Madsen (metralhadora)
| Metralhadora Madsen | |
|---|---|
Metralhadora Madsen | |
| Tipo | Metralhadora leve |
| Local de origem | |
| História operacional | |
| Em serviço | 1902-presente |
| Utilizadores | Ver Países utilizadores |
| Guerras | Ver Conflitos |
| Histórico de produção | |
| Criador | Julius A. Rasmussen Theodor Schouboe |
| Data de criação | 1896–1902 |
| Fabricante | Dansk Rekyl Riffel Syndikat A/S |
| Período de produção | 1902–1955 |
| Especificações | |
| Peso | 9,07 kg |
| Comprimento | 1.143 mm |
| Comprimento do cano | 584 mm |
| Cartucho | Ver Cartuchos |
| Ação | Recuo misto |
| Velocidade de saída | 870 m/s (6,5×55mm) |
| Alcance efetivo | 1 km |
| Sistema de suprimento | Carregador tipo cofre destacável monofilar de 25, ou bifiliar de 30 ou 40 munições |
A Madsen foi uma metralhadora leve desenvolvida em 1902, pelo Capitão Madsen da artilharia do Exército da Dinamarca. Sendo uma das primeiras metralhadoras leves produzidas em grande quantidade, a sua acção era única e requeria uma maquinação cuidada durante a sua fabricação. O seu funcionamento baseava-se no sistema de recuo longo do cano.
A Madsen foi uma das primeiras metralhadoras leves que foram produzidas em larga escala, sendo vendido para mais de 34 diferentes nações pelo mundo, tendo participação em diversos conflitos por mais de 80 anos.[1]
Detalhes do projeto
[editar | editar código]
O projeto data da década de 1880, sendo o fuzil semiautomático dinamarquês M.1888 (Forsøgsrekylgevær; lit. 'fuzil de recuo experimental') um projeto precursor. Em 1883, o Capitão Vilhelm Herman Oluf Madsen (oficial de artilharia dinamarquês) e o Rustmester Alexander Bjarnov (técnico de armamento do Arsenal Dinamarquês) começaram a trabalhar em um fuzil semiautomático operado por recuo; Madsen desenvolveu a ideia e Rasmussen fabricou as armas propriamente ditas. O fuzil utilizava um carregador fixo que usava a gravidade para alimentar os cartuchos à culatra; quando a arma não estava em uso, o carregador podia ser dobrado para baixo para cobrir a abertura. O fuzil utilizava o cartucho 8×58RD, primeiro com pólvora negra e depois em uma versão muito mais potente com pólvora sem fumaça. O projeto não obteve sucesso. Um projeto aprimorado em 1896 deu ao fuzil um carregador fechado, mas ainda alimentado por gravidade. Dessa versão foram produzidos cerca de 50 a 60 fuzis, mas eles foram distribuídos apenas para a marinha dinamarquesa, para uso pelas tropas de fortificação costeira.
Em 1898, investidores formaram uma empresa (a Dansk Riffel Syndikat; DRS) para comercializar o fuzil e compraram os direitos de patente de Madsen e Rasmussen em troca de royalties sobre a produção futura.[2] Nessa época, Madsen já havia deixado o projeto para se tornar Ministro da Guerra da Dinamarca.[2] Em 1899, o tenente Jens Schouboe tornou-se gerente da DRS, e diversas patentes subsequentes levam seu nome. Consequentemente, o fuzil Madsen às vezes é chamado de fuzil Schouboe. Em 1901, ele patenteou o projeto da metralhadora Madsen. As metralhadoras Madsen originais usavam cartuchos de pólvora negra que emperravam o mecanismo rapidamente. No entanto, quando o projeto foi testado com cartuchos de pólvora sem fumaça de 6,5 mm, funcionou bem.
