José Roberto Burnier

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José Roberto Burnier
Nascimento 03 de novembro de 1960 (56 anos)
Campinas, São Paulo
Ocupação Jornalista e ex-correspondente
Nacionalidade Brasileira
Atividade 2005 até a atualidade
Trabalhos notáveis Repórter da Globo em São Paulo

José Roberto Sartori Burnier Pessoa de Mello (Campinas, 3 de novembro de 1960) é um jornalista brasileiro. Trabalha na Rede Globo.

Formado em rádio e televisão pela Fundação Armando Álvares Penteado, Jośe Roberto Burnier teve seu primeiro estágio na EPTV Campinas, afiliada da Rede Globo, em 1983. De lá chegou a produzir, durante dois anos, matérias que foram veiculadas nos telejornais que iam ao ar em Rede Nacional, inclusive no Jornal Nacional. [1]

Burnier começou a trabalhar no Globo Rural no início de 1986. Dois anos depois, deixou o Globo Rural e foi para a redação do jornalismo de São Paulo. Também trabalhou em Brasília, quando participou da cobertura da Assembléia Constituinte e da eleição presidencial brasileira de 1989, quando foi escalado para acompanhar a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva. Desde então esteve envolvido nas coberturas de todas as eleições presidenciais. [1]

Trabalhou na cobertura do assassinato de 111 detentos pela polícia militar no presídio do Carandiru, sendo, ainda em 1992, o responsável pelo Globo Repórter especial sobre o que ficou conhecido como o massacre do Carandiru. Burnier foi editor-chefe e âncora do telejornal Bom Dia São Paulo entre 1994 e 1996,. Nessa época, acompanhou a chegada do corpo de Ayrton Senna, o cortejo pelas ruas de São Paulo, e o enterro do piloto. Em 2000 voltou a apresentar o Bom Dia São Paulo e consequentemente passou a apresentar também o Bom Dia Brasil como co-apresentador. [2]

Tornou-se o primeiro correspondente fixo da TV Globo em Buenos Aires em fevereiro de 2004. Burnier, neste posto, cobriu importantes eventos ocorridos na América Latina, como o plebiscito de revogação do mandato do presidente venezuelano Hugo Chávez, em dezembro de 2004, e a eleição do presidente boliviano Evo Morales, em dezembro de 2005. Retornou ao Brasil em 2006. [1]

Dentre suas principais coberturas, destacam-se, o acompanhou do julgamento de Suzane Richthofen e dos irmãos Cravinhos, acusados pelo assassinato dos pais da jovem, a onda de violência em São Paulo em abril de 2006, a queda do avião da TAM em 2007, e o assassinato de Isabela Nardoni em março de 2008. [1]. Cobriu ainda, de 22 a 27 de março de 2010, o julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá,condenados pela morte de Isabella Nardoni,morta em 29 de Março de 2008. [1] e o Julgamento de Lindemberg Alves, acusado de matar a menina Eloá em outubro de 2008. [1] Também esteve na equipe que noticiou a morte de eduardo Campos em um acidente de avião, inclusive sendo vítima de falsa testemunha. [3]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

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