Doces Bárbaros - Ao Vivo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Doces Bárbaros - Ao Vivo
Álbum ao vivo de Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Maria Bethânia
Lançamento 1976
Gravação 1976
Gênero(s) MPB
Duração 1:24:22
Gravadora(s) Philips
Cronologia de Gal Costa
Gal Canta Caymmi
(1976)
Caras & Bocas
(1977)
Cronologia de Caetano Veloso
Jóia
(1975)
Bicho
(1977)

Doces Bárbaros - Ao Vivo é um álbum ao vivo lançado para o show Doces Bárbaros apresentado por Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia, gravado e lançado em 1976.

Faixas[editar | editar código-fonte]

CD 1

Lado um
N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Os Mais Doces Bárbaros"   Caetano Veloso 6:42
2. "Fé Cega, Faca Amolada"   Milton Nascimento, Ronaldo Bastos 5:30
3. "Atiraste Uma Pedra"   Herivelto Martins, David Nasser 3:59
4. "Pássaro Proibido"   Maria Bethânia, Veloso 4:38
Lado dois
N.º Título Compositor(es) Duração
5. "Chuckberry Fields Forever"   Gilberto Gil 5:25
6. "Gênesis"   Veloso 8:46
7. "Tarasca Guidon"   Waly Salomão 7:27

CD 2

Lado três
N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Eu e Ela Estávamos Ali Encostados na Parede"   Gil 4:13
2. "Esotérico"   Gil 4:09
3. "Eu Te Amo"   Veloso 3:00
4. "O Seu Amor"   Gil 4:27
5. "Quando"   Gal Costa, Veloso, Gil 4:13
Lado quatro
N.º Título Compositor(es) Duração
6. "Pé Quente, Cabeça Fria"   Gil 3:49
7. "Peixe"   Veloso 3:16
8. "Um Índio"   Veloso 4:42
9. "São João, Xangô Menino"   Veloso, Gil 4:31
10. "Nós, Por Exemplo"   Gil 4:01
11. "Os Mais Doces Bárbaros" (Reprise) Veloso 1:20
Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Allmusic 3 de 5 estrelas. link

Créditos[editar | editar código-fonte]

[1] Gravado ao vivo

  • Direção geral: Caetano Veloso
  • Direção musical: Gilberto Gil
  • Piano: Tomás Improta
  • Baixo: Arnaldo Brandão
  • Guitarra: Perinho Santana
  • Bateria: Chiquinho Azevedo
  • Sax e flautas: Tuzé Abreu e Mauro Senise
  • Percussão: Djalma Corrêa
  • Direção da produção: Gapa e Perinho Albuquerque
  • Técnico em gravação e mixagem: Ary Carvalhaes
  • Assistente: Rafael Isaak
  • Técnico em manutenção: Ivan A. Lisnik
  • Corte: Luigi Hoffer
  • Capa: Aldo Luiz e Flávio Império
  • Fotos: Frederico Confalonieri
  • Ilustração: Jorge Vianna

Ficha Técnica[editar | editar código-fonte]

Os Mais Doces Bárbaros[editar | editar código-fonte]

[2]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • percussão: Djalma Corrêa
  • piano: Tomás Improta
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise

reprise

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

Fé Cega, Faca Amolada[editar | editar código-fonte]

[3]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • percussão: Djalma Corrêa
  • piano: Tomás Improta
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise

Atiraste uma Pedra[editar | editar código-fonte]

[4]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • percussão: Djalma Corrêa
  • piano: Tomás Improta
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise

Pássaro Proibido[editar | editar código-fonte]

[5]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • percussão: Djalma Corrêa
  • piano: Tomás Improta
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise

Chuckberry fields forever[editar | editar código-fonte]

[6]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • percussão: Djalma Corrêa
  • piano: Tomás Improta
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise

Gênesis[editar | editar código-fonte]

[7]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • percussão: Djalma Corrêa
  • piano: Tomás Improta
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise

Tarasca Guidon[editar | editar código-fonte]

[8]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

Eu e ela estávamos ali encostados na parede[editar | editar código-fonte]

[9] (sobre trecho do livro Panamerica, de José Agrippino de Paula)

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

Esotérico[editar | editar código-fonte]

[10]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

Eu te Amo[editar | editar código-fonte]

[11]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

O Seu Amor[editar | editar código-fonte]

[12]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

Quando[editar | editar código-fonte]

[13]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

Pé quente, Cabeça fria[editar | editar código-fonte]

[14]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

Peixe[editar | editar código-fonte]

[15]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

Um Índio[editar | editar código-fonte]

[16]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

São João, Xangô menino[editar | editar código-fonte]

[17]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

Nós, por Exemplo[editar | editar código-fonte]

[18]

  • flauta: Tuzé de Abreu
  • bateria: Chico Azevedo
  • guitarra: Perinho Santana
  • sax e flauta: Mauro Senise
  • percussão: Djalma Correa
  • baixo: Arnaldo Brandão
  • piano: Tomás Improta

Citação[editar | editar código-fonte]

A sugestão foi de Bethânia, e partindo dela, era uma convocação. Ela teve um sonho, não sei o quê, Gil largou uma excursão no meio. Bethânia falou e ele parou tudo. Fizemos o repertório, divino, em duas semanas, mas a gravação ao vivo saiu suja. A gente queria gravar tudo bonitinho em estúdio, mas as mulheres não quiseram. Coisa de mulher. O Festival de Montreaux quer reunir novamente os Doces Bárbaros. Só depende da Bethânia. Se ela convocar... O show ficou muito bonito, romântico, baiano, colorido, sensual, extrovertido. É preto. É baiano. .
texto de Caetano Veloso sobre o álbum "Doces Bárbaros"

[19]

Referências