Bricks Are Heavy

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Bricks Are Heavy
Álbum de estúdio de L7
Lançamento 14 de abril de 1992 (1992-04-14)
Gravação 1991—92
Gênero(s)
Duração 37:28
Idioma(s) (em inglês)
Formato(s)
Gravadora(s) Slash Records
Produção
Cronologia de L7
Smell the Magic
(1990)
Hungry for Stink
(1994)
Singles de Bricks Are Heavy
  1. "Pretend We're Dead"
    Lançamento: 1992
  2. "Everglade"
    Lançamento: 1992
  3. "Monster"
    Lançamento: 1992

"Bricks Are Heavy" é o terceiro álbum de estúdio da banda de rock americana L7, lançado em abril de 1992 pela Slash Records. O carro chefe "Pretend We're Dead", tornou-se um sucesso e fez a banda "abrir as portas", para as mulheres dentro do grunge.

O álbum foi lançado pouco depois de o grunge ter entrado no mainstream, com o sucesso repentino do Nevermind do Nirvana. Em julho de 1992, a canção "Pretend We're Dead" ganhou popularidade entre as estações de rádio de rock americanas, onde recebeu um regular airplay. No final de agosto, o álbum havia alcançado o primeiro lugar na parada de álbuns do Heatseekers da Billboard e duas semanas depois ele atingiu o número 160 no Billboard 200.

Musicalmente o álbum é mais pesado e mais sujo do que os discos anteriores da banda e descrito como "melodias cativantes e vocais significativos, com guitarras feias e um fundo rápido, mas grossa de grunge de ferro fundido", pela Entertainment Weekly.[1] Embora a banda tenha mantido suas raízes punk e hardcore punk, houve mais ênfase em heavy metal do que antes. Foi produzido por Butch Vig, que é conhecido por seu trabalho com bandas consagradas como Nirvana, Smashing Pumpkins, Sonic Youth e Garbage.

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

Em uma crítica contemporânea para a Playboy, Robert Christgau considerou Bricks Are Heavy, como uma "lição de objeto, de como avançar sua música encontrando o mercado incompleto", embora acreditasse que não venderia tanto quanto merecido. Ele disse que Vig, ajudou as L7 a produzir grunge e metal com "intensas misturas de canções e acordes de poder" e que "nunca reunirá o impulso do Nirvana, mas é mais cativante e com um toque mais desagradável".[2] Greg Kot estava menos entusiasmado no Chicago Tribune, Escrevendo que não havia muitas músicas boas como "Slide" e "as performances, embora certamente ferozes, não são suficientemente variadas para compensar a diferença".[3]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
AllMusic 4.5 de 5 estrelas.[4]
Christgau's Consumer Guide A[5]
Encyclopedia of Popular Music 4 de 5 estrelas.[6]
Entertainment Weekly A[1]
Los Angeles Times 3 de 4 estrelas.[7]
MusicHound Rock 4.5/5[8]
Q 3 de 5 estrelas.[9]
Rolling Stone 3 de 5 estrelas.[10]
The Rolling Stone Album Guide 4 de 5 estrelas.[11]
Spin Alternative Record Guide 9/10[12]

Faixas[editar | editar código-fonte]

N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Wargasm"   Donita Sparks 2:40
2. "Scrap"   Sparks, Brett Gurewitz 2:53
3. "Pretend We're Dead"   Sparks 3:53
4. "Diet Pill"   Sparks 4:21
5. "Everglade"   Jennifer Finch, Daniel Ray 3:18
6. "Slide"   Suzi Gardner, Sparks 3:37
7. "One More Thing"   Finch 4:07
8. "Mr. Integrity"   Sparks 4:06
9. "Monster"   Gardner 2:56
10. "Shitlist"   Sparks 2:55
11. "This Ain't Pleasure"   Gardner, Caivano 2:42
Duração total:
37:28

Desempenho nas tabelas musicais[editar | editar código-fonte]

Créditos[editar | editar código-fonte]

L7
Músicos adicionais
  • Paul Ryan → bongô
Produção

Referências

  1. a b Arnold, Gina. «Bricks Are Heavy Review». Entertainment Weekly. Consultado em 5 de fevereiro de 2017 
  2. Christgau, Robert (15 de abril de 2016). «L7, Roches, Yo Yo, Rosie Flores». Playboy 
  3. «Bricks are Heavy (Slash)». Chicago Tribune. 15 de abril de 2016 
  4. a b Rivadavia, Eduardo. «Bricks Are Heavy - L7». Allmusic. Consultado em 5 de fevereiro de 2017 
  5. Christgau, Robert (2000). «L7: Bricks Are Heavy». Christgau's Consumer Guide: Albums of the '90s. [S.l.]: Macmillan. p. 185. ISBN 0-312-24560-2. Consultado em 5 de fevereiro de 2017 
  6. «L7». Encyclopedia of Popular Music 5th ed. [S.l.]: Omnibus Press. ISBN 0857125958 
  7. «L7, 'Bricks Are Heavy', Slash». Los Angeles Times. Consultado em 5 de fevereiro de 2017 
  8. Graff, Gary; Durchholz, Daniel, eds. (1999). «L7». MusicHound Rock: The Essential Album Guide 2nd ed. Farmington Hills, MI: Visible Ink Press. ISBN 1-57859-061-2 
  9. Anon. «Review». Q. p. 76 
  10. Berger, Arion. «L7: Bricks Are Heavy : Music Reviews». Rolling Stone: 94. Consultado em 5 de fevereiro de 2017 
  11. Brackett, Nathan; Hoard, Christian, eds. (2004). «L7». The Rolling Stone Album Guide 4th ed. [S.l.: s.n.] p. 500. ISBN 0743201698 
  12. Weisbard, Eric; Marks, Craig, eds. (1995). «L7». Spin Alternative Record Guide. New York: Vintage Books. ISBN 0-679-75574-8 
  13. [1], UK charts page for Bricks Are Heavy by L7
  14. «L7 - Bricks Are Heavy». australian-charts.com. Consultado em 17 de janeiro de 2010 
  15. Gráfico ilegal entrouall «Bricks Are Heavy charts [albums]» Verifique valor |url= (ajuda). billboard.com. Consultado em 17 de janeiro de 2010 
  16. «L7 Discography». austriancharts.at. Consultado em 2 de dezembro de 2009 
  17. «L7». chartstats.com. Consultado em 31 de janeiro de 2009 
Ícone de esboço Este artigo sobre um álbum de L7 é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.