly Brothers, Elvis, Cliff Richard. Depois desta apresentação, começou o “primeiro” programa Ritmos para a Juventude com o Antonio Aguillar, diretamente do auditório da Radio Nacional de São Paulo, tendo o “FOGUINHO LITTLE FIRE” como cantor, juntamente com os The Vampires.

Roberto Caldeira dos Santos, mais conhecido como Bobby di Carlo, nasceu em São Paulo, no dia 30 de junho de 1945. Começou sua carreira no início da década de 1960 cantando rock, tendo gravado a canção “Oh! Eliana”, de Marcucci, De Angelis e Sérgio Freitas e “Quero amar”, versão de Fred Jorge para música de Deane e Weisman. No ano seguinte gravou “Broto feliz”, de Marcucci, De Angelis e Sérgio Freitas e “Amor de brotinho”, de Ballard e Hunter, com versão de Sérgio Freitas. Ele costumava ir a programas de auditório, como o Rítmos para a Juventude, de Antonio Aguillar, na Rádio Nacional, era amigo de Joe Primo e foi, juntamente com o amigo, que estreou no conjunto The Jet Black’s no programa de Aguillar, com a seguinte formação: Bobby di Carlo na guitarra solo, Carlão no contrabaixo, Jurandy na bateria e Joe Primo e Zé Paulo na guitarra base.

José Paulo Matrangulo nasceu em 26 de maio de 1941 na cidade de Sertãozinho, interior de São Paulo. Seu pai era violinista da orquestra da cidade e o incentivou a seguir carreira de músico, já que ele possuía uma voz suave e o dom para a música, pois ainda muito jovem já havia aprendido a tocar violão.

Jurandi Trindade Abreu da Silva nasceu em 01 de dezembro de 1943 em uma pequena cidade do sul da Bahia e aos 16 anos já tocava bateria. Em meados de 1960 juntou-se aos amigos José Paulo e Bobby di Carlo na formação do conjunto criado por Joe Primo.

Depoimento do baterista Foguinho, que esteve no primeiro programa Ritmos para a Juventude, juntamente com The Vampires, na condição de cantor, o Little Fire:

Waldemar Botelho Jr Foguinho: “ANTES DE INICIAR OS VAMPIRES (THE JET BLACKS) E O PROGRAMA RITMOS PARA A JUVENTUDE DO AGUILLAR EU, O PRIMO, O CARLAO E O BOBBY DE CARLO FIZEMOS UM PROGRAMA ” PILOTO” NA RÁDIO NACIONAL DE S.PAULO APRESENTADO PELO SAUDOSO ADEMARZINHO DUTRA.O GRUPO RECEBEU CARTAS DOS OUVINTES ELOGIANDO E LOGO DEPOIS COMEÇOU O ANTONIO AGUILLAR E EU FUI JUNTO COM O GRUPO MAS COMO “CANTOR”E O MEU AMIGO D.J.SERGINHO DE FREITAS ME BATIZOU COMO “LITTLE FIRE”,POR CAUSA DO MEU CABELO RUIVO ME CHAMAVAM DE “FOGUEIRA” EM MEU BAIRRO.”

FONTE DESTA PESQUISA:

1. Histórias da Jovem Guarda – por Antonio Aguillar, Debora Aguillar e Paulo Cesar Ribeiro 2. O Protagonista Oculto dos Anos 60 – Primo Moreschi 3. The Jet Black’s – Eduardo Reis

Discografia[editar | editar código-fonte]

Notas e Referências

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