Evandro Carlos de Andrade

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Evandro Carlos de Andrade
Nascimento 17 de outubro de 1931
Rio de Janeiro, DF
Morte 25 de junho de 2001 (69 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Ocupação Jornalista
Filho(s) Lúcia Carlos Andrade e Freitas Santos Patrícia Carlos de Andrade Márcia Carlos de Andrade Guilherme Carlos de Andrade Bruno Carlos de Andrade Leonardo Felice C de Andrade
Nacionalidade brasileiro
Atividade 1951 – 2001

Evandro Carlos de Andrade (Rio de Janeiro, 17 de outubro de 1931Rio de Janeiro, 25 de junho de 2001) foi um jornalista brasileiro[1].

Em 50 anos de carreira, Evandro passou por diversos órgãos de imprensa. Começou pelo Correio Radical, um pequeno pasquim, que teve vida curta. Foi ali, que, em 1951, aos 18 anos de idade, assinou sua primeira reportagem. Em seguida, foi trabalhar como repórter no Diário Carioca, onde assumiu o cargo de chefe de reportagem. A partir de 1958, dividiu o cargo de chefe de redação do jornal com Carlos Castelo Branco. No jornal, assinava a coluna Dia-a-Dia no Catete, que contava os bastidores do governo federal.

Após deixar o Diário Carioca, Evandro mudou-se para Brasília, recém construída, onde trabalhou na sucursal do Jornal do Brasil. A partir de 1967 assumiu a direção da sucursal do O Estado de S. Paulo na capital federal. Em 1971 foi convidado para dirigir o jornal O Globo, onde deu início a processo de reestruturação, que ajudou o jornal a assumir a liderança de vendas no Brasil. Foi o único não Marinho a encabeçar a primeira página do jornal, por quase um quarto de século. Em 1995 assumiu a direção da Central Globo de Jornalismo. Em 1996 liderou a implantação do canal Globo News.

Evandro Carlos de Andrade foi diretor de jornalismo da Rede Globo até a morte. No dia 25 de junho de 2001, sentiu-se mal durante a madrugada e foi internado no Hospital Samaritano, onde morreu às 8h15, aos 69 anos. Foi vítima de policitemia vera, doença hematológica rara, responsável por aumentar a produção de glóbulos vermelhos, provocando, assim, diminuição do número de células disponíveis. Seu corpo foi cremado no cemitério do Caju. Amigos e parentes vieram de vários estados do País para o velório, dentre jornalistas e pessoas públicas de todas as áreas.

A morte do jornalista teve grande repercussão. No senado federal, antigos amigos prestaram homenagem durante a sessão. Mais de quinze anos após sua morte, o jornalista continua sendo homenageado por grandes nomes da carreira.

Descendência[editar | editar código-fonte]

O jornalista foi pai da advogada Lúcia Carlos Andrade e Freitas Santos, da economista Patrícia Carlos de Andrade, da publicitária e artista plástica Márcia Carlos de Andrade, do economista Guilherme Carlos de Andrade, do escritor Bruno Carlos de Andrade, filhos de seu primeiro casamento com Myriam Bastos de Andrade, e do estudante Leonardo de Felice Carlos de Andrade, filho de Teresa de mesmo sobrenome.

Referências

  1. Aconteceu Site Terra

Ver também[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Alberico de Souza Cruz
Diretor Responsável da Central Globo de Jornalismo
19952001
Sucedido por
Carlos Henrique Schroder
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