Iugoslavos

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Iugoslavos
População total

c. 400.000

Regiões com população significativa
 Estados Unidos 291.045 (2013) [1]
 Canadá 38.480 (2016) [2]
 Austrália 26.883 (2011) [3]
 Sérvia 23.303 (2011) [4]
 Bósnia e Herzegovina 2.507 (2013)
 Montenegro 1.154 (2011) [5]
 Eslovênia 527 (2002) [6]
 Croácia 331 (2011) [7]
Línguas
Servo-croata, macedônio e esloveno
Religiões
Igreja Ortodoxa, católica e Islão
Grupos étnicos relacionados
Eslavos

Iugoslavos ou Jugoslavos (em servo-croata: Jugoslaveni/Југославени, Jugosloveni/Југословени; em macedônio/macedónio: Југословени; em esloveno: Jugoslovani) é uma designação que foi originalmente utilizada para referir-se aos eslavos meridionais unidos. Foi usado em duas conotações, com a primeira sendo uma conotação étnica ou supra-étnica, e a segunda como um termo para os cidadãos da antiga Iugoslávia. Defensores políticos e culturais da identidade iugoslava têm atribuído historicamente a identidade como aplicável a todas as pessoas de descendência eslava meridional, incluindo aqueles da atual Bósnia e Herzegovina, Croácia, Montenegro, Macedônia do Norte, Sérvia e Eslovênia. Algumas tentativas de unir a Bulgária na Iugoslávia não tiveram sucesso, de forma que os búlgaros não foram inclusos nesta identificação.

Desde a [[desintegração da Iugoslávia e o estabelecimento dos estados-nação eslavos meridionais, o termo étnico iugoslavos foi usado para se referir exclusivamente àqueles que se viam como iugoslavos e sem autoimagem de outra etnia, muitos destes sendo de uma descendência mista.[8]

No final do século 19 e início do século 20, os intelectuais e influenciadores públicos Jovan Cvijić e Vladimir Dvorniković defenderam que os iugoslavos, como uma nação supra-étnica, possuía "muitas etnias tribais, tais como croatas, sérvios e outras consigo".[9]

Na República Socialista Federativa da Iugoslávia, a designação oficial para aqueles que se declaravam simplesmente como iugoslavo possuía aspas: "Iugoslavos" (introduzido no censo de 1971). As aspas foram originalmente colocadas para distinguir a etnia iugoslava da cidadania iugoslava - que era escrita sem as aspas. A maior parte das pessoas que se identificavam em etnia como "Iugoslavos" retornaram ou adotaram a etnia tradicional e suas identidades nacionais. Outros também decidiram a alterar para identificações regionais sub-nacionais, especialmente em regiões históricas multi-étnicas como a Ístria, Voivodina, Bósnia (então bósnios). A designação iugoslava, entretanto, continua a ser utilizada por muitos, especialmente pelos descendentes de imigrantes iugoslavos nos Estados Unidos, Canadá e Austrália enquanto o país ainda existia.

História[editar | editar código-fonte]

Iugoslavismo e a Iugoslávia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Iugoslavismo

Desde o final do século 18, quando as tradicionais afiliações étnicas europeias começaram a amadurecer em modernas identidades étnicas, houveram numerosas tentativas de definir uma identidade étnica em comum para os eslavos meridionais. A palavra Iugoslavo, significando "Eslavo do Sul", foi utilizado pela primeira vez por Josip Juraj Strossmayer em 1849.[10] A primeira citação do iugoslavismo foi no movimento ilírio no Reino da Croácia. Este identificou os eslavos meridionais com os ilírios e tentou construir uma língua comum baseada no dialeto Shtokaviano.[11] O movimento foi liderado por Ljudevit Gaj, cuja escrita tornou-se uma das duas escritas oficiais utilizadas na língua servo-croata.[11]

Dentre os adeptos ao iugoslavismo e a identidade iugoslava ativos no início do século 20, estava o famoso escultor Ivan Meštrović (1883-1962), que lembrou o herói Marco da Sérvia "nosso povo iugoslavo com seu coração nobre e gigante" e escreveu uma poesia falando sobre uma "raça iugoslava";[12] Jovan Cvijić, em seu artigo "As bases da civilização iugoslava", desenvolveu a ideia de uma cultura iugoslava unificada e alegou que "Novas qualidades que até agora foram fracamente expressadas, irão surgir. Uma amálgama das mais férteis qualidades de nossas três tribos [sérvios, croatas e eslovenos] irá vir à tona ainda mais forte, e então será construído o modelo de uma civilização iugoslava única - o final e mais importante alvo de nosso país."[9]

