Paulo Henrique Amorim

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Paulo Henrique Amorim
Nascimento 21 de fevereiro de 1942 (74 anos)
Rio de Janeiro, Brasil
Ocupação Jornalista, blogueiro
Nacionalidade  brasileiro
Atividade 1961 - presente
Trabalhos notáveis Jornal A Noite
Revista Manchete
Revista Fatos E Fotos
Revista Realidade
Revista Veja
Revista Exame
Jornal do Brasil
Fantástico
Jornal da Band
Fogo Cruzado
Conversa Afiada (TV Cultura)
Jornal da Record
Edição de Notícias
Tudo A Ver
Domingo Espetacular
Site oficial

Paulo Henrique dos Santos Amorim, também conhecido como Paulo Henrique Amorim e pela sigla PHA (Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de 1942) é um jornalista, blogueiro, empresário e apresentador de TV brasileiro.

Escreve para diversos jornais e revistas do país, o blog Conversa Afiada e é atual apresentador do Domingo Espetacular pela Rede Record desde 2006.

Biografia

Nascido no Rio de Janeiro, filho do jornalista e estudioso do espiritismo, Deolindo Amorim (1906—1984) e tem outros dois irmãos. Seguindo passos do pai, estudou em escolas da cidade onde nasceu e começou a trabalhar já adolescente, com a imprensa.

Carreira

O primeiro emprego como jornalista foi no jornal A Noite, no Rio de Janeiro em 1961, ano em que fez a cobertura para o jornal, a renúncia do presidente Jânio Quadros e a tentativa do governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, o qual formou a Cadeia da Legalidade para garantir a posse do vice, João Goulart, que seria derrubado em 1964.

Foi contratado pela Editora Abril para ser repórter e correspondente internacional, primeiramente, da revista Realidade, depois da revista Veja e depois para as redes de TVs Manchete e Globo, tendo aberto sucursais para esses veículos em Nova Iorque, Estados Unidos, passando parte da sua vida trabalhando no exterior.

Cobriu eventos com repercussão internacional: a eclosão do vírus ebola na África (1975 a 1976); a eleição (1992) e a posse do então novo presidente norte-americano Bill Clinton (1993); os distúrbios raciais (1992) e o terremoto (1994) de Los Angeles; a guerra civil de Ruanda e a rebelião zapatista no México (1994).

Em 1996, trocou a Globo pela Rede Bandeirantes.[1] onde apresentou o telejornal Jornal da Band e o programa político Fogo Cruzado, que por adotar postura independente, já produziu desentendimentos com diversos políticos ao vivo.

Em 13 de janeiro de 1999, deixou de comparecer emissora e a apresentação do telejornal foi substituída.[2] Segundo a imprensa, o não comparecimento foi por conta do protesto contra direção da emissora de implantar a Unidade Produtora de Jornalismo da emissora, planejada para gerar reportagens para os noticiários da rede, padronização que tiraria a autonomia e a diferença do Jornal da Band.[2] Quando a emissora decidiu demiti-lo por abandono de emprego, passou acusar a emissora, por meio de imprensa, vários crimes, os quais renderam-lhe cinco processos.[3] [4]

No mesmo ano, foi contratado pela TV Cultura, onde apresentou o talk-show Conversa Afiada (produzido por sua empresa PHA Produções),[5] que chegou ser exibido também pela TVE Brasil. O programa durou até o final de 2002, quando terminou o contrato.

Em 2003, foi contratado pela Rede Record, onde apresentou o telejornal nortuno Jornal da Record 2ª Edição (extinto em janeiro de 2007) e o Edição de Notícias. De 2004 até o final de janeiro de 2006, passou a apresentar a revista eletrônica exibida no final de tarde Tudo a Ver, com Janine Borba e posteriormente com Patrícia Maldonado. Desde fevereiro de 2006, apresenta o programa Domingo Espetacular, com Fabiana Scaranzi, Janine Borba e Adriana Araújo na mesma rede de televisão.[6]

Em agosto de 2006, foi contratado pelo portal iG, para ser blogueiro do Conversa Afiada, mesmo molde que tinha na época da TV Cultura, mas em versão on-line, em cuja página principal tinha um quadro de destaque permanente. Diversos políticos e jornalistas (entre eles, Mino Carta e José Dirceu), tinham estreado os seus blogs na época. No entanto, ficou pouco mais de um ano meio, sendo demitido em 2008.

