Morte na fogueira

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Joana D'Arc durante a sua execução em uma fogueira em preparação.

Levando a pessoa a morte deliberadamente devido aos efeitos da Combustão ou os efeitos a exposição ao calor extremo, a morte na fogueira tem uma longa história como pena capital. Várias sociedades utilizaram esse método para punir pessoas acusadas de crimes como traição, rebeliões causadas por escravos, heresia, Bruxaria, Incêndios intencionais e fatores relacionados a sexualidade, como incesto ou Homossexualidade. Os casos mais conhecidos de morte na fogueira é aquele no qual o condenado é amarrado a uma estaca de madeira (em alguns casos chamado de Auto de fé) porém outras formas de pena de morte envolvendo a fogueira também são conhecidos, como colocar substâncias como metais fundidos em uma pessoa (em seus ouvidos ou sua garganta), ou aprisionando as pessoas e as colocando em aparelhos metálicos como o Touro de bronze.[1]

Este tipo de execução tem uma longa história como uma pena relacionada a heresia, bruxaria, traição, entre outros fatores.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Murphy. God's Jury: The Inquisition and the Making of the Modern World. [S.l.: s.n.] pp. 67–68 
  2. http://www.angelfire.com/ca6/filosofo/witches.html

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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