A Madsen possui um ciclo de operação bastante sofisticado e singular. A metralhadora utiliza um sistema de travamento misto, operado por recuo, com um ferrolho articulado inspirado no bloqueio da culatra do Peabody Martini de ação por alavanca.[3] O funcionamento por recuo é parcialmente curto e parcialmente longo. Após o disparo de um projétil para iniciar o ciclo de disparo com o ferrolho aberto, o impulso inicial do recuo impulsiona o cano, a extensão do cano e o ferrolho para trás. Um pino no lado direito do ferrolho move-se para trás em ranhuras em uma placa de came operacional montada no lado direito do receptor. Após 12,7 mm de curso, o ferrolho é impulsionado para cima, afastando-se da culatra (a parte "curta" do sistema de recuo). O cano e a extensão do cano continuam a se mover para trás até um ponto que excede ligeiramente o comprimento total combinado do estojo do cartucho e do projétil (a parte longa do sistema de recuo, responsável pela baixa cadência de tiro da arma).
Após a culatra ser exposta, um extrator/ejetor tipo alavanca, montado sob o cano, gira para trás, extrai o estojo vazio e o ejeta pela parte inferior do receptor. A came de operação do ferrolho então força a face do ferrolho a girar para baixo, alinhando uma ranhura de alimentação de cartucho no lado esquerdo do ferrolho com a câmara. Enquanto o ferrolho e o cano retornam para a frente, uma alavanca de carregamento de cartucho, montada na extensão do cano, gira para a frente, carregando um novo cartucho.
Uso operacional
[editar | editar código]Primeira Guerra Mundial
[editar | editar código]A Madsen foi usada pela primeira vez em combate durante a Guerra Russo-Japonesa, nas mãos do Exército Russo, que tinha comprado 1.200 exemplares da arma. Durante a Primeira Guerra Mundial, o Exército Alemão usou a versão de calibre 7,92 mm para armar as suas companhias de infantaria, tropas de montanha e tropas de assalto. Era considerada uma arma cara de produzir, mas extremamente fiável. Foi vendida a 34 países em versões de cerca de doze calibres diferentes.[4]
Entre guerras
[editar | editar código]
A metralhadora foi adquirida pelos paraguaios entre os anos de 1920 e 1930 onde estavam se armando para iniciar uma guerra contra as forças bolivianas para tomar a região de Gran Chaco, no que ficou conhecido como a Guerra do Chaco (1932-1935). No início da guerra cerca de 400 destas metralhadoras estavam em mãos paraguaias, sendo mais adquiridas durante o seu decorrer.[5]
O Brasil adquiriu metralhadoras Madsen antes da guerra.[6] Quando recebeu cerca de 23 tanquetes CV-35 da Itália no final da década de 1930, armou a maioria deles com metralhadoras Madsen duplas de 7 mm.[7] Em 1943, o Exército planejou produzir suas próprias metralhadoras Madsen na fábrica Laminação Nacional de Metais.[6]
Segunda Guerra Mundial
[editar | editar código]
No início da Segunda Guerra Mundial a metralhadora Madsen ainda estava em serviço em diversos exércitos. Em 1940 o Exército da Noruega usou 3.500 da versão M/22 de calibre 6,5x55 mm na defesa do seu país contra a invasão alemã.
Nesta época foi formado o primeiro esquadrão norueguês que era equipado principalmente com as metralhadoras Madsen, sendo tempos depois incorporada em outros esquadrões.[8][9] Foram formados vários batalhões e cada um contava com 36 Madsens, e outras nove metralhadoras pesadas M/29. Contudo não era considerada uma arma ideal pelos soldados noruegueses pelo fato de emperrar após alguns disparos, tendo assim ganhado o apelido de Jomfru Madsen (em inglês: Virgin Madsen).[10]
Madsens capturadas foram usadas por unidades de segunda linha alemãs durante toda a guerra. Também eram a metralhadora padrão do Exército das Índias Orientais Holandesas, sendo algumas capturadas e usadas pelo exército imperial japonês.
