Globo Repórter

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Globo Repórter
Informação geral
Formato Programa jornalístico
Gênero Jornalismo
Duração 55 minutos
Criador(es) Boni
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Silvia Sayão (responsável pelo programa)
Silvia Faria (CGJ)
Ali Kamel (DGJE)
Cristina Piasentini (SP)
Miguel Athayde (RJ)
Mariano Boni (DF)
Apresentador(es) Sérgio Chapelin
Glória Maria
Narrador(es) Sérgio Chapelin
Glória Maria
Fábio Katscui
Ilze Scamparini
Renata Ceribelli
Tema de abertura Instrumental de "Freedom of Expression", J.B. Pickers
Tema de encerramento Diversos
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
1080i (HDTV)
Transmissão original 3 de abril de 1973 – presente
N.º de temporadas 42
N.º de episódios +1200 (até o presente momento)

Globo Repórter[1] é um programa jornalístico semanal brasileiro produzido e apresentado pela Rede Globo que vai ao ar nas noites de sextas-feiras, atualmente apresentado por Sérgio Chapelin e Glória Maria. Estreou em 3 de abril de 1973, em substituição ao extinto Globo Shell Especial.

O canal por assinatura GloboNews reprisa aos sábados as edições do programa.

História[editar | editar código-fonte]

O Globo Repórter, tal como conhecemos hoje, nasceu da ideia de criar um jornalístico semelhante ao 60 Minutes da CBS News. Porém, como então a Rede Globo não dispunha de estrutura para produzir um programa constituído basicamente de externas, optou por adotar o modelo do extinto Globo Shell Especial e produzir cinedocumentários com narração em off do apresentador[2].

Apresentadores[editar | editar código-fonte]

Fixos[editar | editar código-fonte]

Eventuais[editar | editar código-fonte]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

  • 1973 -Troféu APCA de melhor programa telejornalístico
  • 1974 -Troféu APCA
  • 1982 – Medalha de prata no Festival Internacional de Filme e TV de Nova York pelo programa Amazônia, dirigido por Paulo Gil Soares; e o Vladmir Herzog de Direitos Humanos pelo programa especial Os assassinos do procurador, sobre o escândalo da Mandioca.
  • 1984 – Prêmio do III Encontro Internacional do Meio Ambiente e Natureza na França para a reportagem do repórter Antônio Carlos Ferreira sobre a poluição de Cubatão; Prêmio do Festival Internacional de Televisão em Sevilha, na Espanha, pela reportagem de Ernesto Paglia contando a história de Mário Juruna.
  • 1989 – Prêmio Líbero Badaró, categoria de telejornalismo, pela reportagem Roubo de automóveis, de Domingos Meirelles.
  • 1992 – Prêmio Rei de Espanha para o programa Marcados para morrer, sobre a violência no Estado do Pará, com reportagens de Domingos Meirelles, com direção de Jotair Assad.
  • 1993 – Melhor programa jornalístico segundo a Agência TV Press
  • 1994 – Vladimir Herzog e Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito para a reportagem Morte no trânsito, do repórter Carlos Dornelles, com direção de Suzy Altmann; diploma de honra ao mérito do Festival de Filme e Televisão de Nova York pela reportagem Trabalho do menor, de Marcelo Rezende e José Raimundo.
  • 1995 – Prêmio Caixa Econômica Federal de Jornalismo Social, pela reportagem Desaparecidos políticos de Caco Barcellos; Vladimir Herzog, categoria de melhor reportagem para a TV pela reportagem Extermínio de menores, de Carlos Dornelles, dirigido por Cristina Piasentini.
  • 1996 – Melhor Programa Jornalístico segundo a Associação Paulista dos Críticos de Arte; Vladimir Herzog na categoria reportagem para TV, pela reportagem Riocentro – 15 anos depois, de Caco Barcellos, com direção de Claufe Rodrigues.
  • 1997 – Prêmio Criança e Paz – Betinho 97 concedido pela Unicef pela reportagem Trabalho infantil, de Marco Uchoa; menção honrosa do Festival de Filmes da Vida Selvagem, nos Estados Unidos, pela mensagem de conservação do meio ambiente da reportagem Pescaria, de Ciro Porto.
  • 1998 – Vladimir Herzog na categoria reportagem para a TV, por Pais que sequestram da repórter Isabela Assumpção; prêmio da Comissão de Meio Ambiente do Parlamento Latino Americano para a reportagem Biopirataria de Beatriz Thielmann e Ana Dornelles; prêmio Previdência Social para a reportagem Caça fraudadora, de Roberto Cabrini.
  • 2000 – Prêmio Ministério do Meio Ambiente de Jornalismo, na categoria TV, para a reportagem Água, de Caco Barcellos e Francisco José.
  • 2003 – Prêmio Qualidade Brasil de melhor programa jornalístico.
  • 2004 – Prêmio Imprensa Embratel e Grande Prêmio Barbosa Lima Sobrinho pela reportagem Kuarup/Xingu, de Ivaci Matias.
  • 2005 – Prêmio Alexandre Adler de Jornalismo em Saúde para a reportagem Células-tronco, dos repórteres Graziela Azevedo e Jorge Pontual, com menção honrosa para a Obesidade infantil, de Ernesto Paglia e Graziela Azevedo.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]