Arqamani

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Arqamani foi um rei cuchita de Meroé no final do século III a.C. e início do século II a.C. conhecido por inscrições em Filas e Dakka.[1] Identificado como a versão na escrita meroitica de Ergamenes rei de Meroé ou da alta Etiópia durante o reinado de Ptolemeu II Filadelfo, mencionado por Diodoro Sículo, porém é possível que vários reis tenham sido fundidos em um único.[1][2][3]

Citação em Diodoro Sículo[editar | editar código-fonte]

Diodoro Sículo [Nota 1] relata o costume dos reis da Etiópia (identificados no Livro III à cidade de Meroé) de reinarem até receberem ordens dos sacerdotes indicando que eles devem morrer.[4] Este costume perdurou até o reinado de Ergamenes, contemporâneo de Ptolomeu II, um rei com educação grega e estudioso de filosofia, que desprezou o comando dos deuses,[5] enviou seus soldados ao templo dourado dos etíopes e passou os sacerdotes ao fio da espada, abolindo este costume.[6]

Notas e referências

Notas

  1. Diodoro Sículo dá como suas fontes o segundo livro de Agatárquides de Cnido, o oitavo livro de Artemidoro de Éfeso e autores egípcios, além de entrevistas que ele fez com sacerdotes egípcios e embaixadores da Etiópia

Referências

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