Movimento para o Socialismo

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Movimento para o Socialismo
Movimiento al Socialismo
Presidente Evo Morales
Fundação 23 de julho de 1997
Sede La Paz, Bolívia
Afiliação internacional Foro de São Paulo
Site http://www.masbolivia.com/ Site oficial

O Movimento para o Socialismo (Movimiento al Socialismo em espanhol) é um partido político socialista boliviano, fundado em 23 de julho de 1997. Seu líder máximo é Evo Morales.

Postulados[editar | editar código-fonte]

  • Conseguir igualdade social para as maiorias nativas da Bolívia.
  • Eliminar a corrupção das estruturas do Estado boliviano.
  • Combater a corrupção.
  • Nacionalizar os recursos energéticos.
  • Impulsionar a industrialização.
  • Promover um movimento de renovação moral, ética, política e de conduta.
  • Lutar para integrar a sociedade boliviana ao mundo moderno em condições equitativas, considerando que a Bolívia não possui indústrias que possam competir no mercado internacional.
  • Lutar para conseguir do mundo industrializado condições de privilégio de integração, considerando que a Bolívia deu ao mundo e sobretudo à Europa os mais importantes elementos para o atual estado de bem-estar social desses países.
  1. Dois terços da alimentação europeia se dão, a princípio, por plantas cultivadas pelos antigos americanos.
  2. A base do Capitalismo se beneficiou das riquezas (ouro, prata) extraídas de minas americanas, dentre elas a de Potosí.
  • Lutar para construir estruturas sociais de acordo com o século XXI, igualdade, solidariedade, liberdade, respeito à natureza, respeito às necessidades das gerações vindouras.

Nas eleições legislativas de 2002, a candidatura para a presidência de Morales obteve 20,9% dos votos, ficando em segundo lugar, depois de Gonzalo Sánchez de Lozada. Apesar de não ter ganhado, foi um resultado impressionante por ser um partido novo, deixando para trás os partidos tradicionais bolivianos que se revezam no poder. Obteve o quarto lugar nas eleições de 2003 e, devido ao apoio dos campesinos, principalmente da região do Chapare, Morales se constituiu em uma referência desse partido.

Nas eleições presidenciais de 2005, Morales conseguiu a maioria absoluta, com cerca de 54% das preferências, com a qual poderá exercer o cargo de presidente sem ter que convocar um referendo parlamentar.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]