Marina Abramović

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Marina Abramović
em sérvio: Марина Абрамовић
Marina Abramović, Wiedeń, Viennale 2012
Nome completo Marina Abramović
Nascimento 30 de novembro de 1946 (69 anos)
Belgrado
Nacionalidade Iugoslávia

Marina Abramović (em sérvio, com alfabeto cirílico: Марина Абрамовић, pronúncia em servo-croata [marǐːna abrǎːmoʋitɕ]) (Belgrado, Sérvia, a 30 de novembro de 1946) é uma artista performativa que iniciou sua carreira no início dos anos 70 e manteve-se em atividade desde então. Considera-se a “avó da arte da performance". Seu trabalho explora as relações entre o artista e a plateia, os limites do corpo e as possibilidades da mente.

Nascida na Iugoslávia, Abramovic teve uma infância bem difícil, com pais comunistas e heróis de guerra (Segunda Guerra Mundial) e pouco afeto maternal. Formada e pós-graduada em Belas Artes, suas performances começaram nos anos 70. Brincadeiras com facas (Rhythm 10), deitar no meio de uma estrela de fogo (Rhythm 5), ficar sob efeito de drogas controladas (Rhythm 2), se colocar à disposição dos espectadores (Rhythm 0) – era assim que ela mostrava a relação humana consigo e com os outros.

Em 2010 foi realizada uma exposição no MOMA, Museu de Arte Moderna de NY, que ocupou todos os seus seis andares com a retrospectiva da carreira da artista. Foi lá que sua apresentação mais marcante aconteceu: ela ficou durante os três meses de exposição disponível ao público – quem quisesse chegava e ficava o quanto quiser sentado olhando para Marina (ela passou mais de 700 horas sentada numa cadeira sem se mexer) – intitulada O Artista Está Presente. [1]

Trabalhos da Abramović[editar | editar código-fonte]

  • Artist Body: Performances 1969-1998, (Charta, 1998).
  • Public Body: Installations and Objects 1965-2001, (Charta, 2001)
  • The House with the Ocean View, (Charta, 2004).
  • The Biography of Biographies, (Charta, 2004).
  • Balkan Epic, (Skira, 2006).
  • Seven Easy Pieces, (Charta, 2007)
  • A artista está presente. (encenada no Museu de Arte Moderna de Nova York em 2010)

Críticas e estudos acadêmicos[editar | editar código-fonte]

  • A Daneri, et al, (eds.), Marina Abramović, (Charta, 2002)
  • Laurie Anderson, “Marina Abramović,” Bomb Summer 2003: 25-31.
  • Jennifer Fisher, “Interperformance: The Live Tableaux of Suzanne Lacy, Janine Antoni, and Marina Abramović,” Art Journal 56 (1997): 28-33.
  • Charles Green, “Doppelgangers and the Third Force: The Artistic Collaborations of Gilbert & George and Marina Abramović/Ulay,” Art Journal 59.2: 36-45.
  • Shogo Hagiwara, “Art Hurts: Blood and Pain are Abramović’s Media,” The Daily Yomiuri 1 April 2004 p18.
  • Janet Kaplan, “Deeper and Deeper: Interview with Marina Abramović,” Art Journal 58:2 (1999):6-19.
  • Zoe Kosmidou, “A Conversation with Marina Abramović,” Sculpture Nov. 2001: 27-31.
  • Tom Lubbock, “Visual Arts: Caught In the Act; It’s Video But Not As We Know It,” The Independent 2 September 2003.
  • Thomas McEvilley, “Performing the Present Tense,” Art in America April 2003: 114-117; 153.
  • Asami Nagai, “Art in Harmony with Nature,” The Daily Yomiuri 24 July 2003, p. 13.
  • Anna Novakov, “Point of Access: Marina Abramović’s 1975 Performance Role Exchange,” Woman’s Art Journal Fall 2003/Winter 2004: 31-35.
  • Jennifer Phipps, “Marina Abramović/Ulay/Ulay/Marina Abramović,” Art & Text 3 (1981).
  • Theresa Smalec, “Not What It Seems: The Politics of Re-Performing Vito Acconci's Seedbed,” PMC: Postmodern Culture 17 2006 [1]
  • “Writing Art,” Art Monthly 1999 230:13-17.

Referências

Fonte: Revista BOMB - Edição 84 - Verão de 2003

Fonte: Folha de S.Paulo

Ligações externas[editar | editar código-fonte]