Jornal de Vanguarda

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Under construction icon-yellow.svg
Este artigo carece de caixa informativa ou a usada não é a mais adequada.
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2015). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Jornal de Vanguarda[1] foi um programa informativo criado pelo jornalista Fernando Barbosa Lima para a TV Excelsior em 1963 e considerado um marco na história do telejornalismo brasileiro, pela criatividade na forma de apresentação, aliada à seriedade no tratamento da notícia.

Histórico[editar | editar código-fonte]

Entrou no ar no dia 2 de setembro de 1963, com o nome de Jornal Excelsior e o slogan "um show de notícias". Em função de patrocínio, em seguida passou a chamar-se Jornal Cássio Muniz. Em 1964 recebu o prêmio internacional Ondas, como melhor telejornal do ano. Em 1965 o programa passou para a TV Tupi, onde afinal recebeu o nome de Jornal de Vanguarda. Em 1966 foi para a TV Globo, e nos anos seguintes foi apresentado pela TV Continental e TV Rio.

Participavam do programa grandes jornalistas como Villas-Bôas Corrêa e Darwin Brandão (editor de política), Newton Carlos (comentarista internacional), José Ramos Tinhorão (redator) e Hélio Polito (repórter). Os locutores eram Cid Moreira, Luis Jatobá, Fernando Garcia e Jorge Sampaio. Havia um quadro de humor, a cargo de Sérgio Porto, com caricaturas de Appe, desenhos de Millôr Fernandes e bonecos de Borjalo, apresentado por Célio Moreira (irmão de Cid Moreira). A coluna social era apresentada por Jacinto de Thormes e a editoria feminina ficava a cargo de Gilda Müller. Ainda passaram pelo Jornal de Vanguarda nomes como José Lewgoy, Fausto Wolff, Tarcísio Hollanda, Célio Moreira e Ricardo Amaral.

Em dezembro de 1968, com o Ato Institucional Número Cinco, a censura sobre o jornal ficou mais dura, e Fernando Barbosa Lima tomou a decisão de retirar o programa do ar. Sua justificativa: "Cavalo de raça, quando ferido, mata-se com um tiro na cabeça".

Retomada[editar | editar código-fonte]

Vinte anos depois, em 1988, a Rede Bandeirantes convidou o próprio Fernando Barbosa Lima para retomar o programa, no horário da madrugada. O novo Jornal de Vanguarda durou até 1989, com apresentação de Doris Giesse e participação do escritor e poeta Paulo Leminski. No seu último ano, ficou apenas com o nome de Vanguarda.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre Televisão no Brasil é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
  1. http://memoriaglobo.globo.com/programas/jornalismo/telejornais/jornal-de-vanguarda.htm