Em 28 de junho de 1914, Gavrilo Princip assassinou Francisco Fernando da Áustria-Hungria, herdeiro do trono austríaco, e sua esposa em Sarajevo. Princip era membro da Jovem Bósnia, um grupo que dentre seus alvos incluía a unificação dos iugoslavos e a independência da Áustria-Hungria.[13] O atentado de Sarajevo colocou em movimento uma série de eventos que culminaram na Primeira Guerra Mundial.[14] Após sua captura e durante seu julgamento, ele alegou "Eu sou um nacionalista iugoslavo, buscando a unificação de todos os iugoslavos, e eu não me importo qual a forma do estado, mas deve ser livre da Áustria."[15]

Em junho-julho de 1917, o Comitê Iugoslavo se reuniu com o Governo Sérvio em Corfu e no dia 20 de julho a Declaração de Corfu estabeleceu a fundação para o estado que seria criado no pós-guerra. O preâmbulo alegava que os sérvios, croatas e eslovenos tinham "o mesmo sangue, língua, sentimentos de unidade, continuidade e integridade do território que vivem, sem divisões, e interesses comuns da sobrevivência nacional e múltiplo desenvolvimento de sua vida moral e material." O estado foi criado como Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos, uma monarquia constitucional, sob a Casa de Karađorđević. O termo "iugoslavos" foi usado para referir-se a todos seus habitantes, mas particularmente aqueles de etnia eslava meridional. Alguns nacionalistas croatas viam a pluralidade e a família real sérvia como hegemônica. Eventualmente, um conflito de interesses surgiu entre os iugoslavos. Em 1929, o Rei Alexandre tentou resolver uma profunda crise política iniciada por tensões étnicas iniciando uma ditadura, renomeando o país para "Reino da Iugoslávia" e oficialmente pronunciando que há apenas uma única nação entre as três tribos. A designação étnica iugoslava foi então imposta por um período de tempo em todos os eslavos meridionais na Iugoslávia. As mudanças na política iugoslava após a morte do Rei Alexander em 1934 trouxeram ao fim esta política, mas a designação continuou a ser usada por algumas pessoas.

O filósofo Vladimir Dvorniković defendeu o estabelecimento de uma etnia iugoslava em seu livro de 1939 com o título "A Caracterologia dos iugoslavos". Sua visão incluía a eugenia e mistura cultural para criar uma forte nação iugoslava.[9]

Houveram três tentativas de tornar a Bulgária como parte da Iugoslávia ou parte de uma federação ainda maior: através de Aleksandar Stamboliysky durante e após a Primeira Guerra Mundial; da Zveno durante o Golpe de Estado de 1934 na Bulgária, e através de Georgi Dimitrov durante e após a Segunda Guerra Mundial, mas por várias razões, todas as tentativas falharam.[16]

Auto-identificação na segunda Iugoslávia[editar | editar código-fonte]

Porcentagem identificando-se como iugoslavos[17]
Repúblicas e províncias 1961 1971 1981
Croácia 0.4 1.9 8.2
Sérvia Central 0.2 1.4 4.8
Bósnia e Herzegovina 8.4 1.2 7.9
Kosovo 0.5 0.1 0.1
Macedônia 0.1 0.2 0.7
Montenegro 0.3 2.1 5.3
Eslovênia 0.2 0.4 1.4
Vojvodina 0.2 2.4 8.2
Toda a Iugoslávia 1.7 1.3 5.4

Após a liberação das Potências do Eixo em 1945, a nova República Socialista Federativa da Iugoslávia tornou-se um país federal, sendo oficialmente reconhecido e tendo a diversidade étnica valorizada. As identidades étnicas tradicionais novamente se tornaram as designações étnicas primárias usadas pela maior parte dos habitantes da Iugoslávia. Entretanto, muitas pessoas ainda se declaravam como "Iugoslavos" por quererem expressar uma identificação com a Iugoslávia como um todo, mas não especificamente com nenhum de suas tribos.

