Discussão:Benjamin Abrahão Botto

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Ip querendo corrigir[editar código-fonte]

O primeiro parágrafo está incorreto. Benjamim como a gigantesca maioria dos imigrantes jovens do sexo masculino oriundos do Oriente Médio que para o Brasil imigraram no período anterior à I Guerra Mundial e início desta, entre o final do Século XIX e início do Século XX, vinham de áreas sob controle do então Império Otomano. De origem Árabe, Armênia ou Judaica, tinham em comum o passaporte Otomano, daí todos indiscrimadamente receberem por parte da população a alcunha de "Turcos".

Ora, sendo Benjamim natural da região, aonde hoje estão estabelecidos os Estados da Síria e do Libano; tendo imigrado o mesmo para o Brasil em 1915 lembrando que esta mesma região ficou sob controle Otomano até 1917-18, conclui-se que o mesmo imigrou para o Brasil, como muitos da mesma região e época fizeram, afim de escapar do alistamento do exército Otomano e não do Britânico (como consta na edição que agora corrijo) que, aliado ao Francês só tomaria a região ao final da I Guerra Mundial.

Edição não assinada em Set.2008 o comentário precedente não foi assinado por 189.62.36.73 (discussão • contrib.)

Mais um ip 189… Bem, 189, você pode indicar um link sério que confirme o que quer colocar no verbete? Sabe, quem tem de provar algo aqui é quem quer mudar o que está no verbete. Portanto… Diga aqui antes, com o link, aquilo que quer ver "corrigido". As fontes que pesquisei davam que ele fugiu do alistamento ao exército britânico. Elas estão devidamente citadas. Seria interessante nos informar, portanto, com fontes fiáveis, lembrando-o de que este é um verbete destacado, justamente por trazer tais garantias de conteúdo. Grato, Conhecer ¿Digaê 04h10min de 15 de fevereiro de 2009 (UTC)

Fonte de Referência… já que se trata de fato conhecido apenas por pessoas familiarizadas com a história do Oriente Médio e/ou a Primeira Guerra Mundial; assim vão não uma mas 2 fontes:
  • A History of the Modern Middle East de William L. Cleveland, Westview press 2004 - Observar espec. Capítulo 9 e
  • A grande guerra pela civilização por Robert Fisk, ed.planeta do brasil, 2007 Cybershore (discussão) 00h27min de 17 de fevereiro de 2009 (UTC)

Cinegrafista , fotografo ou mascate ?[editar código-fonte]

Linda página excelente ilustração. Eu não sabia que já estava em uso aqui no Brasil mas parece que usaram uma regra, até inédita, para pré-classificar estrangeiros.

Ficou bem simplificado vejam porque, "se é um judeu? veio ao Brasil para comprar e vender de roupas velhas, se é um Chinês? imigrou para montar uma pastelaria e vender caldo de cana , se for um sírio e libanês? é um mascate e assim em diante".

A nível enciclopédico isso chama-se de exatidão , ficou ótimo e quando não se sabe a fonte, melhor usar esse recurso do que chutar, fraudar ou inventar como usualmente fazem lá na Desciclopédia.

Uma outra inovação ótima, foi o resumo profissionalizante do correspondente Benjamin Abrahão, daqui para frente um cinegrafista passará a ser um fotografo e um jornalista passará a ser um compositor.

Cinegrafista , fotografo ou mascate voce escolhe Giftplant (discussão) 00h08min de 4 de Setembro de 2008 (UTC)

  • Que quer dizer? Porventura não tem as fontes no verbete? Queria que fosse feito o quê, precisamente? Omitir que foi ele um mascate, quando até o nome dos animais que usava se preservou? Ora, veio ele para o Brasil e empregou-se com amigos, que aqui já comerciavam e, como visto, logo demonstrou possuir outros valores e uma percepção de preservação histórica de um fato social que nenhum brasileiro teve!

Pelo que você coloca, o verbete usou de rótulos e os usou de modo equivocado:

um cinegrafista passará a ser um fotografo e um jornalista passará a ser um compositor
 
Giftplant.

. Vamos ao verbete? Pode ler, presumo, que primeiro trabalhou como mascate; que foi "fotógrafo" quando Lampião visitou o padre Cícero; foi tradutor e "assessor internacional" do mesmo padre; foi cinegrafista, quando partiu para filmar o cangaço; foi correspondente, em lá estando… Se alguém inverteu algo, creio, foi você… Na minha cidade tivemos judeus - um era engenheiro, e foi professor, enquanto outros foram os responsáveis pela exploração de ametista e tornavam-na a "pedra da moda" no segundo império, em França. Não conheci libaneses; conheci muitos fotógrafos que nunca foram cineastas - e o cineasta que vi trabalhando acho que nada sabia de fotografia.

Não podemos inventar o passado; não podemos nos abstrair do que as fontes nos revelam. Se apontou um "problema", deveria ter apontado qual a "solução". Como não vi (ou entendi) o que quer dizer, e como aqui ninguém escolhe nada, fica-me a sensação de que "soltou" palavras.

Falo porque lutei muito para produzir este verbete e fazê-lo como um destacado aqui na wiki; porque este brasileiro, vindo do Líbano, foi uma figura genial em nossa História. Porque, prezado, fugiu ao lugar-comum dos que se rotulam, e legou-nos um trabalho grandioso.

Conhecer ¿Digaê 10h19min de 9 de Novembro de 2008 (UTC)

www.memoriadocinema.com.br[editar código-fonte]

Tirei um copy & paste desordenado=desrespeito total de WP:LE/WP:WNE de [1] na qual consta "[REPRODUÇÃO PERMITIDA INDICANDO OS CRÉDITOS DO AUTOR]". Talvez existe algum conteúdo que possa ser aproveitado, respeitando WP:POL e WP:REC, supondo a validade da licença para o uso do conteúdo na Wikipédia. Autor do site é aparentemente este.--Gunnex msg contrib 23h01min de 11 de Janeiro de 2009 (UTC)

Efetivamente, não sei como tratar essa questão da fiabilidade de fontes que simplesmente deixem de existir na internet. Mas, neste caso, houve a migração do conteúdo, acho que basta, então, alterar a fonte "cinema cearense" para esse endereço. Vou ver como fazer o ajuste, e deixar de modo que, se amanhã ou depois deixar de existir neste espaço também - o verbete não fique prejudicado. Conhecer ¿Digaê 22h54min de 1 de março de 2009 (UTC)

Benjamim era palestino, diferente do que diz no texto. também os Elihimas de Pernambuco são Palestinos de origem. Parte do filme que ficou em poder de nossa familia foi doado, por mim, ao Instituto Joaquim Nabuco, em Recife, há muitos anos. Isto é citado na primeira e segunda edições do livro Guerreiros do Sol, de Frederico Pernambucano. Marcelo o comentário precedente não foi assinado por 200.175.177.130 (discussão • contrib.) JSSX uai 16h45min de 18 de agosto de 2009 (UTC)


Link quebrado[editar código-fonte]

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--LijeBot (discussão) 16h49min de 21 de dezembro de 2013 (UTC)


Link quebrado 2[editar código-fonte]

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--LijeBot (discussão) 16h50min de 21 de dezembro de 2013 (UTC)