Controvérsias

Direito de resposta de Lula contra Amorim e Bandeirantes em 1998

Em agosto de 1998, acusou no telejornal Jornal da Band, o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva por adquirir apartamento e carro por meio ilegal, em meio a campanha eleitoral presidencial. No entanto, investigações comprovaram a legalidade e Lula entrou com processo contra o apresentador, a Rede Bandeirantes, conseguido direito de resposta, semelhante a que teve Leonel Brizola contra Globo no Jornal Nacional em 1994.[7]

Saída de demissão da Rede Bandeirantes em 1999

Em 1996, deixou a Globo pela Rede Bandeirantes, onde passou a apresentar o telejornal Jornal da Band e o programa político Fogo Cruzado.

Em 13 de janeiro de 1999, deixou de comparecer emissora e a apresentação do telejornal foi substituída.[2] Segundo a imprensa, o não comparecimento foi por conta do protesto contra direção da emissora de implantar a Unidade Produtora de Jornalismo da emissora, planejada para gerar reportagens para os noticiários da rede, padronização que tiraria a autonomia e a diferença do Jornal da Band.[2]

Quando a emissora decidiu demiti-lo por abandono de emprego, passou acusar a emissora, por meio de imprensa, vários crimes, os quais renderam-lhe cinco processos. Amorim também processou o canal por multa contratual, tendo ganho em primeira instância.[4] [8]

Demissão da iG em 2008

Em agosto de 2006, foi contratado pelo portal iG, para ser blogueiro do site Conversa Afiada. Na época, diversos políticos e jornalistas, como Mino Carta e José Dirceu, tinham estreado os seus blogs na época. A política era o assunto mais corriqueiro e mantinha seção intitulada "Não coma gato por lebre", cujo objetivo, segundo ele, era "deixar claro para o leitor as preferências e gostos do jornalista, de modo a não passar aos usuários uma falsa imagem de imparcialidade", o que levou muitas críticas na época.

Em 18 de março de 2008, porém, o iG tirou abruptamente o blog do ar. Em nota, o portal de notícias alegou que a audiência esperada estava aquém das expectativas e que os custos de sua manutenção não se justificavam mais, motivando a finalização do contrato antes de dezembro de 2008, o prazo final previsto, mas como o jornalista se recusou acatar a ordem, foi feita a retirada.

No entanto, Amorim relançou o blog Conversa Afiada no mesmo dia precariamente, apenas no link provisório (www.paulohenriqueamorim.com.br), posteriormente mudado para outro definitivo (www.conversaafiada.com.br) afirmou que o contrato havia sido encerrado devido às críticas que fez ao suspeito processo de fusão da Brasil Telecom e a Oi, formando a Br Oi, segundo o qual o jornalista afirmava que várias personalidades políticas se beneficiaram ilicitamente no processo, sob tolerância pelo Governo Federal. Contratou o advogado Marcos Bitelli para entrar na Justiça contra o site a fim de obter mandado de segurança, almejando recuperar todos os arquivos e posts publicados.[9]

Condenações judiciais

Em 31 de maio de 2011, a 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve a sentença de primeira instância que condenou Paulo Henrique Amorim a indenizar em R$ 30 mil por danos morais ao Ali Kamel por publicações no blog Conversa Afiada.[10] Na sentença de primeiro grau, a juíza Ledir Dias de Araújo ressaltou que as críticas jornalísticas são sustentáveis e incentivam as pessoas a formarem as suas opiniões, mas não podem, de forma aleatória ou falsa, imputar crime a alguém. "Restou provado o abuso cometido pelo réu ao expor sua opinião acerca da pessoa do autor, ao relacioná-la ao livro de autoria deste e, ainda, de forma extremamente ofensiva, o que acarreta o dever de indenizar.". Para a juíza, não há dúvidas de que houve ofensa "em duplo aspecto, ou seja, atinge a sua honra subjetiva, pela dor íntima sofrida por tais veiculações e ainda atinge a honra objetiva, pela repercussão do fato no meio social em que vive e no meio familiar".[11] [12]