Josip Broz Tito expressou seu desejo por uma etnia iugoslava sem divisões, quando alegou: "Eu gostaria de viver para ver o dia que a Iugoslávia se tornaria amalgamada em uma comunidade firme, quando não seria mais uma comunidade formal, mas uma comunidade de uma única nação iugoslava."[18]

O censo de 1971 registrou 273.077 iugoslavos, ou 1,33% da população total. O censo de 1981 registrou 1.216.463 ou 5,4% de iugoslavos. No censo de 1991, 5,54% (242.682) dos habitantes da Bósnia e Herzegovina se declaravam iugoslavos.[19] 4,25% da população da República de Montenegro também se declararam iugoslavos no mesmo censo.

A constituição da República da Bósnia e Herzegovina de 1990 ratificou uma presidência de sete membros. Um dos sele deveria ser eleito dentre/por iugoslavos, introduzindo-os próximos aos muçulmanos por nacionalidade, com os sérvios e croatas também na constituição, mas em um nível inferior. Entretanto, devido à Guerra da Bósnia, esta constituição teve uma vida curta e não foi cumprida.

O censo de 1981 mostrou que os iugoslavos eram cerca de 8% da população da Croácia, sendo esta a porcentagem mais alta de iugoslavos na Croácia até os dias de hoje. O censo de 1991 indicou que o número de iugoslavos havia caído para 2% da população da Croácia. O censo de 2001 (o primeiro após a independência) registrou apenas 176 iugoslavos.[20] O próximo censo em 2011 registrou 331 iugoslavos na Croácia (0,008% da população).[21]

Pouco antes e após da dissolução da Iugoslávia, a maior parte dos iugoslavos voltaram-se para designações étnicas mais convencionais. Ainda assim, o conceito sobreviveu na Bósnia e Herzegovina (onde a maioria das cidades possui uma pequena porcentagem) e na Sérvia e Montenegro (2003-2006), que manteve o nome "Iugoslávia" por mais tempo, até fevereiro de 2003.

Estados sucessores[editar | editar código-fonte]

Organizações[editar | editar código-fonte]

Logo da Aliança de Iugoslavos

Os iugoslavos da Croácia possuem várias organizações. A "Aliança de Iugoslavos" (Savez Jugoslavena), estabelecida em 2010 em Zagreb, é uma associação com o objetivo de unir os iugoslavos da Croácia, independente de religião, gênero, visão política ou outras diferenças.[22] Seu principal alvo é o reconhecimento oficial da nação iugoslava em todos os estados sucessores da Iugoslávia: Croácia, Eslovênia, Sérvia, Macedônia do Norte, Bósnia e Herzegovina e Montenegro.[23]

Outra organização pró-Iugoslávia defendendo o reconhecimento da nação iugoslava é a associação "Nossa Iugoslávia" (Udruženje "Naša Jugoslavija"), que é uma organização oficialmente registrada na Croácia.[24] A sede desta associação está na cidade ístria de Pula,[25] onde foi fundada em 30 de julho de 2009.[26] A associação tem a maior parte dos membros nas cidades de Rijeka, Zagreb e Pula.[27] Seu principal objetivo é estabilizar as relações entre os estados sucessores da Iugoslávia. Está também ativo na Bósnia e Herzegovina, mas seu registro oficial como associação foi negado pelas autoridades bósnias.[24]

A organização pró-iugoslava provavelmente mais conhecida em Montenegro é o "Consulado Geral da República Socialista Federativa da Iugoslávia", com sua sede na cidade costeira de Tivat. Antes do censo de 2011, Marko Perković, presidente desta organização, chamou os iugoslavos de Montenegro para livremente se declararem iugoslavos no censo que seria realizado.[28]

Pessoas notáveis[editar | editar código-fonte]

O melhor exemplo conhecido de um iugoslavo autodeclarado é o Marechal Josip Broz Tito, que organizou a resistência contra os alemães na Iugoslávia[29][30] tendo efetivamente expulsado os nazistas da Iugoslávia, participou da fundação do Movimento Não Alinhado e desafiou a pressão soviética de Joseph Stalin na Iugoslávia. Outras pessoas que se declararam "iugoslavos" incluem intelectuais, artistas, atores e esportistas, tais como:

Símbolos[editar | editar código-fonte]

O símbolo que é provavelmente o mais usado pelos iugoslavos para expressar sua identidade e para o qual normalmente são associados, é a bandeira tricolor azul-branca-vermelha, com uma estrela vermelha com bordas amarelas no centro da bandeira,[52] que também serviu de bandeira da República Socialista Federativa da Iugoslávia entre 1945 e 1991.

