Vida humana

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O início da vida é um tema complexo e altamente subjetivo.

Alguns juristas e neurocientistas argumentam que se a morte ocorre com a interrupção da função cerebral, a vida humana deveria iniciar com o início da função cerebral, mas outros pensadores argumentam com outros parâmetros essenciais à vida.

Na fecundação[editar | editar código-fonte]

No judaísmo, a vida se inicia a partir da fecundação. Segundo textos talmúdicos, o feto recebe a alma após quarenta dias de gestação. Opinião dividida por religiões subseqüentes, como o cristianismo.

Segundo Hipócrates, o pai da medicina, opinião compartilhada por muitos geneticistas, a vida humana se inicia ou começa a sua existência na fecundação, posto que neste momento, todos os elementos genéticos para definir o futuro ser humano já estão presentes no material genético das duas células monozigóticas que se encontram.

Duas semanas[editar | editar código-fonte]

Quando alguns feixes de tecido neuronal começam a surgir.

12 semanas[editar | editar código-fonte]

Outros pensadores porém, como alguns neurocientistas, juristas de uma forma geral e filósofos da antiga Grécia, partilhados pela religião islâmica, acreditam que a vida humana demora um pouco mais para aparecer. Seus argumentos são diversos. O islamitas acreditam que a alma só seria incorporada à matéria após doze semanas de gestação.

16 semanas[editar | editar código-fonte]

Quando o cérebro já esta bem esboçado anatomicamente.

28 semanas[editar | editar código-fonte]

Quando o feto inicia sua relação com os sentidos; dor, tato, etc.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]