Em 14 de setembro do mesmo ano, foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro a indenizar R$ 100 mil por danos morais e acusação sem prova ao advogado do banqueiro Daniel Dantas, Nélio Machado. O blogueiro publicou em 2008, que o motivo que advogado ter tirado Dantas por duas vezes da prisão é por ser “carioca muito esperto” e reunir com assessores do ministro Gilmar Mendes (do STF) para suborná-los, onde banqueiro foi liberado da prisão preventiva. No entanto, essa reunião publicada no blog, jamais aconteceu.[13]

Em 23 de janeiro de 2012, foi divulgado a sentença assinada pelo juiz Daniel Luiz Maia Santos, da 4ª Vara Cível de São Paulo, em que condena em 9 de janeiro do mesmo ano, Amorim pagar R$ 30 mil ao Paulo Vieira de Souza, que tinha apelido de Paulo Preto, por chamá-lo no blog "Paulo Afro-descendente" e por divulgar o endereço em que mora em 2010.[14] Na ação, o juiz rejeitou os processos sobre o envolvimento de Paulo Souza com a receptação de jóias (por ter sido publicado no jornal Diário do ABC dias antes) e ligar-o à Operação Castelo de Areia sobre o caso da Rodoanel. Só aceitou os processos de divulgar endereço e o apelido inventado pelo jornalista, respectivamente, como violação de privacidade e "atitude discriminatória".

Em 24 de fevereiro do mesmo ano, foi condenado a indenizar Heraldo Pereira, por afirmar no blog que ele não merecia estar na Rede Globo por ser um negro de alma branca.[15] Nos termos do acordo, assinado e reconhecido pelas partes envolvidas, Paulo Henrique Amorim se comprometeu a doar R$ 30 mil para uma instituição de caridade indicada por Heraldo Pereira,[16] bem como a veicular três notas de retratações nos jornais Estado de São Paulo, Correio Braziliense e no blog Conversa Afiada, inclusive a remover todas ofensas no blog.[17] No entanto, o blogueiro descumpriu todas as decisões judiciais[carece de fontes?].

Em 20 de junho, em outro processo movido por Heraldo Pereira, foi condenado por injúria com pena de 1 ano e 8 meses que foi substituída por restrições de direitos.[18]

Em 28 de janeiro de 2015, foi condenado em segunda instância pela Turma Criminal do Colégio Recursal, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, à pena de um mês e dez dias de prisão, convertida em pena pecuniária de cinco para 30 salários mínimos, mantendo a revogação da prisão do jornalista, em ação de injúria movida por Merval Pereira, do Grupo Globo.[19] Amorim recorreu esta sentença em recurso extraordinário ao Superior Tribunal Federal (STF) para mudar a decisão[19] e perdeu novamente, para o ministro do órgão, “a Constituição da República não protege nem ampara opiniões, escritos ou palavras cuja exteriorização ou divulgação configure hipótese de ilicitude penal".[20] De acordo com a 2ª turma do Supremo Tribunal Federal (STF), terá de de cumprir a condenação imediatamente, antes mesmo da publicação do acórdão do julgamento de embargos de declaração sobre o caso, já que havia a possibilidade dessa pena prescrever em poucos dias se o tribunal esperasse a publicação da decisão, que julgou que o recurso movido por Amorim tem natureza protelatória.[20] Chegou a recorrer ao STF, mas o recurso teve seguimento negado pelo relator, ministro Celso de Mello, uma vez que a análise do caso dependeria do exame de matéria fático-probatória (reexame de provas), o que é vedado pela Súmula 279 do STF.[20] Em 4 de setembro do mesmo ano, foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) a mesma pena, desta vez, convertida em pena restritiva de direitos.[20] Amorim recorreu ao TJ-SP ao argumentar que havia exercido seu direito como jornalista e que a crítica se referia a um profissional da Veja e não ao Merval Pereira, mas o relator e desembargador Richard Francisco Chequini, rejeitou seus argumentos e destacou que a liberdade de expressão e informação possui limites, a forma como o material foi publicado “dá a imediata noção de que o querelante [Merval] é o ‘bandido’ [e] se [o réu] pretendesse, realmente, fazer crítica a terceira pessoa jornalista da revista Veja, seria absolutamente desnecessário estampar a foto do querelante acompanhado da legenda”, completou ele.[20] Em 18 de março de 2016, o Tribunal de Justiça do RJ (TJ/RJ) o condenou ao pagamento de indenização no valor de R$ 50 mil.[21] Em publicação feita em seu blog em 2012, em texto intitulado “CPI da Veja. Dias a Merval: vale-tudo não vale nada”, criticou-o a opinião sobre a relação de profissionais da Veja com o o bicheiro Carlinhos Cachoeira, dito que o contato entre repórteres e pessoas investigadas não representaria nenhum ato ilícito, mas uma foto no texto em que aparecem Merval Pereira e os políticos Aécio Neves e Tasso Jereissati juntos, com a seguinte legenda: “jornalista bandido”, uma agressão gratuita.[19] [20]