Antes da Segunda Guerra Mundial, o símbolo do iugoslavismo era uma bandeira tricolor limpa, azul, branca e vermelha, que também foi a bandeira do Reino da Jugoslávia no período entreguerras.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

Notas
  1. «2013 American Community Survey 1-Year Estimates» (em inglês). United States Census Bureau 
  2. «Immigration and Ethnocultural Diversity Highlight Tables» (em inglês). statcan.gc.ca 
  3. «Fact sheets: Ancestry – Serbian» (em inglês) 
  4. Population : ethnicity : data by municipalities and cities (pdf). Belgrado: Escritório de Estatística da República da Sérvia. 2012. pp. 14, 20. ISBN 978-86-6161-023-3 
  5. «Census of Population, Households and Dwellings in Montenegro 2011» (pdf). Escritório de Estatística de Montenegro 
  6. «Statistični urad RS - Popis 2002» 
  7. «Croatian 2011 Census, detailed classification by nationality» 
  8. Szayna, Thomas S.; Zanini, Michele. «THE YUGOSLAV RETROSPECTIVE CASE» (pdf) (em inglês) 
  9. a b c Wachte, Andrew (1998). Making a Nation, Breaking a Nation Making a Nation, Breaking a Nation Literature and Cultural Politics in Yugoslavia (em inglês). [S.l.]: Stanford University Press. pp. 92–94. ISBN 0-8047-3181-0 
  10. Enciklopedia Jugoslavije. Zagreb: [s.n.] 1990. pp. 128–130 
  11. a b Singleton, Frederick Bernard (1985). A Short History of the Yugoslav Peoples (em inglês). [S.l.]: Cambridge University Press. p. 93. ISBN 0-521-27485-0 
  12. Banač, Ivo (1984). The national question in Yugoslavia: origins, history, politics. [S.l.]: Cornell University Press. pp. 204–205 
  13. Banač, Ivo (1988). The National Question in Yugoslavia: Origins, History, Politics. [S.l.]: Cornell University Press. ISBN 0-8014-9493-1 
  14. «First World War.com Primary Documents: Archduke Franz Ferdinand's Assassination, 28 June 1914» (em inglês). 3 de novembro de 2002 
  15. Malcolm, Noel (1996). Bosnia: A Short History. [S.l.]: New York University Press. p. 153. ISBN 0-8147-5561-5 
  16. Ersoy, Ahmet; Górny, Maciej; Kechriotis, Vangelis (2010). Modernism: The Creation of Nation-States. [S.l.]: Central European University Press. p. 363 
  17. Sekulic, Dusko; Massey, Garth; Hodson, Randy (Fevereiro de 1994). «Who Were the Yugoslavs? Failed Sources of a Common Identity in the Former Yugoslavia». American Sociological Review (em inglês). 59 1 ed. American Sociological Association. p. 85. doi:10.2307/2096134 
  18. Norbu, Dawa (3–9 de abril de 1999). «The Serbian Hegemony, Ethnic Heterogeneity and Yugoslav Break-Up». Economic and Political Weekly 
  19. Ethnic composition of Bosnia-Herzegovina population, by municipalities and settlements. Sarajevo: Zavod za statistiku Bosne i Hercegovine. 1991. p. 234 
  20. «Population of Croatia 1931–2001» (em inglês) 
  21. «Državni zavod za statistiku Republike Hrvatske» (em croata) 
  22. «U Zagrebu osnovan Savez Jugoslavena». Jutarnji (em croata). 23 de março de 2010 
  23. L.J. (23 de março de 2010). «U Zagrebu osnovan Savez Jugoslavena: Imamo pravo na očuvanje baštine Jugoslavije» (em croata). Index.hr 
  24. a b Anes Makul; Heather McRobie (17 de fevereiro de 2011). «Yugoslavs in the twenty-first century: 'erased' people» (em inglês). openDemocracy.net 
