Geração Z

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A Geração Z (comumente abreviada para Gen Z, também conhecida como iGeneration, Plurais ou Centennials) é a definição sociológica para definir a geração de pessoas nascidas de 1988 até o ano de 2010. A teoria mais aceita por estudiosos é que essa geração surgiu como concepção para suceder a Geração Y, no final de 1982 (começo do Echo Boom).[1][2] Portanto, é a geração que corresponde à idealização e nascimento da World Wide Web, criada em 1990 por Tim Berners-Lee (nascidos a partir de 1995) e no "boom" da criação de aparelhos tecnológicos (nascidos entre o fim de 1992 a 2010). A grande nuance dessa geração é zapear, tendo várias opções, entre canais de televisão, internet, vídeo game e smartphones.[1]

Descrição[editar | editar código-fonte]

As pessoas da Geração Z são conhecidas por serem nativas digitais, muito familiarizadas com a internet, compartilhamento de arquivos, telefones móveis, não apenas acessando a rede de suas casas, mas também pelo celular, estando assim extremamente conectadas.[2]

Um Tablet PC, último lançamento das indústrias de informática e telefonia.

Alguns especialistas sugerem que, por estarem passando pela Grande Recessão, a primeira grande crise econômica desde a Grande Depressão - porém não maior[3] - e que atinge sobretudo os jovens, as gerações Y e Z passaram a ser dominadas por um sentimento de insatisfação e insegurança quanto à realidade e ao futuro da economia e da política. Esta geração é confrontada com uma diferença de renda cada vez maior em todo o mundo[4] e uma classe média encolhendo, o que tem levado ao aumento dos níveis de estresse nas famílias.[5]

O "habitat" natural da Geração Z, assim como o da Geração Y, é o do desemprego e da precariedade.[6] A Geração Z presenciou o surgimento de indivíduos, grupos e movimentos políticos e sociais anti-establishment, resultado do aprofundamento da polarização ideológica na sociedade,[7][8][9][10] através da chamada Ciberpolítica e que atrai uma parcela - ainda que minoria - dessa geração, parcela essa constitutiva a uma "geração bloqueada",[11] segundo o sociólogo João Teixeira Lopes.[7] A revista Business Insider descreve a Geração Z como mais conservadora, mais orientada para o capital, mais empreendedora e pragmática sobre o dinheiro em comparação com a Geração Y.[12]

Por outro lado, esta geração é tida como a geração mais multirracial que já existiu,[13] a mais aberta à legalização do casamento gay,[14] a mais favorável à igualdade de gênero e a menos apegada aos papeis de gênero[15] e binário de gênero (ver Genderqueer).[15]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Geração Y
Geração Z
1995 - 2010
Sucedido por