Guerra do Ultramar
[editar | editar código]
A Madsen era uma das metralhadoras leves padrão do Exército Português, que adquiriu dois lotes, um em 1930 e outro em 1941. Estas armas ainda estavam em serviço no início da década de 1960, sendo usadas em combate nos primeiros anos da Guerra do Ultramar. A metralhadora tinha como principal emprego o uso como um armamento temporário em veículos de combate blindados Auto-Metralhadora-Daimler 4 × 4 Mod.F/64, sendo usada em Daimler Dingos que tinham a sua estrutura superior modificada onde era montada uma estrutura que permitia o acoplamento da metralhadora.[11]
Uso atual no Brasil
[editar | editar código]A Madsen calibre 7.62 é usada frequentemente em confrontos com traficantes de drogas pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.[12] Algumas destas armas utilizadas pelas forças policiais brasileiras foram capturadas dos traficantes, recondicionadas e colocadas em serviço em prol da população para combatê-los, muitas destas são armas antigas são oriundas do Exército Argentino e outras foram roubadas de museus.[13] Mas a maioria das Madsens usadas pela polícia brasileira são provenientes do Exército Brasileiro. Estas são armas .30-06 Springfield convertidas para 7.62 mm NATO.
As fontes oficiais do Exército Brasileiro brasileiras dão conta de que as metralhadoras Madsen foram retiradas de serviço em 1996. Já nas forças policiais, as armas foram sendo substituídas gradativamente a partir do início de 2008 por armas mais modernas e com maior poder de fogo,[14] sendo as últimas Madsens retiradas de serviço em abril de 2008.[15] Contudo existem fotografias tiradas no dia 19 de outubro de 2009 dos combates entre a polícia e os traficantes que mostram que a metralhadora continua sendo utilizada. Em meados de 2018, vídeos e fotos que começaram a circular pela internet mostram que a metralhadora ainda é utilizada pela polícia do Rio de Janeiro.[16]
Países utilizadores
[editar | editar código]
Argentina — Modelos adquiridos 1910, 1925, 1926, 1931 e 1935 (principalmente em calibre 7,65 mm).[17]
Áustria-Hungria — 632 compradas da Dinamarca em 1914[18]
Bélgica[19]
Bolívia — Modelo 1925 em 7,65 Mauser[17]
Brasil — Modelos 1908, 1913, 1916, 1925, 1928, 1932, 1934, 1935 e 1936, em 7×57mm Mauser e Modelo 1946 em .30-06 Springfield.[17]
Bulgária[20] — Modelo 1902 recebido em 1915; Modelo 1924 recebido em 1928 (ambos os modelos com câmara para munição 8×50mmR Mannlicher).[17]
Tchecoslováquia — M1922 e M1923, em 7,92 Mauser[17]
Chile — Modelos 1923, 1925, 1926, 1928 e 1940, a maioria em calibre 7mm Mauser. Modelo 1946 em calibre .30-06.[17]
República da China — Variantes Madsen M1916, Rexer,[21] M1930 e M1937, todas em calibre 7,92 Mauser[17]
Dinamarca — M1904, M1916, M1919, M1924, M1939 em 8×58mmR e M1948 em .30-06[17]
El Salvador[1] — M1934 em 7mm Mauser e M1951 em .30-06[17]
Estónia — M1925 e M1937 em calibre .303 British[17] Comprou metralhadoras Madsen excedentes finlandesas em 1937.
Etiópia — M1907, M1910, M1934 e M1935, em 7,92 Mauser[17]
Finlândia — M1910, M1920, M1921 e M1923 em calibre 7,62×54mmR.[17] A M1920 era designada como "7,62 pk/20". Algumas Madsen foram usadas na Guerra Civil Finlandesa e adotadas em maior quantidade pelo exército em 1926; foram retiradas de serviço e vendidas para a Estônia em 1937.[22]
França — Modelos 1915, 1919, 1922 e 1924 in 8mm Lebel[17]
Império Alemão
Alemanha Nazista — Modelos 1941 e 1942 em 7,92 mm[17]
Honduras — Modelos 1937 e 1939 em 7mm[17]
Indonésia — M1950 em .30-06[17]
Itália — Modelos 1908, 1910, 1925 e 1930 em 6,5×52mm Carcano[17]
Japão — Capturada das Índias Orientais Holandesas[23]
Lituânia — Modelo 1923 em 7,92mm[17]