  25. Silvana Fable (25 de julho de 2010). «Udruženje "Naša Jugoslavija" osniva Klubove Jugoslavena» (em croata). Dubrovački vjesnik 
  26. «Osnovano udruženje "Naša Jugoslavija" u Puli» (em sérvio). Tanjug: Rádio Televisão de Vojvodina. 30 de julho de 2009 
  27. «"Naša Jugoslavija" širi se Hrvatskom» (em sérvio). Vesti. 27 de julho de 2010 
  28. «Perković pozvao Crnogorce da se izjasne i kao Jugosloveni» (em sérvio). 3 de março de 2011. Arquivado do original em 5 de abril de 2011 
  29. Howard Fast. «Tito and his People» (em inglês) 
  30. «Liberation of Belgrade and Yugoslavia» (em inglês). Arquivado do original em 2 de dezembro de 2007 
  31. Nenad Stefanović (2 de dezembro de 2009). «Intervju: Aleksa Đilas» (em sérvio). Rádio Televisão da Sérvia 
  32. Fabian Kern (13 de maio de 2008). «Ich bin ein alter Jugoslawe» (em alemão). Ballesterer 
  33. B.G. (13 de dezembro de 2008). «Lepa Brena u Zagrebu?!» (em croata). Dnevnik.hr 
  34. Mario Garber (19 de maio de 2009). «Nikad nisam skrivao da sam Jugosloven» (em bósnio). E-Novine 
  35. Nastasja Radović (16 de julho de 2010). «U fudbalu nema nacionalizma» (em Montenegrin). Monitor Online. Arquivado do original em 25 de julho de 2011 
  36. Dragana Đevori. «Слушам савете многих, али одлуке доносим сам» (em sérvio). Revista Evropa/Partido Democrático 
  37. «Dulić: 'Nisam Hrvat nego Jugoslaven'» (em croata). Dnevnik.hr. 23 de maio de 2007 
  38. «Kako preživeti slavu». Revista Standard (em sérvio) 28 ed. 29 de novembro de 2006. Arquivado do original em 18 de março de 2012 
  39. «ISPOVEST Dževad Prekazi za Blicsport: Još sam zaljubljen u Jugoslaviju, sahranite me sa dresom Partizana» 
  40. Max Modic (2007). «Intervju: Magnifico Il Grande. Po domače, Car» (em esloveno). Mladina 
  41. Aneta Dodevska (1 de janeiro de 2009). «А1 репортажа – Словенија денес» (em Montenegrin). A1 
  42. M. Radojković (4 de março de 2008). «Tifa: Navijam za mog Miću» (em sérvio). Blic 
  43. P. Dragosavac (17 de setembro de 1999). «Sve za razvrat i blud» (em sérvio). Glas Javnosti. Cópia arquivada em 25 de março de 2010 
  44. Dragoljub Todorović (4 de outubro de 2010). «Život za slobodu» (em sérvio). E-Novine 
  45. Aleksandra Timkovska (5 de setembro de 2006). «ЏОЛЕ: Со Слаѓа сум во одлични односи!» (em Montenegrin). Večer. Arquivado do original em 22 de julho de 2011 
  46. D. Milićević (12 de abril de 2010). «Uz mališane 33 godine» (em sérvio). Blic 
  47. Žiža Antonijević (23 de março de 2008). «Ostao sam ovde iz inata» (em sérvio). Blic 
  48. «Pas do pasa, beton do betona» (em sérvio). Vreme. 29 de julho de 2010 
  49. Tamara Nikčević (14 de agosto de 2009). «DANI – Intervju: Joška Broz, unuk Josipa Broza Tita» (em bósnio). BH Dani 
  50. «About Boris Vukobrat». Peace and Crises Management Foundation. Arquivado do original em 27 de outubro de 2011 
  51. «Тивка војна меѓу Србија и Хрватска за Џони Штулиќ!?» (em Montenegrin). 5 de novembro de 2009. Arquivado do original em 28 de setembro de 2011 
  52. «U Crnoj Gori oko 1.000 Jugoslovena, 100 Turaka, 130 Njemaca...» (em Montenegrin). Vijesti: Vijesti online. 12 de julho de 2011 
Bibliografia

Leitura adicional[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]