Em 28 de agosto de 2015, foi condenado outra vez a indenizar o diretor de jornalismo da TV Globo, Ali Kamel, mas desta vez, por repetir as mesmsas ofensas e acusações sem provas feitas ao blog em entrevista a um jornal. A juíza Lindalva Soares Silva, da 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro, fixou em R$ 20 mil o valor a ser pago pelo blogueiro por danos morais cometidos em entrevista ao jornal Unidade, do Sindicado dos Jornalistas de São Paulo. Segundo juíza, “em uma sociedade civilizada, um jornalista precisa administrar com precisão e equilíbrio aquilo que diz, pois esta é a matéria prima do seu trabalho”. A liberdade de expressão, continua a juíza, "não pode romper com os padrões da convivência civilizada, do respeito recíproco, tampouco podem gerar situações de constrangimento, através de palavras desproporcionais, ainda que lastreadas em críticas”.[22]

Criações

Ele criou a expressão "Urubóloga"[23] [24] e frequentemente usa esse termo para se referir a jornalista e apresentadora de televisão Miriam Leitão[25] . Amorim afirma:

Miriam também é conhecida como "urubóloga" devido a constantes falhas e negativismo sobre aspectos da economia por Paulo Henrique Amorim em "Retrospectiva da Urubóloga Miriam Leitão".[26]

Projetos paralelos

Revista

Publica artigos na revista Carta Capital.

Livros

Em 2005 publicou o livro Plim-Plim: A Peleja de Brizola Contra a Fraude Eleitoral, no qual denuncia o que muitos consideram trama que teria manipulado as eleições para o governo do estado do Rio de Janeiro no ano de 1982, com suposto apoio da Rede Globo (Caso Proconsult), jamais confirmada, porém, jamais refutada.[27]

  • AMORIM, Paulo Henrique, PASSOS, Maria Helena. Plim-Plim: A peleja de Brizola contra a fraude eleitoral. São Paulo: Conrad Editora, 2005. 230 páginas. ISBN 8576160951
  • Em 2015 publicou o livro O Quarto Poder - Uma Outra História, pela editora Hedra.[28]