México — Modelos 1911 e 1934 em 7mm[17]
Noruega — Modelos 1914 e 1918 em 6,5×55mm[17]
Países Baixos — Modelos 1919, 1923, 1926, 1927, 1934, 1938 e 1939 em 6,5×53mmR.[17] O modelo 1915 foi usado pelo Exército Real das Índias Orientais Holandesas como geweermitrailleur (e karabijnmitrailleur para uma versão encurtada modificada em 1926–1927).[24]
Paquistão — M1947 em .303[17]
Paraguai — M1916 em 7,65 mm[17]
Peru — M1929 em 7,65mm[17]
Portugal — Modelos 1930, 1936 e 1952 em .303 e modelos 1936, 1940 e 1947 em 7,92 mm[17]
Império Russo — Modelo 1904 e Modelo 1915 em 7,62×54mmR[17]
Espanha — M1907 e M1922 em 7mm[17]
Suécia — M1906, M1914 e M1921 em 6,5×55mm[17]
Tailândia — Modelos 1925, 1930, 1934, 1939, 1947 e 1949 em 8mm e Modelo 1951 em .30-06[17]
Turquia — M1925, 1926, 1935 e 1937 em 7,92mm[17]
Reino Unido — Modelos 1915, 1919, 1929, 1931 e 1939 em .303 British[17]
Uruguai — M1937 em 7mm[17]
Iugoslávia — Vários modelos em 7,92mm Mauser[17]
Conflitos
[editar | editar código]- Guerra Russo-Japonesa
- Rebelião de Bambata
- Revolução Xinhai
- Primeira Guerra Mundial
- Guerra Civil Russa[25]
- Revolução Mexicana[25]
- Guerra Civil Finlandesa
- Guerra do Rife
- Revolução Constitucionalista de 1932[26][27]
- Guerra do Chaco
- Guerra Civil Espanhola[25]
- Segunda Guerra Mundial
- Revolução Nacional da Indonésia
- Guerra do Ultramar
- Guerra do Futebol
- Guerra Civil de El Salvador
- Conflito armado pelo controle das favelas no Grande Rio de Janeiro[28]
Cartuchos
[editar | editar código]- .30-06 Springfield
- .303 British[17]
- 6,5×52mm Carcano
- 6,5×53,5mmR
- 6,5×55mm
- 7×57mm Mauser
- 7,62×51mm NATO
- 7,62×54mmR
- 7,65×53mm Mauser[17]
- 7,9×57mm I
- 7,92×57mm Mauser
- 8×50mmR Lebel
- 8×50mmR Mannlicher
- 8×58mmR
Ver também
[editar | editar código]Metralhadoras leves contemporâneas
[editar | editar código]Metralhadoras leves com layout de carregador semelhante
[editar | editar código]Referências
- ↑ a b Kokalis, Peter. Weapons Tests And Evaluations: The Best Of Soldier Of Fortune. Paladin Press. 2001. pp15–16.
- ↑ a b Nielsen, Bjørn A. (2008). Skøtt, Ole, ed. «Den danske hærs rekylgeværer: System V.H.O. Madsen og J.A.N. Rasmussen». Devantier. Vaabenhistoriske Aarsbøger. 53. ISSN 0108-707X
- ↑ Kokalis, Peter (2001). Weapons Tests and Evaluations: The Best of Soldier Of Fortune. [S.l.]: Paladin Press. ISBN 978-1581601220
- ↑ deactivated-guns.co.uk: Madsen machine gun
- ↑ «An Outline History of the Paraguayan Army». Consultado em 21 de maio de 2010. Arquivado do original em 11 de fevereiro de 2012
- ↑ a b Hilton, Stanley E. (novembro de 1982). «The Armed Forces and Industrialists in Modern Brazil: The Drive for Military Autonomy (1889-1954)». Duke University Press. The Hispanic American Historical Review. 62 (4): 629–673. doi:10.1215/00182168-62.4.629
- ↑ Kirk Jr., William A. (12 de março de 2003). «Brazil». Tanks! Armoured Warfare Prior to 1946. Florida State University. Consultado em 21 de maio de 2010. Arquivado do original em 27 de fevereiro de 2009
- ↑ Holm, Terje H. (1987). 1940 – igjen? (em norueguês). Oslo: Norwegian Armed Forces Museum. p. 26. ISBN 82-991167-2-4
- ↑ View from the trenches ASL journal ed. 31 - maio-junho de 2000
- ↑ Jaklin, Asbjørn (2006). Nordfronten - Hitlers skjebneområde (em norueguês). Oslo: Gyldendal. p. 32. ISBN 978-82-05-34537-9
- ↑ Abbott, Peter (2005). Modern African Wars (2): Angola and Mozambique 1961–1974. Oxford: Osprey Publishing. p. 7. ISBN 978-0-85045-843-5
- ↑ Madsen Light Machine Gun website
- ↑ News article about Argentine guns found with drug dealers[ligação inativa] (português)
- ↑ Brazilian Air Force news about Madsen guns Arquivado em 17 de julho de 2007, no Wayback Machine.
