Evandro Carlos de Andrade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde junho de 2013).
Por favor, adicione mais referências inserindo-as no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Evandro Carlos de Andrade
Evandro Carlos de Andrade em 1989.
Nascimento 17 de outubro de 1931
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro1908.gif Distrito Federal
Morte 25 de junho de 2001 (69 anos)
Rio de Janeiro,  Rio de Janeiro
Nacionalidade brasileiro
Filho(s) Patrícia Carlos de Andrade
Ocupação Jornalista
Causa da morte Policitemia vera

Evandro Carlos de Andrade (Rio de Janeiro, 17 de outubro, de 1931Rio de Janeiro, 25 de junho de 2001) foi um jornalista brasileiro[1].

Em 50 anos de carreira, Evandro tinha passado por diversos órgãos de imprensa, começando pelo Correio Radical, um pequeno pasquim, que teve vida curta. Foi ali, que em 1951, aos 18 anos de idade, que ele assinou sua primeira reportagem. Em seguida, ele foi trabalhar como repórter no Diário Carioca, onde acabou assumido o cargo de chefe de reportagem. A partir de 1958, ele dividiu o cargo de chefe de redação do jornal com Carlos Castelo Branco. No jornal, assinava a coluna Dia-Dia no Catete, que contava os bastidores do governo federal.

Após deixar o Diário Carioca, Evandro mudou-se para Brasília, recém construída, onde trabalhou nas sucursal do Jornal do Brasil. A partir de 1967 assume a direção da sucursal do O Estado de S. Paulo na capital federal. Em 1971 foi convidado para dirigir o jornal O Globo, onde deu início a um processo de reestruturação, que ajudou o jornal a assumir a liderança de vendas no Rio de Janeiro. Em 1995 assumiu a direção da Central Globo de Jornalismo. Em 1996 participou da implantação do canal Globo News.

Evandro de Andrade foi diretor de jornalismo da Rede Globo até a morte. No dia 25 de junho de 2001, sentiu-se mal durante a madrugada e foi internado no Hospital Samaritano, onde morreu ás 8h15, aos 69 anos. Foi vítima de policitemia vera, uma doença hematológica rara, uma doença que aumenta a produção de glóbulos vermelhos, provocando uma diminuição do número de células disponíveis. Seu corpo foi cremado no cemitério do Caju, onde os diversos jornalistas e profissionais da Rede Globo estiveram no velório, realizado no cemitério.

A morte do jornalista teve grande repercussão. No senado federal, antigos amigos prestaram uma homenagem durante a sessão.

Descendência[editar | editar código-fonte]

O jornalista foi pai da economista Patrícia Carlos de Andrade.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Alberico de Souza Cruz
Diretor Responsável da Central Globo de Jornalismo
19952001
Sucedido por
Carlos Henrique Schroder
Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.