Ver também

Referências

  1. «Band contrata Paulo Henrique Amorim». Folha de S.Paulo. 22 de novembro de 1996. Consultado em 6 de outubro de 2015. 
  2. a b c d «Jornal da Band separava o joio do trigo». Instituto Gutenberg. Boletim Nº 24 Série eletrônica Janeiro-Fevereiro, 1999. Consultado em 10-02-2016. 
  3. «Quebra de contrato é prática comum nas emissoras de TV». gazetadigital. 11 de abril de 2004. Consultado em 7 de outubro de 2015. 
  4. a b «Paulo Henrique Amorim ganha ação criminal contra Mainardi». Consultor Jurídico. 28 de agosto de 2008. Consultado em 27 de abril de 2012. 
  5. «Paulo Henrique Amorim vai apresentar programa na Cultura». Folha de S.Paulo. 19 de agosto de 1999. Consultado em 7 de outubro de 2015. 
  6. «Domingo Espetacular». Record Rio. Consultado em 10 de outubro de 2015. 
  7. «Quando o acusado deve atuar como repórter». Instituto Gutenberg. Boletim nº 21 Série eletrônica Setembro de 1998. 
  8. «Quebra de contrato é prática comum nas emissoras de TV». gazetadigital. 11 de abril de 2004. Consultado em 7 de outubro de 2015. 
  9. «Paulo Henrique Amorim vai à guerra contra o iG». Vermelho.org.br. 13 de maio de 2008. Consultado em 27 de fevereiro de 2009. 
  10. [1]
  11. «STF mantém condenação de Paulo Henrique Amorim». Consultor Jurídico. 9 de abril de 2014. Consultado em 7 de outubro de 2015. 
  12. «Paulo Henrique Amorim terá de indenizar Ali Kamel por chamá-lo de racista». Consultor Jurídico. 31 de agosto de 2015. Consultado em 7 de outubro de 2015. 
  13. «Paulo Henrique Amorim deve indenizar Nélio Machado». Consultor Jurídico. Consultado em 7 de outrubro de 2015. 
  14. Tribunal de Justiça de Estado de São Paulo (23 de janeiro de 2012). «Processo Nº 583.00.2011.187444-6» (PDF). Consultor Jurídico. Consultado em 27-04-2012. 
  15. «TJDFT - Jornalistas fazem acordo em processo de indenização por dano moral». Nota Dez/JusBrasil. 24 fev. 2012. Consultado em 02-03-2012. 
  16. «Mosteiro vai receber valor de indenização de Paulo Henrique Amorim». Folha.com. 23 fev. 2012. 
  17. Termo de Audiência, Processo 2010.01.1.043464-9.
  18. «Paulo Henrique Amorim é condenado por injúria contra Heraldo Pereira». G1. 5 de julho de 2013. Consultado em 7 de outubro de 2015. 
  19. a b c Redação Portal IMPRENSA (29 de janeiro de 2015, 9hs). «Paulo H. Amorim é condenado em segunda instância por injúria contra Merval Pereira». Portal IMPRENSA. Consultado em 31-03-2016. 
  20. a b c d e f Redação Portal IMPRENSA (4 de setembro de 2015, 9hs). «STF mantém condenação e Paulo Henrique Amorim indenizará Merval Pereira por injúria». Portal IMPRENSA. Consultado em 31-03-2016. 
  21. Redação Portal IMPRENSA (22 de março de 2016, 10hs). «Paulo Henrique Amorim terá de indenizar Merval Pereira em R$ 50 mil por ofensa». Portal IMPRENSA. Consultado em 31-03-2016. 
  22. «Paulo Henrique Amorim terá de indenizar Ali Kamel por chamá-lo de racista». Consultor Jurídico. 31 de agosto de 2015. Consultado em 7 de outubro de 2015. 
  23. Ismael Cardoso: (5 de dez de 2013). «A Nelson Mandela». União da Juventude Socialista. Consultado em Jan 2015. 
  24. Stanley Burburinho (20/12/2013). «A dificuldade da Urubóloga para dar boas notícias». Conversa Afiada. Consultado em jan-2015. 
  25. "A URUBÓLOGA E A PETROBRÁS. NEM A RENATA ENTENDE" Publicado por "Conversa Afiada " em 14/02/2012
  26. Paulo Henrique Amorim (18/12/2013). «Retrospectiva da Urubóloga Miriam Leitão». Paulo Henrique Amorim. Consultado em 14/08/2014. 
  27. CASO PROCONSULT: A história da notícia. OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA, ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 343 - 19/1/2010, publicação original 22 de agosto de 2005
  28. «O Quarto Poder - Uma Outra História». Paulo Henrique Amorim. Consultado em 29 January 2016. 

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