- ↑ Strategy Page on Madsen guns.
- ↑ Photo slideshow on clash between Brazilian police and drug traffickers.
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa ab ac ad ae af ag ah ai Smith, Joseph E. (1969). Small Arms of the World 11th ed. Harrisburg, Pennsylvania: The Stackpole Company. ISBN 9780811715669
- ↑ «Madsen Light Machine Gun M1924». thinlineweapons.com
- ↑ Association, National Rifle. «An Official Journal Of The NRA | 'Grim Reapers:' The Machine Guns Of World War I». An Official Journal Of The NRA
- ↑ Цветков Симеон, Закупуване и доставка на леки картечници „Мадсен“ за българската армия през 1914 – 1915 г., http://museumperushtitsa.com/assets/documents/subpages/83/Закупуване_и_доставка_на_леки_картечници_Мадсен.pdf / Tsvetkov, Simeon, Purchase and Delivery of Light Machine Guns "Madsen" for the Bulgarian Army in 1914-1915, https://www.academia.edu/62950229/Закупуване_и_доставка_на_леки_картечници_Мадсен_за_българската_армия_през_1914_г
- ↑ Jowett, Philip (20 de novembro de 2013). China's Wars: Rousing the Dragon 1894-1949. Col: General Military. [S.l.]: Osprey Publishing. ISBN 9781782004073
- ↑ «FINNISH ARMY 1918 - 1945: LIGHT MACHINEGUNS PART 2». jaegerplatoon.net
- ↑ Warner, Phillip. Japanese Army of World War II. [S.l.]: Osprey Publishing. p. 18
- ↑ Lohnstein, Marc (23 de agosto de 2018). Royal Netherlands East Indies Army 1936–42. Col: Men-at-Arms 521. [S.l.]: Osprey Publishing. ISBN 9781472833754
- ↑ a b c https://armasonline.org/armas-on-line/as-metralhadoras-madsen-no-brasil/
- ↑ «Acervo: Revolução de 32». Museu da Polícia Militar
- ↑ «AS TRINCHEIRAS DA MANTIQUEIRA: os embates da Brigada Sul na Revolução Constitucionalista». Portal de Periódicos da PMMG
- ↑ «Recent images of Rio's drug war». 4 de outubro de 2017
Ligações externas
[editar | editar código]- «Firstworldwar.com». Madsen (em inglês). Consultado em 21 de maio de 2010
- «Landships». Madsen (em inglês). Consultado em 21 de maio de 2010
- «Arundel Militaria». Madsen (em inglês). Consultado em 21 de maio de 2010
- «Madsen Enigmamachine». Madsen (em inglês). Consultado em 21 de maio de 2010
- Metralhadoras da Dinamarca
- Armas de infantaria da Alemanha na Primeira Guerra Mundial
- Metralhadoras leves
- Metralhadoras da Primeira Guerra Mundial
- Armas de infantaria da Rússia na Primeira Guerra Mundial
- Metralhadoras da Segunda Guerra Mundial
- Equipamentos militares da Noruega na Segunda Guerra Mundial
- Armas de infantaria do Brasil na Segunda Guerra Mundial
- Equipamentos militares da Guerra Civil Espanhola
- Equipamentos e armamentos do Exército Brasileiro
- Equipamentos e armamentos do Exército Português
- Metralhadoras de .30-06 Springfield
- Metralhadoras de .303 British
- Metralhadoras de 7,62×54mmR
- Metralhadoras de 7,92×57mm Mauser
- Metralhadoras de 7,62×51mm NATO
- Equipamentos militares da Revolução Constitucionalista de 1932