Públio Valério Publícola

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Públio Valério Publícola (em latim Publius Valerius Publicola, "amigo do povo") († 503 a.C.) foi um cônsul romano, e colega de Lúcio Júlio Bruto em 509 a.C., tradicionalmente considerado o primeiro ano da República Romana. Segundo Tito Lívio e Plutarco, ele teve um papel fundamental na expulsão do último rei, Tarquínio, o Soberbo, e embora inicialmente tenha sido escolhido como o colega de Brutus logo tomou o lugar dele.

Públio Valério era descendente de Valério, que conseguiu tornar os romanos e os sabinos um povo, em vez de inimigos.[1] Quando Brutus planejou a revolução, a primeira pessoa a quem ele se dirigiu foi Públio Valério.[2]

Com a morte de Brutus, foi o cônsul único, e as pessoas começaram a temer que ele estava destinado a se tornar um autocrata. Para dissipar os temores ele apresentou dois projetos de lei para proteger as liberdades dos cidadãos, uma que qualquer um que tentou tornar-se rei poderia ser morto por qualquer homem em qualquer tempo, outra lei autorizava as pessoas a recorrer em nome de qualquer cidadão condenado por um magistrado. Ele foi cônsul por três vezes (508 aC, 507 aC e 504 aC).

Referências

  1. Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Publícola, 1.1
  2. Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Publícola, 1.3