Biossemiótica

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A Biossemiótica (do grego bios que significa "vida" e semion significando "signo / sinal"), é um campo crescente que estuda a produção de ação e interpretação dos sinais do reino biológico, em uma tentativa de integrar as descobertas científicas da biologia e da semiótica para formar uma Nova visão da vida e do significado de imanentes elementos do mundo natural. O termo "biossemiótica" foi pela primeira vez utilizado por F.S. Rothschild, em 1962, mas Thomas Sebeok tem feito muito para popularizar o termo e o campo.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Barbieri, Marcello (2008): Biosemiotics: a new understanding of life. Em: Naturwissenschaften. Springer Berlin / Heidelberg.
  • Emmeche, Claus; Kull, Kalevi; Stjernfelt, Frederik (2002): Reading Hoffmeyer, Rethinking Biology. (Tartu Semiotics Library 3). Tartu: Tartu University Press.
  • Hoffmeyer, Jesper (1996): Signs of Meaning in the Universe. Bloomington: Indiana University Press.
  • Hoffmeyer, Jesper; Kull, Kalevi (2003): Baldwin and biosemiotics: What intelligence is for. In: Bruce H. Weber; David J. Depew (eds.), Evolution and Learning - The Baldwin Effect Reconsidered. Cambridge: The MIT Press.
  • Kull, Kalevi (1999). Biosemiotics in the 20th century: A view from biology. Semiotica 127(1/4): 385-414.
  • Kull, Kalevi; Deacon, Terrence; Emmeche, Claus; Hoffmeyer, Jesper; Stjernfelt, Frederik (2009). Theses on biosemiotics: Prolegomena to a theoretical

biology. Biological Theory 4: 167–173.

  • Sebeok, Thomas A.; Umiker-Sebeok, Jean (eds.) (1992): Biosemiotics. The Semiotic Web 1991. Berlin: Mouton de Gruyter.
  • Sebeok, Thomas A.; Hoffmeyer, Jesper; and Emmeche, Claus, eds. (1999). Biosemiotica. Berlin & New York: Mouton de Gruyter. [ = Semiotica vol. 127 (no.1-4)].

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